Questões de Concursos HOB

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  • 1 - Questão 44226.   Segurança e Saúde no Trabalho - Nível Médio - Agente Administrativo - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • “Um certo empregado realizou a manutenção em uma máquina de corte em movimento, mesmo sabendo que corria risco da ocorrência de acidente. Como reflexo dessa atitude teve amputado seu dedo indicador.” É correto afirmar que esse acidente é classificado como
  • 3 - Questão 46764.   Odontologia - Nível Superior - Cirurgião Dentista - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • O manejo cirúrgico das infecções dos espaços fasciais quase sempre necessita de incisão e exploração agressiva dos espaços fasciais envolvidos. Um ou mais drenos, geralmente, são necessários para fornecer drenagem adequada e descompressão da área infectada. Em relação à abordagem para incisão e drenagem dos espaços fasciais profundos, analise as afirmativas.

    I. Infecções graves que envolvem os espaços infraorbitário, submassetérico e pterigomandibular requerem abordagem para incisão e drenagem extraoral. 
    II. Infecções graves que envolvem os espaços submentual e submandibular requerem abordagem para incisão e drenagem extraoral. 
    III. Infecções graves que envolvem os espaços infratemporal e temporal profundo requerem abordagem para incisão e drenagem que pode ser realizada intraoral ou extraoralmente. 
    IV. Infecções graves que envolvem o espaço faríngeo lateral requerem abordagem para incisão e drenagem que pode ser realizada somente extraoralmente. 

    Estão corretas apenas as afirmativas segundo James R. Hupp e colaboradores
  • 4 - Questão 44225.   Segurança e Saúde no Trabalho - Nível Médio - Agente Administrativo - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • “Uma indústria apresenta, em seu ambiente de trabalho, situações como o empilhamento incorreto de matéria-prima e obstrução das passagens para a circulação dos funcionários.” Essas irregularidades técnicas são identificadas como
  • 5 - Questão 46762.   Odontologia - Nível Superior - Cirurgião Dentista - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • “Segundo James R. Hupp, Edward Ellis III e Myron R. Tucker, a dosagem de epinefrina por via parenteral que deve ser administrada a um paciente que apresente reação de hipersensibilidade com sinais de envolvimento do trato respiratório inferior (sibilo) ou uma obstrução laríngea é de ________ de uma solução de 1:1000; a dose deve ser repetida a cada ________ minutos, se os sintomas recomeçarem ou continuarem. Ainda, segundo os mesmos autores, a dosagem de nitroglicerina a ser dissolvida sublingualmente a um paciente que apresente desconforto torácico por isquemia do miocárdio é de ________ repetida, se necessária, a cada ________ minutos, enquanto a pressão sistólica estiver menor que 90 mmHg, até no máximo de _______ doses." Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
  • 6 - Questão 44407.   Português - Nível Superior - Agente Administrativo - HOB - CONSULPLAN - 2015
  •                                    Repolhos iguais 

         Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 

         Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 

         Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos - deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala-se não sei em que lugar deste mundo louco, em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 

         Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 

         Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 

        Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais. 

    ( LUFT, Lya. Revista Veja - 07 de maio de 2014.) 
  • Observe: trejeito – estorvar – aturdido.  

    A sequência que substitui as palavras sem perda semântica é
  • 7 - Questão 14739.   Português - Nível Superior - Assistente Social - HOB - CONSULPLAN - 2014
  • Texto

    Conversa de grego

        Tinha recebido pequena herança de uma tia. Queria aplicar o dinheiro numa atividade que lhe desse algum lucro, porém, mais que lucro, satisfação intelectual. Descartou a ideia de abrir uma banca de jornal. Jornaleiro tem que acordar de madrugada. Queria coisa mais suave. Foi pedir conselho a um amigo. Ainda há pessoas que acreditam em conselhos. O amigo era criativo.
      - Abra um curso de grego. Todo mundo está abrindo cursos de línguas. Inglês, espanhol... Hoje, com o Mercosul, são comuns jogos de futebol contra a Argentina, o Uruguai, o Chile, o espanhol está em alta. Não se admite mais o portunhol de antes. O negócio de hoje é abrir um curso de espanhol. Inglês também, é claro. Atualmente até para comer um sanduíche é preciso saber inglês. McDonald"s, Coca, Blue Life... Não se diz mais apartamento. É loft. Daqui a uns vinte anos, quando o Brasil tiver liquidado sua dívida externa, as relações pessoais com o resto do mundo serão feitas no idioma de Cervantes, de Carlos Gardel e, claro, na língua do Clinton... Entendeu?
      - Não.
      - É simples. É preciso alargar os horizontes. É a razão por que em qualquer esquina da cidade surgem placas de cursos de línguas. Você tem que ser esperto... Entendeu?
      - Ainda não.
      - Serei mais objetivo. A cidade está saturada de cursos de inglês e de espanhol... Percebe?
      - Percebo.
      - Muito bem. Agora me diga: quantos cursos de grego você conhece na cidade?
      - Bem...
      - Taí. Nenhum... Nem um, cara. O que existe é escola de inglês, de espanhol, de informática... Até de ikebana. Mas de grego, rapaz, não existe. Então é isso. Você tem que aproveitar as brechas que o mercado oferece. Abra um curso de grego.
      - Mas...
      - Não tem mas. Já pensou formar classes de alunos interessados em ler Xenofonte no original? O problema do Brasil é que todo mundo quer ir pelo caminho mais fácil. O sujeito abre uma pizzaria, no mês seguinte outros doze cidadãos resolvem abrir o mesmo tipo de negócio na mesma rua. Desse jeito é claro que não vai dar certo... Veja o caso da comida por quilo. Está arruinando com o negócio do prato feito. O tradicional prato feito elaborado com carinho, artesanalmente, cada bar com seu tempero peculiar... Hoje o prato feito está indo pro brejo. Só tem comida por quilo. O mercado vai acabar saturado de comida por quilo. Escute o que lhe digo: daqui a cinquenta anos, ou um pouco mais, quando o Brasil tiver se safado da dívida externa, ninguém vai poder nem olhar comida por quilo... Entendeu?
      - Hum...
      - Vou explicar melhor, Anaxágoras. Teu pai não era comandante da marinha mercante grega?
      - Foi.
      - E tua genitora? Nasceu onde?
      - Em Chipre.
      - Era cipriota. Eu sabia. Perguntei por perguntar. Veja bem. Teu pai era comandante de navio grego, tua mãe era cipriota, você se chama Anaxágoras, passou a infância ouvindo os pais falando grego. Cursou a universidade... Que curso você fez na faculdade?
      - Grego, ué. Você sabe disso...
      - Aí é que está. Você tem tudo para abrir um curso de grego.
      - Você acha que há alguém disposto a aprender grego? Qual a utilidade prática? Inglês vá lá... Até jogador do Palmeiras precisa disso para disputar a taçaToyota...
      - Taça Mitsubishi.
      - Mitsubishi, Honda, tanto faz... Tem o torneio Mercosul...
      - Mercosur.
      - Tanto faz. Mas, grego? Nem sei se a Grécia tem time de futebol.
      - Claro que tem. Mas não estamos falando de futebol. As pessoas precisam alargar seus horizontes culturais. Quantas pessoas sabem quem foi Alexandre, o Grande? A vida de Alexandre é uma novela. Novela - você entendeu o que quero dizer? No-ve-la. Já imaginou emplacar uma novela grega na TV? Quem dominou o mundo? Quem chegou a Roma e a Cartago? Quem atravessou as Colunas de Hércules? Os gregos mudaram a face do mundo, rapaz. Ainda hoje, quando se quer falar que uma mulher é de fechar o comércio, o que se diz?
      - Que é boazuda.
      - Isso quem fala é a ralé. Gente educada diz: “É uma mulher de beleza helênica". As pessoas ainda têm muito o que aprender com Tucídides, com o generalBrásidas, com o cerco de Esfactéria, com a guerra do Peloponeso... A Grécia dá samba, amigo. Infelizmente, as pessoas estão sendo induzidas a se entreter com histórias de macarronada, de amores entre fazendeiros e mucamas... Vá por mim, Anaxágoras. Abra um curso de grego. Você vai faturar uma nota. Daqui a cem anos, quando o Brasil..
      - ... zerar a dívida externa...
      - Exato. O grego vai voltar a ter a importância cultural do passado. Mas alguém tem que iniciar o processo. Entendeu?
      - Entendi...
      - Então o próximo passo é bolar o nome da escola. Que tal Ágora? Ágora era a praça onde os gregos discutiam filosofia. Me parece um bom nome para um curso de grego. Gostou da ideia?
      - Não é ruim. Apenas precisa de uns ajustes técnicos...
       Três meses depois Anaxágoras inaugurava o Ágora, um restaurante especializado em delivery de prato-feito grego.

    (DIAFÉRIA, Lourenço. Conversa de grego. In.: PINTO, Manuel da Costa. Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Moderna, 2008. p. 52-56.)
  • No  trecho  “A  vida  de  Alexandre  é  uma  novela.  Novela  –  você  entendeu  o  que  quero  dizer?  No-ve-la.”  (26º§),  o  travessão ( – ) foi empregado para
  • 8 - Questão 44425.   Direito Sanitário - Nível Médio - Agente Administrativo - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • Segundo a Lei nº 8080/1990, são objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS):  

    I.   A identificação e a divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
    II.  A formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto  no §1º do art. 2º desta lei.
    III.   A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde.  

    Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
  • 9 - Questão 44224.   Segurança e Saúde no Trabalho - Nível Médio - Agente Administrativo - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • Sobre os conceitos de segurança do trabalho, analise 

    I. Acidente é todo aquele que se verifica pelo exercício do trabalho, provocando direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional, ou doença que determine a morte, a perda total ou parcial, permanente ou temporária da capacidade para o trabalho. 
    II. O acidente de trabalho é reflexo somente da relação do colaborador com os colegas de trabalho. 
    III. Acidente típico é aquele que ocorre durante a execução do trabalho. 
    IV. Acidente de trajeto é aquele que ocorre durante o percurso entre a residência e o trabalho, ou vice‐versa. 
    V.   Doença ocupacional é aquela produzida ou desencadeada em virtude do exercício do trabalho específico à determinada atividade 

    Estão corretas apenas as afirmativas
  • 10 - Questão 44217.   Informática - Nível Médio - Agente Administrativo - HOB - CONSULPLAN - 2015
  • Em uma planilha do Microsoft Excel 2010 para efetuar uma impressão (botão imprimir) alterando a margem, tamanho do papel, ou alguma outra configuração de página, deve-se utilizar o seguinte comando: