Questões de Concursos EMBASA

Resolva Questões de Concursos EMBASA Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 41929.   Segurança e Saúde no Trabalho - Nível Superior - Enfermeiro do Trabalho - EMBASA - IBFC - 2015
  • Sobre a Ergonomia disposta na Norma Regulamentadora - 17 (NR-17), leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 

    I. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador. 
    II. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas. 
    III. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado. 
    IV. Nas atividades que envolvam leitura de documentos para digitação, datilografia ou mecanografia deve ser utilizado documento de fácil legibilidade sempre que possível, sendo permitida a utilização do papel brilhante. 

    Estão corretas as afirmativas:
  • 3 - Questão 2617.   Administração - Nível Médio - Assistente Administrativo - EMBASA - CESPE
  • Quanto ao arquivamento, ao protocolo e aos procedimentos administrativos, julgue os itens de 1 a 7:
  • Quando um setor acumula muitos documentos que não são mais utilizados, as eventuais buscas tornam-se demoradas e pouco eficientes; por esse motivo, tal setor deve escolher os documentos considerados importantes para conservar junto aos que ainda estão em curso e destruir o restante.
  • 4 - Questão 38118.   Arquivologia - Nível Médio - Assistente de Serviço Administrativo I - EMBASA - CESPE - 2010
  • Quanto ao arquivamento, ao protocolo e aos procedimentos administrativos, julgue o item.

    A formação de processo deve incluir as seguintes ações: prender toda a documentação dentro de uma capa, obedecendo à ordem cronológica do documento mais antigo para o mais recente; colocar uma etiqueta na capa com o número de protocolo; numerar as folhas do processo em ordem crescente e sem rasuras; identificar, na capa, a unidade para a qual o processo será encaminhado.
  • 5 - Questão 38153.   Atendimento - Nível Médio - Assistente de Serviço Administrativo I - EMBASA - CESPE - 2010
  • Julgue o próximo item, acerca do tema atendimento.

    Compreender as percepções, necessidades e relações dos clientes com a sociedade e o mercado é um grande desafio para as organizações que buscam obter informações sobre hábitos de consumo, vontades e desejos, explícitos e ocultos, desses clientes, geralmente utilizando registros internos na organização, pesquisa de marketing etc.
  • 6 - Questão 40891.   Português - Nível Superior - Enfermeiro do Trabalho - EMBASA - IBFC - 2015
  • Não quer ajudar, não atrapalha 
                        (Gregório Duvivier) 

        É sempre a mesma coisa. Primeiro todo o mundo põe um filtro arco-íris no avatar. Depois vem uma onda de gente criticando quem trocou o avatar. Depois vem a onda criticando quem criticou. Em seguida começam a criticar quem criticou os que criticaram. Nesse momento já começaram as ofensas pessoais e já se esqueceu o porquê de ter trocado o avatar, ou trocado o nome para guarani kayowá, ou abraçado qualquer outra causa.
        Toda batalha pode ser ridicularizada. Você é contra a homofobia: essa bandeira é fácil, quero ver levantar bandeira contra a transfobia. Você é contra a transfobia: estatisticamente a transfobia afeta muito pouca gente se comparada ao machismo. Você é contra o machismo: mas a mulher está muito mais incluída na sociedade do que os negros. E por aí vai. Você é de esquerda, mas não doa pros pobres? Hipócrita. Ah, você doa pros pobres? Populista. Culpado. Assistencialista.
        Cintia Suzuki resumiu bem: “Você coloca um avatar coloridinho, aí não pode porque tem gente passando fome. Aí o governo faz um programa pras pessoas não passarem mais fome, e aí não pode porque é sustentar vagabundo (...). Moral da história: deixa os outros ajudarem quem bem entenderem, já que você não vai ajudar ninguém".
        Todo vegetariano diz que a parte difícil de não comer carne não é não comer carne. Chato mesmo é aguentar a reação dos carnívoros: “De onde você tira a proteína? Você tem pena de bicho? Mas de rúcula você não tem pena? E das pessoas que colhem a rúcula, você não tem pena? E dos peruanos que não podem mais comprar quinoa e estão morrendo de fome?"
        O estranho é que, independentemente da sua orientação em relação à carne, não há quem não concorde que o vegetarianismo seria melhor para o mundo, seja do ponto de vista dos animais, ou do meio ambiente, ou da saúde, ou de tudo junto. O problema é exatamente esse: alguém fazendo alguma coisa lembra a gente de que a gente não está fazendo nada. Quando o vizinho separa o lixo, você se sente mal por não separar. A solução? Xingar o vizinho, esse hipócrita que separa o lixo, mas fuma cigarro. Assim é fácil, vizinho.
        Quem não faz nada pra mudar o mundo está sempre muito empenhado em provar que a pessoa que faz alguma coisa está errada — melhor seria se usasse essa energia para tentar mudar, de fato, alguma coisa. Como diria minha avó: não quer ajudar, não atrapalha.

