Questões de Concursos IFGO

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  • 2 - Q35419.   Matemática - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFGO - CS-UFG - 2014
  • Ao montar sua barraca, um feirante vende três espigas de milho por R$ 3,90. No final da feira, ele passa a vender sete espigas de milho por R$ 5,60. Nessas condições, o cliente que compra desse feirante sete espigas de milho no final da feira economiza, em reais,
  • 5 - Q35414.   Português - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFGO - CS-UFG - 2014
  • Sua excelência, o leitor

    Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas - é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos - todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.

    TEZZA, Cristóvão. Disponível em: Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
  • Qual das expressões abaixo está empregada em sentido figurado?
  • 6 - Q35441.   Biblioteconomia - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFGO - CS-UFG - 2014
  • A preservação digital é um conjunto de cuidados e procedimentos que asseguram ao documento digital a sua acessibilidade e sua integridade por meio da preservação física, mas, atualmente, ainda encontra a seguinte desvantagem:
  • 9 - Q35416.   Português - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFGO - CS-UFG - 2014
  • Sua excelência, o leitor

    Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas - é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos - todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.

    TEZZA, Cristóvão. Disponível em: Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
  • Na palavra “puxam”, a letra “x” produz o mesmo som produzido por
  • 10 - Q35411.   Português - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFGO - CS-UFG - 2014
  • Sua excelência, o leitor

    Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas - é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos - todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.

    TEZZA, Cristóvão. Disponível em: Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
  • O autor ressalta a importância do leitor, que fica evidente na expressão