Questões de Concursos IFRO

Resolva Questões de Concursos IFRO Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q38876.   Matemática - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Priscila tem 7,5 metros de tecido para fazer um conjunto de terno. Ela usou 2,25 metros para a confecção da calça, 2,75 metros para o blazer e 1,25 metros para o colete. Quanto de tecido sobrou para Priscila?
  • 2 - Q38883.   Biblioteconomia - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Otimizar cada espaço da biblioteca é essencial, tanto no que diz respeito à organização, quanto ao visual. Dessa forma, os livros devem ser dispostos de maneira correta, de modo que para saber a quantidade de livros a ser colocada em determinado espaço, pode-se usar um cálculo padrão, segundo o qual:
  • 3 - Q38890.   Biblioteconomia - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • De acordo com o Ministério da Cultura, Direitos Autorais são as denominações utilizadas para definir posse sobre obras intelectuais que podem ser
  • 4 - Q38868.   Português - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Qual a única alternativa cuja oração apresenta o uso CORRETO da crase?
  • 5 - Q38874.   Matemática - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Na bilheteria de um teatro, um funcionário começou seu trabalho com R$ 715,00 em caixa. Na primeira sessão, ele vendeu 117 ingressos a R$ 14,00 cada um, e 52 ingressos a R$ 7,00 cada um. Depois disso, qual a quantia que ele deverá ter em caixa?
  • 6 - Q38894.   Biblioteconomia - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Durante a catalogação dos livros, existe um processo que consiste na formação dos índices do acervo, para facilitar a consulta dos diversos fundos bibliográficos da biblioteca. Sem esse processo, certamente, o usuário da biblioteca teria de ir até o acervo e procurar livro por livro.

    Assinale a alternativa CORRETA quanto ao nome desse processo.
  • 7 - Q38888.   Biblioteconomia - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • As entradas de fichas catalogais de livros devem ser feitas em ordem alfabética, letra por letra e palavra por palavra. Analise as assertivas abaixo sobre algumas das regras de alfabetação para a catalogação de livros.

    I Devem-se considerar os artigos definidos e indefinidos colocados antes das palavras.
    II Os números devem ser considerados e catalogados pela ordem numérica natural (1, 2,...,156,...,1001, etc.).
    III As abreviaturas devem ser alfabetadas como se essas tivessem sido escritas por extenso (Cel.= Coronel, Dr.= Doutor, Pe.= Padre, etc.).
    IV A cedilha (Ç) deve sempre anteceder o C (calçar, calcar; roça, roca, etc.).

    Está CORRETO apenas o exposto em:
  • 8 - Q38885.   Biblioteconomia - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • O descarte é uma tarefa que consiste em retirar do acervo da biblioteca, de forma definitiva e após uma criteriosa seleção, livros com mais de um exemplar, livros que não são usados ou emprestados, ou livros danificados, com recuperação inviável. Ao descarte pode-se também dar o nome de:
  • 9 - Q38864.   Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Dando o troco
    (Alberto Villas)

    Quando a gente entra num supermercado pra pagar 9,90 e dá uma nota de 10, a caixa sempre vem com essa:
    - Não tem 90 centavos?
    Quando você vai comprar alguma coisa e tira da carteira uma nota de 20, ela olha assustada e sempre solta essa:
    - Não tem menor?
    O Brasil é um país que não tem troco. E no país que não tem troco, não sei por que cargas d’água, ao invés de arredondar o preço, decidiram colocar tudo quebrado. Tudo nesse país custa 9,99, 19,99, 29,99. Já percebeu que você nunca vê uma coisa custando, por exemplo, 12 reais? Não. É 11,99. O mais curioso é que o tal do 1 centavo não está em circulação há um bom tempo. Sei lá, acho que desde a copa de 2010 nunca mais se viu aquela moedinha minúscula de 1 centavo.
    Outro dia fui numa dessas lojas gigantescas na Marginal Pinheiros e perguntei pra caixa se, em caso de um objeto custar 9,99 e o freguês der uma nota de 10 o que ela faz. Ela explicou que se o freguês insistir muito, fizer questão mesmo do troco, ela vai “lá no depósito” e busca a moeda de 1 centavo. Ora, ao invés de ir no depósito buscar a moedinha não seria mais fácil ter um punhado delas dentro da gaveta do caixa?
    Todo mundo sabe que o tal do 99 é para enganar cliente. Uma vez vi uma mulher dizendo que um produto custava “19 e pouco”. Na verdade, custava 19,99. Quer dizer, custava 19 e muito. Mas para ela aquele 19,99 era muito, muito menos que 20 reais. O mais curioso de tudo é que agora as coisas custam 136,90. Ora, por quê 136,90? Para fingir que não custa 137? Qual é a diferença?
    Antigamente só algumas coisas tinham o preço quebrado. Agora não. É tudo. Uma empadinha pode custar 4,99, um cafezinho 3,99 e um estacionamento em São Paulo 9,99 a hora. Não é 10. É 9,99! Nos cartórios então, os preços quebrados fazem a festa. Uma autenticação? 2,91! Um reconhecimento de firma? 4,93! e por aí vai. Nos postos de gasolina a coisa fica pior ainda. O litro de gasolina custa 2.513! Outro dia passei numa livraria e vi o preço da caixa com todos os vinis dos Beatles: 3.399,90. E na porta de uma concessionária estava lá estampado o preço do carrão: 61.999.90!
    Ultimamente tenho andado muito de ônibus e de graça. Dou uma nota de 10 reais pro cobrador, ele abre a gavetinha e me olha assustadíssimo.
    - Não tenho troco!
    Ótimo. Fico ali na frente sentadinho e na hora de descer pergunto a ele se já tem o troco pros meus 10 reais.
    - Nem pensar!
    Então desço pela porta da frente, sem o menor problema. Que vontade que tenho de chegar em algum lugar e perguntar quanto custa o litro do leite e o vendedor responder:
    Três reais!
    Exatos 3 reais redondinhos! Mas não é assim. O litro do leite custa 3,09.
    Espero que esses quebrados fiquem apenas nos preços porque já pensou daqui a pouco a Caninha se chamar 50,99, o uísque se chamar Vat 68.90, aquele velho seriado de TV passar a ser Casal 19.90, o banco virar Banco 23 horas e 59, a estrada americana mudar para Rota 65,99?
    Já pensou quando lembrarmos do saudoso carnavalesco, a gente lembrar do Joãosinho 29,99?
    Já pensou se um médico daqueles da antiga colocar o aparelhinho nas suas costas para medir o frêmito toraco-vocal e pedir:
    Fala 32,99!
    Já pensou?
  • De acordo com o texto, o autor tem uma grande vontade de
  • 10 - Q38863.   Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Auxiliar de Biblioteca - IFRO - MAKIYAMA - 2013
  • Dando o troco
    (Alberto Villas)

    Quando a gente entra num supermercado pra pagar 9,90 e dá uma nota de 10, a caixa sempre vem com essa:
    - Não tem 90 centavos?
    Quando você vai comprar alguma coisa e tira da carteira uma nota de 20, ela olha assustada e sempre solta essa:
    - Não tem menor?
    O Brasil é um país que não tem troco. E no país que não tem troco, não sei por que cargas d’água, ao invés de arredondar o preço, decidiram colocar tudo quebrado. Tudo nesse país custa 9,99, 19,99, 29,99. Já percebeu que você nunca vê uma coisa custando, por exemplo, 12 reais? Não. É 11,99. O mais curioso é que o tal do 1 centavo não está em circulação há um bom tempo. Sei lá, acho que desde a copa de 2010 nunca mais se viu aquela moedinha minúscula de 1 centavo.
    Outro dia fui numa dessas lojas gigantescas na Marginal Pinheiros e perguntei pra caixa se, em caso de um objeto custar 9,99 e o freguês der uma nota de 10 o que ela faz. Ela explicou que se o freguês insistir muito, fizer questão mesmo do troco, ela vai “lá no depósito” e busca a moeda de 1 centavo. Ora, ao invés de ir no depósito buscar a moedinha não seria mais fácil ter um punhado delas dentro da gaveta do caixa?
    Todo mundo sabe que o tal do 99 é para enganar cliente. Uma vez vi uma mulher dizendo que um produto custava “19 e pouco”. Na verdade, custava 19,99. Quer dizer, custava 19 e muito. Mas para ela aquele 19,99 era muito, muito menos que 20 reais. O mais curioso de tudo é que agora as coisas custam 136,90. Ora, por quê 136,90? Para fingir que não custa 137? Qual é a diferença?
    Antigamente só algumas coisas tinham o preço quebrado. Agora não. É tudo. Uma empadinha pode custar 4,99, um cafezinho 3,99 e um estacionamento em São Paulo 9,99 a hora. Não é 10. É 9,99! Nos cartórios então, os preços quebrados fazem a festa. Uma autenticação? 2,91! Um reconhecimento de firma? 4,93! e por aí vai. Nos postos de gasolina a coisa fica pior ainda. O litro de gasolina custa 2.513! Outro dia passei numa livraria e vi o preço da caixa com todos os vinis dos Beatles: 3.399,90. E na porta de uma concessionária estava lá estampado o preço do carrão: 61.999.90!
    Ultimamente tenho andado muito de ônibus e de graça. Dou uma nota de 10 reais pro cobrador, ele abre a gavetinha e me olha assustadíssimo.
    - Não tenho troco!
    Ótimo. Fico ali na frente sentadinho e na hora de descer pergunto a ele se já tem o troco pros meus 10 reais.
    - Nem pensar!
    Então desço pela porta da frente, sem o menor problema. Que vontade que tenho de chegar em algum lugar e perguntar quanto custa o litro do leite e o vendedor responder:
    Três reais!
    Exatos 3 reais redondinhos! Mas não é assim. O litro do leite custa 3,09.
    Espero que esses quebrados fiquem apenas nos preços porque já pensou daqui a pouco a Caninha se chamar 50,99, o uísque se chamar Vat 68.90, aquele velho seriado de TV passar a ser Casal 19.90, o banco virar Banco 23 horas e 59, a estrada americana mudar para Rota 65,99?
    Já pensou quando lembrarmos do saudoso carnavalesco, a gente lembrar do Joãosinho 29,99?
    Já pensou se um médico daqueles da antiga colocar o aparelhinho nas suas costas para medir o frêmito toraco-vocal e pedir:
    Fala 32,99!
    Já pensou?
  • Sobre uma das lojas em que o autor foi, a sugestão que ele dá a respeito das moedinhas de 1 centavo é que a loja: