Questões de Concursos Prefeitura de Rio de Janeiro RJ

Resolva Questões de Concursos Prefeitura de Rio de Janeiro RJ Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 4101.   Pedagogia - Educação Infantil - Nível Fundamental - Agente Auxiliar de Creche - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - 2007
  • Joana é responsável pela coordenação pedagógica da Creche Municipal do Bairro Formoso. No seu trabalho, busca garantir uma discussão pedagógica coerente com o período de desenvolvimento das crianças da instituição. Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infantil, as propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil devem ser coordenadas, supervisionadas e avaliadas por um educador com:
  • 2 - Questão 4562.   Noções de Ética - Ética do Servidor na Administração Pública - Nível Médio - Guarda Municipal - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - 2011
  • Determinado servidor público da Guarda Municipal,
    responsável pela fiscalização de comércio ambulante,
    verifica que um vizinho seu está vendendo,
    em barraca autorizada, material contrabandeado.
    Por ser o vizinho conhecido de sua infância, o guarda
    municipal aproxima-se e recomenda que o material
    contrabandeado seja vendido em outra data, diante
    da proximidade de equipe da Secretaria Especial
    de Ordem Pública. Nesse caso, segundo o Código
    Penal, o servidor mencionado está praticando o
    seguinte crime:
  • 3 - Questão 4612.   Português - Nível Médio - Guarda Municipal - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - 2011
  • Texto – Precicle!

    Você sabe o que é preciclar?

    É muito simples! É pensar antes de comprar. 40% do
    que nós compramos é lixo. São embalagens que, quase
    sempre, não nos servem para nada, que vão direto para
    o lixo aumentar os nossos restos imortais no planeta.

    Poderia ser diferente? Tudo sempre pode ser melhor.

    Pense no resíduo da sua compra antes de comprar.
    Às vezes um produto um pouco mais caro tem uma
    embalagem aproveitável para outros fins.

    Estes são os 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

    Reduzir o desperdício, reutilizar sempre que for possível
    antes de jogar fora, e reciclar, ou melhor: separar
    para a reciclagem, pois, na verdade, o indivíduo não
    recicla (a não ser os artesãos de papel reciclado).

    O termo reciclagem, tecnicamente falando, não
    corresponde ao uso que fazemos dessa palavra,
    pois reciclar é transformar algo usado em algo igual,
    só que novo. Por exemplo, uma lata de alumínio,
    pós-consumo, é transformada, através de processo
    industrial, em uma lata nova.

    Quando transformamos uma coisa em outra coisa,
    isso é reutilização. O que nós, como indivíduos,
    podemos fazer é praticar os dois primeiros R’s: reduzir
    e reutilizar.

    Quanto à reciclagem, o que nós devemos fazer é separar
    o lixo que produzimos e pesquisar as alternativas
    de destinação, ecologicamente corretas, mais próximas.
    Pode ser uma cooperativa de catadores ou até
    uma instituição filantrópica que receba material
    reciclável para acumular e comercializar.

    O importante é pensar sobre os 3 R’s procurando evitar
    o desperdício, reutilizar sempre que possível e, antes
    de mais nada, preciclar! Ou seja: pensar antes de
    comprar. Pensar no resíduo que será gerado.

    Evite embalagens plásticas: elas nem sempre poderão
    ser transformadas em produtos plásticos
    reciclados. O vidro é totalmente reciclável e muito mais
    útil em termos de reutilização da embalagem.

    Preciclar é pensar que a história das coisas não acaba
    quando as jogamos no lixo. Tampouco acaba a
    nossa responsabilidade!

    Pólita Gonçalves - http://www.lixo.com.br [adaptado]
  • São empregadas 11 letras para escrever o vocábulo “corresponde” e verifica-se que, nessa palavra, há:
  • 4 - Questão 12056.   Português - Nível Superior - Advogado - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - FJG - 2014
  • É preciso ir além da Lei Seca no trânsito

         A aprovação da Lei 11.705, em junho de 2008, que modificou (e tornou mais rígido) o Código de Trânsito Brasileiro, com a adoção da chamada Lei Seca, representou um passo importante para conter a violência nas ruas e estradas do país, responsável por um flagelo que se mede, a cada ano, em milhares de mortos e feridos (e, como extensão das tragédias em si, na desgraça que atinge as famílias das vítimas de acidentes). Num primeiro momento, principalmente nas regiões que adotaram ações diretas de fiscalização, como as blitzes contra a mistura de álcool e direção, os índices sofreram quedas acentuadas, voltaram a crescer e retomaram a curva descendente nos dois últimos anos. Mas, em geral, os números de mortos, feridos e de acidentes ainda são elevados.
         Relatório da Polícia Rodoviária Federal com os índices registrados nas estradas sob sua jurisdição em 2013 mostra o tamanho da tragédia. Foram 8.375 óbitos, ou 23 pessoas por dia a perder a vida, e 103 mil feridos em quase 186 mil acidentes. A PRF estima que, somados os registros em vias urbanas e estradas estaduais, o total de mortos tenha alcançado 50 mil somente no ano passado, quase tanto quanto o número de soldados americanos que tombaram em toda a Guerra do Vietnã.
         Isso corresponde a algo entre 20 a 25 mortos por cada grupo de cem mil habitantes, bem distante da relação registrada em países nos quais a guerra do trânsito parece ter sido contida em limites aceitáveis, sete óbitos por grupo de cem mil. Mesmo que em 2013 tenha sido consignada uma queda nos índices de violência nas estradas, como captou o relatório da PRF, o Brasil ainda está longe de atingir a meta estabelecida pelas Nações Unidas para o país, de, até 2020, reduzir à metade a estatística sobre mortos/feridos/acidentes.
        A evidência de que mesmo com a Lei Seca em vigor o país não consiga reduzir drasticamente os registros do flagelo das estradas não significa que a legislação seja ineficiente. Ao contrário, não fosse o endurecimento do CTB, por certo a curva de tragédias seria ascendente - portanto, com números ainda mais apavorantes que os atuais. A questão reside, entre outras razões, no fato de, por leniência, descaso ou inapetência do poder público por ações de fiscalização mais rígida, esperar-se que os efeitos da Lei 11.705, por si só, sejam bastantes para conter grande parte dos abusos no trânsito. As estatísticas mostram que não são. A Lei Seca pode ter atingido seu limite de eficácia.
         O comportamento do brasileiro ao volante, em grande medida, ainda é de desrespeito a normas e desapreço pela vida alheia. Não por acaso, as infrações mais comuns são excesso de velocidade, ultra-passagens temerárias e outras nas quais estão implícitos riscos assumidos, álcool à parte. Uma cultura inapropriada, que, para ser revertida, implica punições sistemáticas, fiscalização permanente e ações educativas - um desafio de que não se pode desviar para reduzir a níveis aceitáveis os atuais indicadores de uma carnificina que o país precisa enfrentar e acabar.

    O Globo - Editorial - 19/01/14
  • No tocante à concordância verbal, está correta a flexão dos verbos na seguinte frase:
  • 8 - Questão 12025.   Direito Constitucional - Nível Superior - Advogado - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - FJG - 2014
  • No que tange à acumulação de dois cargos públicos remunerados admite-se que:
  • 9 - Questão 3484.   Enfermagem - Nível Médio - Auxiliar de Enfermagem - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - 2011
  • Os cuidados mediatos ao recém-nato têm por objetivo ajudar em sua adaptação à vida extrauterina, prevenir possíveis complicações e detectar precocemente qualquer anormalidade. Entre os cuidados mediatos, pode-se citar:
  • 10 - Questão 3428.   Sus - Nível Médio - Auxiliar de Enfermagem - Prefeitura de Rio de Janeiro RJ - 2011
  • Uma mulher leva a filha à Unidade de Atenção Primária para vacinação de rotina. A auxiliar de enfermagem que a atende percebe uma mancha com alteração de sensibilidade em seu antebraço e a encaminha para a Dermatologia Sanitária. A situação descrita é um exemplo da seguinte diretriz constitucional: