Questões de Concursos CRMV SP

Resolva Questões de Concursos CRMV SP Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 32024.   Informática - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Ao se compartilhar uma cópia eletrônica de um documento do MS Word 2013 com outros usuários, uma boa medida de segurança é verificar o documento em busca de dados ocultos ou alguma informação pessoal que possa estar armazenada no próprio documento ou em suas propriedades como metadados. Qual ferramenta, do próprio programa, deve ser utilizada?
  • 2 - Questão 32017.   Raciocínio Lógico - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Ao adquirir um determinado produto, o cliente é informado de que, caso faça uma reclamação formal sobre um produto, um processo interno será aberto e o Departamento de Qualidade será acionado. Nesse caso, pode-se concluir que:
  • 3 - Questão 32014.   Português - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Para responder à questão, leia o texto abaixo.

    Mãe
    (Crônico dedicado o o Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico)
    Rubem Braga

    O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol
    Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.
    Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: 
    — Cadê Joãozinho?
    O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.
    — Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! 
    O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: 
    — O menino tem OITO anos, Maria! 
    — OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! 
    E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. 
    — Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.
    Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.
    Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: 
    — E o Joãozinho? 
    Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. 
    — Joãozinho! 
    O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. 
    — Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu
    A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". 
    — Acho que entrou... ou então foi-se embora. 
    De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".
    Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!
    O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: 
    — Mãe é chaaata... 

    Maio, 1953
    (http://www. releituras. com/rubembraga_mae. asp)
  • A oração que está sublinhada em "A Mãe, que viera correndo" é classificada como:
  • 4 - Questão 32016.   Raciocínio Lógico - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • João sacou dinheiro em caixas eletrônicos de 3 bancos diferentes (Bl, B2 e B3), sendo a mesma quantidade de notas e o mesmo valor em cada banco. Uma das notas que João sacou nessas operações era falsa. O banco B l afirmou que a probabilidade de uma nota sacada de seu caixa eletrônico ser falsa é de 0,1%. O banco B2 afirmou que essa probabilidade para ele era de 0,05% e o banco B3 disse que essa probabilidade era de 0,15%.

    Qual a probabilidade de essa nota ter vindo do banco B2?
  • 5 - Questão 32013.   Português - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Para responder à questão, leia o texto abaixo.

    Mãe
    (Crônico dedicado o o Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico)
    Rubem Braga

    O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol
    Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.
    Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: 
    — Cadê Joãozinho?
    O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.
    — Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! 
    O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: 
    — O menino tem OITO anos, Maria! 
    — OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! 
    E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. 
    — Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.
    Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.
    Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: 
    — E o Joãozinho? 
    Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. 
    — Joãozinho! 
    O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. 
    — Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu
    A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". 
    — Acho que entrou... ou então foi-se embora. 
    De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".
    Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!
    O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: 
    — Mãe é chaaata... 

    Maio, 1953
    (http://www. releituras. com/rubembraga_mae. asp)
  • Em "... ou então foi-se embora", o pronome "se", em destaque, está funcionando como:
  • 6 - Questão 32028.   Informática - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Uma rede social, que vem ganhando cada vez mais adeptos, propõe que as pessoas possam fazer indagações para qualquer usuário que esteja cadastrado na página. Como não há um tema para as perguntas, quem possui um perfil na rede social está sujeito a receber todos os tipos de indagação, e cada usuário pode decidir se deseja responder às questões ou não. Assinale a alternativa que exibe o nome dessa rede social.
  • 7 - Questão 32012.   Português - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Para responder à questão, leia o texto abaixo.

    Mãe
    (Crônico dedicado o o Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico)
    Rubem Braga

    O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol
    Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.
    Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: 
    — Cadê Joãozinho?
    O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.
    — Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! 
    O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: 
    — O menino tem OITO anos, Maria! 
    — OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! 
    E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. 
    — Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.
    Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.
    Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: 
    — E o Joãozinho? 
    Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. 
    — Joãozinho! 
    O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. 
    — Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu
    A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". 
    — Acho que entrou... ou então foi-se embora. 
    De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".
    Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!
    O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: 
    — Mãe é chaaata... 

    Maio, 1953
    (http://www. releituras. com/rubembraga_mae. asp)
  • A expressão "hein?", presente no fragmento "como é que você não viu, você não estava com ele? hein?", está exercendo qual função da linguagem?
  • 9 - Questão 32026.   Informática - Nível Médio - Técnico em Informática - CRMV SP - QUADRIX - 2013
  • Pode-se usar uma senha com imagem no Windows 8 e no Windows RT para que até mesmo a entrada em um computador seja mais pessoal. Como o usuário escolhe a imagem e as formas nela, as combinações são infinitas. Logo, uma imagem com senha é, na verdade, mais segura contra hackers do que uma senha tradicional. Pode-se desenhar uma senha com imagem diretamente em uma tela sensível ao toque com o dedo ou pode-se usar um mouse para desenhar as formas ou gestos. Essa senha é composta de quantos gestos?