Questões de Concursos Polícia Militar PB

Resolva Questões de Concursos Polícia Militar PB Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 17778.   Conhecimentos Específicos - História e Geografia de Estados e Municípios - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • A Revolução Praieira ocorrida na Província de Pernambuco, entre os anos de 1.848 e 1.850, foi uma revolta de caráter:
  • 4 - Questão 17781.   Conhecimentos Específicos - História e Geografia de Estados e Municípios - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • O clima, o relevo e a hidrografia determinam a vegetação que se apresenta diferenciada, em toda a extensão do território paraibano. Destacam-se os seguintes tipos de vegetação:

    I. Vegetação Litorânea: as espécies dessa formação vegetal apresentam algumas características essenciais para essa adaptação ao meio, por exemplo, raízes suportes e respiratórios.

    II. Mata Atlântica: formação vegetal, com espécies arbóreas e arbustivas da caatinga (baraúna, angico, jurema). Ocorrem ainda a tatajuba, violeta, etc.

    III. Cerrado: formado por árvores e arbustos. Árvores tortuosas e tufos de capins encontrados nos tabuleiros. Predomina a mangaba, a lixeira, o batiputá entre outros.

    IV. Agreste: vegetação intermediaria entre a caatinga e a floresta.

    V. Mata Serrana: nessa vegetação, encontram-se árvores altas, copas largas, troncos com grande diâmetro, folhas perenes, muitos cipós, orquídeas e bromélias.

    VI. Caatinga: vegetação dominante, formada por xerófilas, cactáceas, caducifólias e aciculifoliadas. Os solos são profundos e arenosos.

    Considerando V (verdadeiro) e F (falso), I, II, III, IV, V e VI são respectivamente:
  • 5 - Questão 17765.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • Texto I
    Aí pelas três da tarde
    (Raduan Nassar)

    Nesta sala atulhada de mesas, máquinas e papéis, onde invejáveis escreventes dividiram entre si o bom-senso do mundo, aplicando-se em ideias claras apesar do ruído e do mormaço, seguros ao se pronunciarem sobre problemas que afligem o homem moderno (espécie da qual você, milenarmente cansado, talvez se sinta um tanto excluído), largue tudo de repente sob os olhares à sua volta, componha uma cara de louco quieto e perigoso, faça os gestos mais calmos quanto os tais escribas mais severos, dê um largo “ciao" ao trabalho do dia, assim como quem se despede da vida, e surpreenda pouco mais tarde, com sua presença em hora tão insólita, os que estiveram em casa ocupados na limpeza dos armários, que você não sabia antes como era conduzida. Convém não responder aos olhares interrogativos, deixando crescer, por instantes, a intensa expectativa que se instala. Mas não exagere na medida e suba sem demora ao quarto, libertando aí os pés das meias e dos sapatos, tirando a roupa do corpo como se retirasse a importância das coisas, pondo-se enfim em vestes mínimas, quem sabe até em pelo, mas sem ferir o pudor (o seu pudor bem entendido), e aceitando ao mesmo tempo, como boa verdade provisória, toda mudança de comportamento. Feito um banhista incerto, assome depois com uma nudez no trampolim do patamar e avance dois passos como se fosse beirar um salto, silenciando de vez, embaixo, o surto abafado dos comentários. Nada de grandes lances. Desça, sem pressa, degrau por degrau, sendo tolerante com o espanto (coitados!) dos pobres familiares, que cobrem a boca com a mão enquanto se comprimem ao pé da escada. Passe por eles calado, circule pela casa toda como se andasse numa praia deserta (mas sempre com a mesma cara de louco ainda não precipitado), e se achegue depois, com cuidado e ternura, junto à rede languidamente envergada entre plantas la no terraço. Largue-se nela como quem se larga na vida, e vá fundo nesse mergulho: cerre as abas da rede sobre os olhos e, com um impulso do pé (já não importa em que apoio), goze a fantasia de se sentir embalado pelo mundo.
  • Considerando o contexto e o fragmento “os que estiveram em casa ocupados na limpeza dos armários, que você não sabia antes como era conduzida.", conclui-se o seguinte motivo pelo qual a condução da impeza não fora conhecida pelo interlocutor:
  • 6 - Questão 17776.   Conhecimentos Específicos - História e Geografia de Estados e Municípios - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • A economia da Paraiba baseia-se principalmente no setor de Comércio e Serviíos. Sua agricultura baseia- se na:
  • 8 - Questão 17766.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • Texto I
    Aí pelas três da tarde
    (Raduan Nassar)

    Nesta sala atulhada de mesas, máquinas e papéis, onde invejáveis escreventes dividiram entre si o bom-senso do mundo, aplicando-se em ideias claras apesar do ruído e do mormaço, seguros ao se pronunciarem sobre problemas que afligem o homem moderno (espécie da qual você, milenarmente cansado, talvez se sinta um tanto excluído), largue tudo de repente sob os olhares à sua volta, componha uma cara de louco quieto e perigoso, faça os gestos mais calmos quanto os tais escribas mais severos, dê um largo “ciao" ao trabalho do dia, assim como quem se despede da vida, e surpreenda pouco mais tarde, com sua presença em hora tão insólita, os que estiveram em casa ocupados na limpeza dos armários, que você não sabia antes como era conduzida. Convém não responder aos olhares interrogativos, deixando crescer, por instantes, a intensa expectativa que se instala. Mas não exagere na medida e suba sem demora ao quarto, libertando aí os pés das meias e dos sapatos, tirando a roupa do corpo como se retirasse a importância das coisas, pondo-se enfim em vestes mínimas, quem sabe até em pelo, mas sem ferir o pudor (o seu pudor bem entendido), e aceitando ao mesmo tempo, como boa verdade provisória, toda mudança de comportamento. Feito um banhista incerto, assome depois com uma nudez no trampolim do patamar e avance dois passos como se fosse beirar um salto, silenciando de vez, embaixo, o surto abafado dos comentários. Nada de grandes lances. Desça, sem pressa, degrau por degrau, sendo tolerante com o espanto (coitados!) dos pobres familiares, que cobrem a boca com a mão enquanto se comprimem ao pé da escada. Passe por eles calado, circule pela casa toda como se andasse numa praia deserta (mas sempre com a mesma cara de louco ainda não precipitado), e se achegue depois, com cuidado e ternura, junto à rede languidamente envergada entre plantas la no terraço. Largue-se nela como quem se larga na vida, e vá fundo nesse mergulho: cerre as abas da rede sobre os olhos e, com um impulso do pé (já não importa em que apoio), goze a fantasia de se sentir embalado pelo mundo.
  • O autor baseia seu texto na representação de várias imagens simbólicas. Por exemplo, no trecho “dê um largo “ciao" ao trabalho do dia, assim como quem se despede da vida.", há um fragmento destacado que combina duas figuras de linguagem. São elas:
  • 9 - Questão 17790.   Direito Penal - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • Assinale a alternativa correta. Não será considerado hediondo o seguinte crime:_______________________ . Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
  • 10 - Questão 17761.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar PB - IBFC - 2014
  • Texto I
    Aí pelas três da tarde
    (Raduan Nassar)

    Nesta sala atulhada de mesas, máquinas e papéis, onde invejáveis escreventes dividiram entre si o bom-senso do mundo, aplicando-se em ideias claras apesar do ruído e do mormaço, seguros ao se pronunciarem sobre problemas que afligem o homem moderno (espécie da qual você, milenarmente cansado, talvez se sinta um tanto excluído), largue tudo de repente sob os olhares à sua volta, componha uma cara de louco quieto e perigoso, faça os gestos mais calmos quanto os tais escribas mais severos, dê um largo “ciao" ao trabalho do dia, assim como quem se despede da vida, e surpreenda pouco mais tarde, com sua presença em hora tão insólita, os que estiveram em casa ocupados na limpeza dos armários, que você não sabia antes como era conduzida. Convém não responder aos olhares interrogativos, deixando crescer, por instantes, a intensa expectativa que se instala. Mas não exagere na medida e suba sem demora ao quarto, libertando aí os pés das meias e dos sapatos, tirando a roupa do corpo como se retirasse a importância das coisas, pondo-se enfim em vestes mínimas, quem sabe até em pelo, mas sem ferir o pudor (o seu pudor bem entendido), e aceitando ao mesmo tempo, como boa verdade provisória, toda mudança de comportamento. Feito um banhista incerto, assome depois com uma nudez no trampolim do patamar e avance dois passos como se fosse beirar um salto, silenciando de vez, embaixo, o surto abafado dos comentários. Nada de grandes lances. Desça, sem pressa, degrau por degrau, sendo tolerante com o espanto (coitados!) dos pobres familiares, que cobrem a boca com a mão enquanto se comprimem ao pé da escada. Passe por eles calado, circule pela casa toda como se andasse numa praia deserta (mas sempre com a mesma cara de louco ainda não precipitado), e se achegue depois, com cuidado e ternura, junto à rede languidamente envergada entre plantas la no terraço. Largue-se nela como quem se larga na vida, e vá fundo nesse mergulho: cerre as abas da rede sobre os olhos e, com um impulso do pé (já não importa em que apoio), goze a fantasia de se sentir embalado pelo mundo.
  • O texto pode ser entendido também como um convite ao leitor para mudar de realidade. Um elemento gramatical que contribui para esse efeito e: