Questões de Concursos ETAM

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  • 1 - Q18764.   Português - Nível Médio - Técnico de Projetos - ETAM - BIO-RIO - 2015
  • CADERNETA DE POUPANÇA

          Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
        De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
       O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
          Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
        Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
  • “Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos”.
    Deduz-se desse segmento do texto que:
  • 2 - Q18760.   Português - Nível Médio - Técnico de Projetos - ETAM - BIO-RIO - 2015
  • CADERNETA DE POUPANÇA

          Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
        De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
       O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
          Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
        Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
  • “Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
    O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais”.
    A seguinte forma verbal presente nesses períodos iniciais do texto também estaria corretamente empregada no plural:
  • 4 - Q18773.   Física - Nível Médio - Técnico de Projetos - ETAM - BIO-RIO - 2015
  • A National Aeronautics and Space Administration (NASA) pretende enviar uma missão tripulada a Marte ainda na próxima década. Sabe-se que a aceleração da gravidade na superfície de Marte é de cerca de 3,7 m/s² enquanto na superfície da Terra é de cerca de 10 m/s². Considere que um astronauta desta missão possua, na Terra, um peso de 800N. A massa e o peso deste astronauta, ambos medidos em Marte, seriam respectivamente:
  • 5 - Q18768.   Inglês - Nível Médio - Técnico de Projetos - ETAM - BIO-RIO - 2015
  •    Is blue growth the beginning or end of a healthier ocean?

    March 17th 2015

    Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
    The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist"s World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world"s seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
    The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
    A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
    These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
    Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
    But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                           (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
  • “Ones” em “protecting healthy ones” substitui a palavra:
  • 6 - Q18739.   Conhecimentos Específicos - Interpretação de Textos - Nível Médio - Aluno Oficial - ETAM - BIO-RIO - 2014
  • TEXTO I

    Um leitor da revista Superinteressante, de novembro de 2014, redigiu a seguinte carta: “Na reportagem Por que está faltando água? me decepcionei um pouco. Vocês explicaram lindamente as reservas e o mau uso, mas falta um pedaço importante da história: a relação evidente entre desmatamento e a falta de água. Por que faltou chuva? Por causa do desmatamento da Amazônia. As pessoas precisam entender que não basta rezar para chover e colocar a culpa no governo.”
  • Numa reportagem da mesma revista está escrito o seguinte: “O BRASIL SECOU. A falta de água se alastrou pelo País, sintoma das mudanças climáticas e do desmatamento na Amazônia, cada vez mais debilitada. Nos aproximamos de um futuro desértico – e a culpa é toda nossa.” Comparando a carta do leitor (1) e a chamada da reportagem (2), podemos dizer que:
  • 8 - Q18767.   Inglês - Nível Médio - Técnico de Projetos - ETAM - BIO-RIO - 2015
  •    Is blue growth the beginning or end of a healthier ocean?

    March 17th 2015

    Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
    The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist"s World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world"s seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
    The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
    A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
    These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
    Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
    But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                           (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
  • A palavra “good” em “A healthy ocean ecosystem is a public good” significa:
  • 9 - Q18736.   Conhecimentos Específicos - Interpretação de Textos - Nível Médio - Aluno Oficial - ETAM - BIO-RIO - 2014
  • TEXTO I

    Um leitor da revista Superinteressante, de novembro de 2014, redigiu a seguinte carta: “Na reportagem Por que está faltando água? me decepcionei um pouco. Vocês explicaram lindamente as reservas e o mau uso, mas falta um pedaço importante da história: a relação evidente entre desmatamento e a falta de água. Por que faltou chuva? Por causa do desmatamento da Amazônia. As pessoas precisam entender que não basta rezar para chover e colocar a culpa no governo.”
  • O leitor, ao redigir a carta, pretende:
  • 10 - Q18738.   Conhecimentos Específicos - Interpretação de Textos - Nível Médio - Aluno Oficial - ETAM - BIO-RIO - 2014
  • TEXTO I

    Um leitor da revista Superinteressante, de novembro de 2014, redigiu a seguinte carta: “Na reportagem Por que está faltando água? me decepcionei um pouco. Vocês explicaram lindamente as reservas e o mau uso, mas falta um pedaço importante da história: a relação evidente entre desmatamento e a falta de água. Por que faltou chuva? Por causa do desmatamento da Amazônia. As pessoas precisam entender que não basta rezar para chover e colocar a culpa no governo.”
  • Na frase “Por que está faltando água?” o termo sublinhado aparece grafado em duas palavras e sem acento gráfico: “Por que”. O pensamento abaixo em que essa mesma grafia preenche a lacuna é: