Questões de Concursos Colégio Naval

Resolva Questões de Concursos Colégio Naval Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 18637.   História - Nível Médio - Aspirante da Marinha - Colégio Naval - MB - 2010
  • "As Câmaras Municipais, encarregadas da administração local, foram sendo estruturadas paralelamente à formação das primeiras vilas." A atuação das Câmaras, controladas pelos homens-bons, abrangia diversos setores, como o abastecimento, a tributação e a execução das leis.[ ...] Assim, as Câmaras Municipais constituíam poderosos órgãos da administração colonial. (Cotrim, Gilberto. História Global- Brasil e Geral. 8. ed. São Paulo: Saraiva,2005.p.203.)

    A categoria dos homens-bons refere-se aos
  • 4 - Questão 53010.   Português - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Palavra

    Peguei meu filho no colo (naquele tempo ainda dava), apertei-o com força e disse que só o soltaria se ele dissesse a palavra mágica.
    E ele disse: - Mágica.
    Foi solto em seguida.
    Um adulto teria procurado outra palavra, uma encantação que o libertasse.
    Ele não teve dúvida. Me entendeu mal, mas acertou. Disse o que eu pedi. (Não, não hoje ele não se dedica às ciências exatas. É cantor e compositor)
    Nenhuma palavra era mais mágica do que a palavra “mágica”.
    Quem tem o chamado dom da palavra cedo ou tarde se descobre um impostor. Ou se regenera, e passa a usar a palavra com economia e precisão, ou se refestela na impostura: Nabokov e seus borboleteios, Borges e seus labirintos.
    Impostura no bom sentido, claro - nada mais fascinante do que ver um bom mágico em ação. Você está ali pelos truques, não pelo seu desmascaramento.
    Mas quem quer usar a palavra não para fascinar, mas para transmitir um pensamento ou apenas contar uma história, tem um desafio maior, o de fazer mágica sem truques. Não transformar o lenço em pomba, mas usar o lenço para dar o recado, um “ lençocorreio”. Cuidando o tempo todo, para que as palavras não se tornem mais importante do que o recado e o artifício - a impostura - não apareça e não atrapalhe.
    (...)

    Noblat.oglobo.globo.com/crônicas/notícia/2017/02/palavra. html - adaptado.

    Assinale a opção que apresenta a mensagem revelada pelo texto.
  • 5 - Questão 52997.   Português - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Correndo risco de vida

    Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
    Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
    Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
    A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
    Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

    LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

    Analise as afirmativas abaixo.

    I- "Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção[...]’’ (§2°)
    II- "É o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda.” (§2°)
    III- "[...] esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico[...]” (§3°)
    IV- "[...] tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!" (§4°)

    Está correto afirmar que NÃO complementam o verbo os vocábulos destacados em:
  • 6 - Questão 53005.   Português - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018

  • Correndo risco de vida

    Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
    Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
    Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
    A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
    Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

    LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

    Assinale a opção em que o autor demonstra interação direta com o leitor.
  • 7 - Questão 18638.   História - Nível Médio - Aspirante da Marinha - Colégio Naval - MB - 2010
  • Analise as afirmativas abaixo, referentes ao Segundo reinado.

    I - Valendo-se da prerrogativa do padroado, o imperador rejeitou a bula papal que proibia a permanência de membros da maçonaria dentro dos quadros da Igreja Católica.

    II - Uma das principais consequências da guerra do Paraguai para o Brasil foi o fortalecimento do Exército brasileiro.

    III- Como desfecho da Questão Christie, o imperador D. Pedro II decidiu romper relações diplomáticas com os Estados Unidos.

    IV - A Lei de Terras, aprovada em 1850, determinava que as terras públicas só poderiam torna-se propriedade privada por meio da compra.

    Assinale a opção correta.
  • 8 - Questão 18629.   Geografia - Nível Médio - Aspirante - Colégio Naval - MB - 2010
  • A economia brasileira, entre os anos 1950 e 1990, passou por transformações sensíveis, fato que condicionou uma mudança gradativa em nosso comportamento comercial, ou seja, deixamos de ser um mero exportador de matérias-primas e passamos a exportar também uma gama de manufaturados. Em função dessas transformações, as quais obedeceram e obedecem a imposições políticas e econômicas internas e externas, assinale a opção correta.
  • 9 - Questão 53018.   Geografia - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • A mineração é um dos setores básicos da economia do país, contribuindo de forma decisiva para o bem estar e a melhoria da qualidade de vida das presentes e futuras gerações, sendo fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade equânime, desde que seja operada com responsabilidade social, estando sempre presentes os preceitos do desenvolvimento sustentável.

    Martini, Alice de. Geografia Ação e Transformação. -1. ed. - São Paulo: Escala Educacional, 2016. - (Coleção Geografia e Transformação; v. 2, p. 115)

    Sobre a realidade que envolve a exploração mineral no Brasil, é correto afirmar que
  • 10 - Questão 52760.   Inglês - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • TEXT I

    Social media ’destroying how society works"

    A former Facebook executive has said social media is doing great harm to society around the world. The executive is a man called Chamath Palihapitiya. He ___________ Facebook in 2007 a n d ___________a vice president. He was responsible for increasing the number of users Facebook had. Mr Palihapitiya said he feels very guilty about getting more people to use social networks. He said the networks are destroying society because they are changing people"s behavior. Twenty years ago, people talked to each other face to face. Today, people message each other and do not talk. People also really care about what other people think of them. They post photos and wait to see how many people like the photo. They get very sad if people do not like the photo.
    Mr. Palihapitiya said people should take a long break from social media so they can experience real life. He wants people to value each other instead of valuing online "hearts, likes, and thumbs-up". Palihapitiya also points out how fake news is affecting how we see the world, it is becoming easier for large websites to spread lies. It is also becoming easier to hurt other people online. Anyone can hide behind a fake user name and post lies about other people. Palihapitiya said this was a global problem. He is worried about social media so much that he has banned his children from using it. However, he did state that Facebook was a good company. He said: "Of course, it"s not all bad. Facebook overwhelmingly does good in the world."

    Which verb forms respectively complete the gaps in text I?