Questões de Concursos - Colégio Pedro II - Exercícios com Gabarito

Questões de Concursos Públicos - Colégio Pedro II - com Gabarito. Exercícios com Perguntas e Respostas, Resolvidas e Comentadas. Acesse Grátis!


Texto associado.
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Ferreira Gullar (Folha de S.Paulo: 25/03/2012):

Desconfio que, depois de desfrutar durante quase toda a vida da fama de rebelde, estou sendo tido, por certa gente, como conservador e reacionário. Não ligo para isso e até me divirto, lembrando a célebre frase de Millôr Fernandes, segundo o qual “todo mundo começa Rimbaud e acaba Olegário Mariano”.
Divirto-me porque sei que a coisa é mais complicada do que parece e, fiel ao que sempre fui, não aceito nada sem antes pesar e examinar. Hoje é comum ser a favor de tudo o que, ontem, era contestado. Por exemplo, quando ser de esquerda dava cadeia, só alguns poucos assumiam essa posição; já agora, quando dá até emprego, todo mundo se diz de esquerda.
De minha parte, pouco se me dá se o que afirmo merece essa ou aquela qualificação, pois o que me importa é se é correto e verdadeiro. Posso estar errado ou certo, claro, mas não por conveniência. Está, portanto, implícito que não me considero dono da verdade, que nem sempre tenho razão porque há questões complexas demais para meu entendimento. Por isso, às vezes, se não concordo, fico em dúvida, a me perguntar se estou certo ou não.
Cito um exemplo. Outro dia, ouvi um professor de português afirmar que, em matéria de idioma, não existe certo nem errado, ou seja, tudo está certo. Tanto faz dizer “nós vamos” como “nós vai”. Ouço isso e penso: que sujeito bacana, tão modesto que é capaz de sugerir que seu saber de nada vale. Mas logo me indago: será que ele pensa isso mesmo ou está posando de bacana, de avançadinho?
Assinale o item em que há exemplo de uma figura de pensamento:

Considere as premissas: ?

* Todo aluno do Colégio Pedro II é inteligente. ?

* Existem pessoas inteligentes e poliglotas.

Pode-se concluir que

Texto associado.
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Francisco Bosco (O Globo: 06/06/2012):

Embora apaixonado por futebol e leitor dos jogos em suas dimensões técnicas e táticas, evito tratar do assunto nesta coluna. Escrevo no caderno de cultura, não no de esportes. Mas uma das dimensões do futebol é a cultura; quando algum acontecimento no mundo do futebol revela um problema do campo cultural, sinto-me convocado a interpretá-lo. Já disse mais de uma vez que quem pudesse compreender com precisão a transformação de Ronaldinho Gaúcho em algum momento de 2006 estaria tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo. O que essa transformação tem de singular é precisamente sua recusa à legibilidade. Outros personagens fundamentais de nosso tempo dão-se a ler com maior clareza – a metamorfose infinita de Michael Jackson se revela uma passagem ao ato em consequência do preconceito racial americano, por exemplo. Mas Ronaldinho Gaúcho permanece um enigma. É desse enigma que vou tentar me aproximar aqui. Antes de tudo, devo assinalar meu mal-estar em interpretar publicamente a subjetividade de alguém. Reconheço que isso é uma forma de violência. Mas se trata de um caso em que o interesse público está em jogo, na medida em que lhe serve de espelho. De modo geral, considero que só deve ser tratado publicamente aquilo que um sujeito dispõe deliberadamente na esfera pública. A subjetividade de Ronaldinho aparece na esfera pública, como uma sombra inevitável, a cada vez que ele entra em campo (e como uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo). Vou pensar essa sombra, repito, pelo que ela contém de segredo cifrado de nosso tempo. Mas tenho dúvidas sobre a correção moral da minha atitude.
Ao dizer que o interesse público está em jogo, o cronista apresenta outra desculpa para o tema que de fato pretende desenvolver em seu texto – no caso, algo que se refere a Ronaldinho Gaúcho. O quê?
Dez técnicos administrativos de uma prefeitura, todos com o mesmo ritmo de trabalho, trabalhariam 8 horas por dia, durante 36 dias, para preparar toda a parte burocrática de um concurso. Porém, antes do início dos trabalhos, dois dos técnicos precisaram se ausentar por motivo de doença, com previsão de retorno apenas após a conclusão do certame. O total de dias que os técnicos restantes levarão para preparar o concurso, trabalhando uma hora a mais por dia, no mesmo ritmo de trabalho, será
Texto associado.
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Ferreira Gullar (Folha de S.Paulo: 25/03/2012):

Desconfio que, depois de desfrutar durante quase toda a vida da fama de rebelde, estou sendo tido, por certa gente, como conservador e reacionário. Não ligo para isso e até me divirto, lembrando a célebre frase de Millôr Fernandes, segundo o qual “todo mundo começa Rimbaud e acaba Olegário Mariano”.
Divirto-me porque sei que a coisa é mais complicada do que parece e, fiel ao que sempre fui, não aceito nada sem antes pesar e examinar. Hoje é comum ser a favor de tudo o que, ontem, era contestado. Por exemplo, quando ser de esquerda dava cadeia, só alguns poucos assumiam essa posição; já agora, quando dá até emprego, todo mundo se diz de esquerda.
De minha parte, pouco se me dá se o que afirmo merece essa ou aquela qualificação, pois o que me importa é se é correto e verdadeiro. Posso estar errado ou certo, claro, mas não por conveniência. Está, portanto, implícito que não me considero dono da verdade, que nem sempre tenho razão porque há questões complexas demais para meu entendimento. Por isso, às vezes, se não concordo, fico em dúvida, a me perguntar se estou certo ou não.
Cito um exemplo. Outro dia, ouvi um professor de português afirmar que, em matéria de idioma, não existe certo nem errado, ou seja, tudo está certo. Tanto faz dizer “nós vamos” como “nós vai”. Ouço isso e penso: que sujeito bacana, tão modesto que é capaz de sugerir que seu saber de nada vale. Mas logo me indago: será que ele pensa isso mesmo ou está posando de bacana, de avançadinho?
Assim como “implícito” recebe acento por ser palavra proparoxítona, também são acentuadas pela mesma razão todas as palavras da seguinte alternativa:
Texto associado.

O Índice Remissivo é um recurso disponível no Microsoft Word 2013.


A alternativa que indica um dos botões (funcionalidades) utilizados para gerar um Índice Remissivo é:

Nos termos do texto da Constituição da República, a Administração Pública deve observar os seguintes princípios:
Texto associado.

Cada organização tem uma estrutura organizacional, em função de seus objetivos, do seu tamanho, da conjuntura que atravessa e da natureza dos produtos que fabrica ou dos serviços que presta.


Os autores clássicos e neoclássicos definiram três tipos tradicionais de estrutura organizacional. São elas:

Uma pessoa, com uma calculadora, extraiu a raiz quarta de x e encontrou y. Em seguida, calculou a raiz quadrada de y e encontrou 10. O valor de x é
Sobre a Lei 8112/90, marque a alternativa correta: