Questões de Concursos ITESP

Resolva Questões de Concursos ITESP Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 47246 - Serviço Social - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • Estamos vivenciando um caos nas ações e serviços de saúde pública em nosso País. Esse fenômeno impacta a vida dos trabalhadores e a sociedade brasileira como um todo. O Sistema Único de Saúde não tem garantido o direito social constitucional do acesso universal e integral de atenção à saúde.

    Analisando-se essa realidade, o Assistente Social, em sua prática profissional, poderá
  • 2 - Questão 47267 - Português - Interpretação de Textos - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  •                                O equilibrista bêbado

          Girar pratos constitui um tradicional ato circense, no qual um malabarista mantém um grande número de pratos girando sobre varetas. Frequentemente, o ato é combinado com acrobacias e sequências humorísticas. Girar pratos é também uma conhecida metáfora para o trabalho gerencial. Muitos executivos, quando interrogados sobre sua rotina, respondem com a frase: “continuo tentando manter os pratos no ar”.
          Colin Price, diretor da consultoria McKinsey & Company, em Londres, fez eco ao senso comum: publicou, há alguns meses, um artigo na revista da empresa, sugerindo que liderança se tornou, de fato, a arte de girar pratos. O consultor refere-se aos paradoxos característicos da vida nas organizações e à necessidade de os executivos buscarem posições de equilíbrio, nem sempre triviais.
          Sua principal premissa é que a forma racional para buscar melhores resultados nas organizações, com foco em questões financeiras e operacionais, com metas, pode não ser a maneira mais eficaz. Não deixa de parecer irônico, dado sua empresa ter construído um impressionante portfólio de clientes com a venda justamente desse tipo de abordagem. Price parece ter descoberto que, embora gostemos de ver as empresas como manifestações da racionalidade, a realidade frequentemente nos mostra que ações e decisões corporativas são comumente marcadas pela imprevisibilidade e pela excentricidade do comportamento humano.
          A sugestão de Price é abraçar a condição paradoxal da vida corporativa e buscar situações de equilíbrio. Assim como os malabaristas tentam manter seus pratos no ar, os executivos devem tentar direcionar esforços para incentivar os comportamentos capazes de alinhar as organizações com as suas maiores prioridades.
          O consultor identifica grandes paradoxos da vida corporativa. Dois deles merecem destaque. O primeiro envolve mudanças e estabilidade. Toda empresa que deseja sobreviver precisa manter-se no passo de mudança de seu ambiente. Frequentemente, isso implica realizar alterações na estratégia, reformar estruturas, renovar quadros e acelerar o desenvolvimento e o lançamento de produtos. No entanto, o excesso de mudanças causa estresse e gera resistência. Mais sensato é procurar o equilíbrio entre mudança e estabilidade, com respeito aos limites das pessoas e dos processos.
          O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.
          A mensagem de Price tem méritos. De fato, para enfrentar os desafios do dia a dia, os executivos devem reconhecer que sua atividade é permeada por contradições. Infelizmente, muitos parecem agir como equilibristas bêbados. Sobra-lhes desinibição e falta-lhes consciência. Se trabalhassem “sóbrios”, talvez fossem capazes de reconhecer a real natureza de sua tarefa e manter todos os pratos no ar.
       
                                                      (Thomaz Wood Jr., www.cartacapital.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
  • A comparação entre a gestão de negócios e a arte de girar pratos, estabelecida no texto, diz respeito ao fato de que os executivos precisam
  • 3 - Questão 47271 - Português - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • Releia o penúltimo parágrafo para responder à questão.

          O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.

    No contexto da argumentação do parágrafo, marcada pelo contraste entre ideias, a comparação com as bandas de jazz serve para destacar a importância de haver equilíbrio entre
  • 4 - Questão 47248 - Serviço Social - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • O capitalismo contemporâneo globalizado apoia-se no processo de reestruturação produtiva do qual resultam diferentes formas de organização e gestão do trabalho. Decorrem daí os seguintes processos no mundo do trabalho:
  • 5 - Questão 47249 - Serviço Social - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • A participação da sociedade na formulação, gestão, controle e avaliação das Políticas Sociais Públicas é assegurada constitucionalmente, nas próprias leis que as instituem, com o objetivo de garantir a paridade de representação entre Governo e sociedade civil, mediante a atuação dos(as)
  • 6 - Questão 47243 - Serviço Social - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • A noção de universalidade dos direitos sociais, civis e políticos fundamenta a construção de novas relações sociais e representa a busca pelo processo de democratização, igualdade de acesso e usufruto dos serviços sociais. Isso significa que no processo de planejamento, em diferentes áreas de atuação, o profissional de serviço social deve
  • 7 - Questão 47245 - Serviço Social - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • O serviço social, ao atuar junto ao Sistema de Recursos Humanos em empresas, volta-se estrategicamente para um fazer profissional articulado com a gestão de programas de responsabilidade social empresarial, esclarecendo e orientando sobre
  • 8 - Questão 47263 - Direito Administrativo - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • Assinale a alternativa correta a respeito dos princípios da Administração Pública.
  • 9 - Questão 47264 - Português - Interpretação de Textos - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  •                                O equilibrista bêbado

          Girar pratos constitui um tradicional ato circense, no qual um malabarista mantém um grande número de pratos girando sobre varetas. Frequentemente, o ato é combinado com acrobacias e sequências humorísticas. Girar pratos é também uma conhecida metáfora para o trabalho gerencial. Muitos executivos, quando interrogados sobre sua rotina, respondem com a frase: “continuo tentando manter os pratos no ar”.
          Colin Price, diretor da consultoria McKinsey & Company, em Londres, fez eco ao senso comum: publicou, há alguns meses, um artigo na revista da empresa, sugerindo que liderança se tornou, de fato, a arte de girar pratos. O consultor refere-se aos paradoxos característicos da vida nas organizações e à necessidade de os executivos buscarem posições de equilíbrio, nem sempre triviais.
          Sua principal premissa é que a forma racional para buscar melhores resultados nas organizações, com foco em questões financeiras e operacionais, com metas, pode não ser a maneira mais eficaz. Não deixa de parecer irônico, dado sua empresa ter construído um impressionante portfólio de clientes com a venda justamente desse tipo de abordagem. Price parece ter descoberto que, embora gostemos de ver as empresas como manifestações da racionalidade, a realidade frequentemente nos mostra que ações e decisões corporativas são comumente marcadas pela imprevisibilidade e pela excentricidade do comportamento humano.
          A sugestão de Price é abraçar a condição paradoxal da vida corporativa e buscar situações de equilíbrio. Assim como os malabaristas tentam manter seus pratos no ar, os executivos devem tentar direcionar esforços para incentivar os comportamentos capazes de alinhar as organizações com as suas maiores prioridades.
          O consultor identifica grandes paradoxos da vida corporativa. Dois deles merecem destaque. O primeiro envolve mudanças e estabilidade. Toda empresa que deseja sobreviver precisa manter-se no passo de mudança de seu ambiente. Frequentemente, isso implica realizar alterações na estratégia, reformar estruturas, renovar quadros e acelerar o desenvolvimento e o lançamento de produtos. No entanto, o excesso de mudanças causa estresse e gera resistência. Mais sensato é procurar o equilíbrio entre mudança e estabilidade, com respeito aos limites das pessoas e dos processos.
          O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.
          A mensagem de Price tem méritos. De fato, para enfrentar os desafios do dia a dia, os executivos devem reconhecer que sua atividade é permeada por contradições. Infelizmente, muitos parecem agir como equilibristas bêbados. Sobra-lhes desinibição e falta-lhes consciência. Se trabalhassem “sóbrios”, talvez fossem capazes de reconhecer a real natureza de sua tarefa e manter todos os pratos no ar.
       
                                                      (Thomaz Wood Jr., www.cartacapital.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
  • De acordo com o autor, a opinião de Colin Price acerca da relação entre liderança e a arte de girar pratos parece irônica, porque o consultor descreve o meio empresarial como
  • 10 - Questão 47256 - Serviço Social - Nível Superior - Analista de Desenvolvimento Agrário - ITESP - VUNESP - 2013
  • Os profissionais de serviço social precisam de maior aprofundamento para executar processos avaliativos de programas sociais. Contudo, reconhecem que, para construir uma metodologia de trabalho no processo de formulação, execução e avaliação de programas sociais, é imprescindível fundamentar-se em