    (Disponível em: http://www1 .folha.uol.com.br/colunas/ areaorioduvivier/2015/07/1654941-nao-auer-aiudar-nao-atrapalha.shtml. Acesso em: 10/09/15)
  • A respeito das orações que constituem o título do texto, é correto afirmar que ocorrem:
  • 7 - Questão 40610.   Conhecimentos Específicos - Normas Regulamentadoras de Ministério do Trabalho e Emprego - Nível Médio - Técnico em Segurança do Trabalho - EMBASA - IBFC - 2015
  • A questão deve ser respondida de acordo com os bons costumes e normas para instalações elétricas. 

    Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto que segue. Quando os dispositivos de interrupção ou de comando não puderem ser manobrados, por questão de segurança, principalmente em casos de manutenção,____________________.
  • 8 - Questão 40890.   Português - Nível Superior - Enfermeiro do Trabalho - EMBASA - IBFC - 2015
  • Não quer ajudar, não atrapalha 
                        (Gregório Duvivier) 

        É sempre a mesma coisa. Primeiro todo o mundo põe um filtro arco-íris no avatar. Depois vem uma onda de gente criticando quem trocou o avatar. Depois vem a onda criticando quem criticou. Em seguida começam a criticar quem criticou os que criticaram. Nesse momento já começaram as ofensas pessoais e já se esqueceu o porquê de ter trocado o avatar, ou trocado o nome para guarani kayowá, ou abraçado qualquer outra causa.
        Toda batalha pode ser ridicularizada. Você é contra a homofobia: essa bandeira é fácil, quero ver levantar bandeira contra a transfobia. Você é contra a transfobia: estatisticamente a transfobia afeta muito pouca gente se comparada ao machismo. Você é contra o machismo: mas a mulher está muito mais incluída na sociedade do que os negros. E por aí vai. Você é de esquerda, mas não doa pros pobres? Hipócrita. Ah, você doa pros pobres? Populista. Culpado. Assistencialista.
        Cintia Suzuki resumiu bem: “Você coloca um avatar coloridinho, aí não pode porque tem gente passando fome. Aí o governo faz um programa pras pessoas não passarem mais fome, e aí não pode porque é sustentar vagabundo (...). Moral da história: deixa os outros ajudarem quem bem entenderem, já que você não vai ajudar ninguém".
        Todo vegetariano diz que a parte difícil de não comer carne não é não comer carne. Chato mesmo é aguentar a reação dos carnívoros: “De onde você tira a proteína? Você tem pena de bicho? Mas de rúcula você não tem pena? E das pessoas que colhem a rúcula, você não tem pena? E dos peruanos que não podem mais comprar quinoa e estão morrendo de fome?"
        O estranho é que, independentemente da sua orientação em relação à carne, não há quem não concorde que o vegetarianismo seria melhor para o mundo, seja do ponto de vista dos animais, ou do meio ambiente, ou da saúde, ou de tudo junto. O problema é exatamente esse: alguém fazendo alguma coisa lembra a gente de que a gente não está fazendo nada. Quando o vizinho separa o lixo, você se sente mal por não separar. A solução? Xingar o vizinho, esse hipócrita que separa o lixo, mas fuma cigarro. Assim é fácil, vizinho.
        Quem não faz nada pra mudar o mundo está sempre muito empenhado em provar que a pessoa que faz alguma coisa está errada — melhor seria se usasse essa energia para tentar mudar, de fato, alguma coisa. Como diria minha avó: não quer ajudar, não atrapalha.

    (Disponível em: http://www1 .folha.uol.com.br/colunas/ areaorioduvivier/2015/07/1654941-nao-auer-aiudar-nao-atrapalha.shtml. Acesso em: 10/09/15)
  • A repetição enfática de várias formas do verbo “criticar", no primeiro parágrafo, contribui para:
  • 9 - Questão 40645.   Português - Nível Médio - Técnico em Segurança do Trabalho - EMBASA - IBFC - 2015
  • Texto I
                                                Os bolsos do morto
                                                                                                              (Luis Fernando Veríssimo)

          O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.
           Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:
           - Poderiam ter escolhido outra gravata...
           - É. Essa está brava.
           - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?
           - “Lá” onde?
           - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.
           - Eu acho que a alma não vai de gravata.
           - Será que não? E de fatiota?
           - Também não.
           - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.
           - Você é da família?
           - Não. Apenas um conhecido.

           Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!
           Você diz para o outro:
           - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.
           - Como assim?
           - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...
           - Pepsamar...
           - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?
           - Sei.
           - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.
           - Você acha?
           - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!
           Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:
           - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.
           - Sem piedade.
           - Nenhuma.
    Vocabulário:
    Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais
    Pepsamar - tipo de medicamento 
  • Considere o fragmento abaixo para responder a questão.

    "- Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!“ (25°§)

    Adjetivos ou locuções adjetivas são termos que acompanham substantivos caracterizando-os. Desse modo, assinale a única opção cuja palavra destacada NÃO cumpra esse papel caracterizador.
  • 10 - Questão 40892.   Português - Nível Superior - Enfermeiro do Trabalho - EMBASA - IBFC - 2015
  • Não quer ajudar, não atrapalha 
                        (Gregório Duvivier) 

        É sempre a mesma coisa. Primeiro todo o mundo põe um filtro arco-íris no avatar. Depois vem uma onda de gente criticando quem trocou o avatar. Depois vem a onda criticando quem criticou. Em seguida começam a criticar quem criticou os que criticaram. Nesse momento já começaram as ofensas pessoais e já se esqueceu o porquê de ter trocado o avatar, ou trocado o nome para guarani kayowá, ou abraçado qualquer outra causa.
        Toda batalha pode ser ridicularizada. Você é contra a homofobia: essa bandeira é fácil, quero ver levantar bandeira contra a transfobia. Você é contra a transfobia: estatisticamente a transfobia afeta muito pouca gente se comparada ao machismo. Você é contra o machismo: mas a mulher está muito mais incluída na sociedade do que os negros. E por aí vai. Você é de esquerda, mas não doa pros pobres? Hipócrita. Ah, você doa pros pobres? Populista. Culpado. Assistencialista.
        Cintia Suzuki resumiu bem: “Você coloca um avatar coloridinho, aí não pode porque tem gente passando fome. Aí o governo faz um programa pras pessoas não passarem mais fome, e aí não pode porque é sustentar vagabundo (...). Moral da história: deixa os outros ajudarem quem bem entenderem, já que você não vai ajudar ninguém".
        Todo vegetariano diz que a parte difícil de não comer carne não é não comer carne. Chato mesmo é aguentar a reação dos carnívoros: “De onde você tira a proteína? Você tem pena de bicho? Mas de rúcula você não tem pena? E das pessoas que colhem a rúcula, você não tem pena? E dos peruanos que não podem mais comprar quinoa e estão morrendo de fome?"
        O estranho é que, independentemente da sua orientação em relação à carne, não há quem não concorde que o vegetarianismo seria melhor para o mundo, seja do ponto de vista dos animais, ou do meio ambiente, ou da saúde, ou de tudo junto. O problema é exatamente esse: alguém fazendo alguma coisa lembra a gente de que a gente não está fazendo nada. Quando o vizinho separa o lixo, você se sente mal por não separar. A solução? Xingar o vizinho, esse hipócrita que separa o lixo, mas fuma cigarro. Assim é fácil, vizinho.
        Quem não faz nada pra mudar o mundo está sempre muito empenhado em provar que a pessoa que faz alguma coisa está errada — melhor seria se usasse essa energia para tentar mudar, de fato, alguma coisa. Como diria minha avó: não quer ajudar, não atrapalha.

    (Disponível em: http://www1 .folha.uol.com.br/colunas/ areaorioduvivier/2015/07/1654941-nao-auer-aiudar-nao-atrapalha.shtml. Acesso em: 10/09/15)
  • Sobre o emprego do pronome “você", no segundo parágrafo, assinale a única opção INCORRETA: