Questões de Concursos Innova

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  • 1 - Questão 45645.   Arquivologia - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  • Na gerência de documentação de uma empresa, existem muitos documentos que são produzidos e armazenados e que, por motivo de interesse administrativo, são mantidos em arquivos, com prazos determinados para sua eliminação ou guarda definitiva. 

    Esses documentos são conhecidos arquivisticamente como
  • 3 - Questão 45656.   Administração de Material - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  • Uma organização com atuação nacional está avaliando se a melhor forma de realizar os serviços de compras é de forma centralizada ou descentralizada. 

    Um argumento favorável à centralização das compras em um único departamento é a(o)
  • 5 - Questão 45650.   Matemática Financeira - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  • Uma loja anuncia uma televisão LCD de 32” por R$ 1.000,00. O cliente pode comprar o aparelho utilizando duas formas de pagamento: a primeira à vista, com 10% de desconto, e a segunda a prazo, com entrada de 50% do valor da TV no ato da compra mais uma parcela de igual valor 30 dias após. 

    Qual é a taxa mensal de juros compostos utilizada pela loja?
  • 6 - Questão 45649.   Matemática Financeira - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  • Um cidadão tomou um empréstimo de R$ 30.000,00, cento e vinte dias atrás, a uma taxa de juros simples de 1% ao mês. No dia de hoje, pagou uma certa quantia e ficou devendo uma parcela de igual valor a ser paga daqui a 120 dias. 

    Considerando-se a data focal como o dia de hoje e o ano comercial, quanto deve ser, aproximadamente, em reais, a quantia amortizada neste dia?
  • 7 - Questão 45637.   Português - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  •                                              A vida de um homem normal

    Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
  • O emprego do pronome lhe respeita algumas regras sintáticas, conforme ocorreu no trecho abaixo, retirado do Texto I. “Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera." (L. 22-24) 

    O pronome lhe está também empregado de acordo com a norma-padrão no seguinte período:
  • 8 - Questão 45657.   Administração de Material - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  • Um técnico foi recentemente contratado para o setor de compras de uma empresa. Ele iniciou algumas atividades, entre as quais uma que é considerada um desvio dos objetivos de uma seção de compras. 

    Esse desvio está associado à(ao)
  • 10 - Questão 45643.   Arquivologia - Nível Médio - Técnico de Administração e Controle Júnior - Innova - CESGRANRIO - 2012
  • O responsável pelo arquivo de uma empresa vai organizar os documentos dos seguintes funcionários: (1) Luiz Carlos do Couto; (2) Marcos Almeida Sobrinho; (3) Carlos Villa-Lobos; (4) Maria Luiza Barbosa e (5) Joanna da Silva. 

    Se ele utilizar o método alfabético e seguir as regras da alfabetação, a ordenação dos documentos deverá obedecer à seguinte ordem: