Questões de Concursos Sejus RO

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  • 1 - Questão 4480.   Português - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • TEXTO I
    Saga da Amazônia
    (Fragmento)
    Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
    mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
    no fundo d água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
    e os rios puxando as águas
    Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
    os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
    sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
    era: fauna, flora, frutos e flores
    Toda mata tem caipora para a mata vigiar
    veio caipora de fora para a mata definhar
    e trouxe dragão-de-ferro, pra comer muita madeira
    e trouxe em estilo gigante, pra acabar com a capoeira
    Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
    pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
    se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar
    eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá.
    [...]
    (Vital Farias CD: Cantoria I – Kuarup, gravado em Salvador, 1984.)


    TEXTO II
    Amazônia: a verdade sobre a saúde da floresta
    (Fragmento)

       No fim da década de 60, sob a justificativa de que
    era preciso ocupar a Amazônia para evitar sua
    internacionalização, os governos militares distribuíram
    terras e subsídios a quem se dispusesse a se embrenhar na
    floresta. A ação atraiu para o lugar pequenos agricultores
    e pecuaristas do Sul e do Sudeste. Desde então, a
    agropecuária floresceu onde antes só havia a atividade
    extrativista.
       Atualmente, 36% do gado bovino e 5% das
    plantações de soja do país encontram-se na região
    amazônica. Investir ali é um ótimo negócio. As terras
    custam até um décimo do valor no Sudeste. A fartura de
    chuvas faz com que o pasto viceje o ano todo e, em
    conseqüência disso, os bois atingem a maturidade para
    abate um ano mais cedo.
       Nas últimas duas décadas, a expansão do
    agronegócio fez com que as lavouras e pastos avançassem
    cada vez mais pela floresta, contribuindo para o
    desmatamento. As imagens de satélite revelam que quase
    40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte
    anos. Surge aí a questão: quanto é aceitável desmatar para
    dar lugar ao agronegócio? Ninguém sabe, porque nenhum
    governo produziu um plano de longo prazo para a
    ocupação da Amazônia.
       Mas uma coisa é certa: os fazendeiros
    estabelecidos na região não são criminosos porque
    derrubam parte da floresta para tocar seu negócio. Eles
    contribuem para o desenvolvimento da Amazônia, criam
    empregos e somam pontos ao PIB do país. O que precisa
    ser combatido é o desmatamento selvagem, feito à sombra
    dos órgãos ambientais, muitas vezes por grileiros de terras
    públicas que não hesitam em sacar da pistola contra quem
    se opõe a seus interesses.

    Revista Veja, ed. 2053, ano 41, no12, 26 mar. 2008, p103-104.
  • Na construção de um texto, para evitar a repetição de palavras já mencionadas, procura-se substituir essas por outras. A tal processo, que ocorre, predominantemente, com os pronomes, dá-se o nome de anáfora. Nas alternativas a seguir, as relações anafóricas estão corretas, excetuando uma. Assinale-a.
  • 2 - Questão 4477.   Direito Penal - Lei 7210 LEP - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • Compete ao Juízo da Execução Criminal:
  • 3 - Questão 4481.   Português - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • TEXTO I
    Saga da Amazônia
    (Fragmento)
    Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
    mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
    no fundo d água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
    e os rios puxando as águas
    Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
    os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
    sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
    era: fauna, flora, frutos e flores
    Toda mata tem caipora para a mata vigiar
    veio caipora de fora para a mata definhar
    e trouxe dragão-de-ferro, pra comer muita madeira
    e trouxe em estilo gigante, pra acabar com a capoeira
    Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
    pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
    se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar
    eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá.
    [...]
    (Vital Farias CD: Cantoria I – Kuarup, gravado em Salvador, 1984.)


    TEXTO II
    Amazônia: a verdade sobre a saúde da floresta
    (Fragmento)

       No fim da década de 60, sob a justificativa de que
    era preciso ocupar a Amazônia para evitar sua
    internacionalização, os governos militares distribuíram
    terras e subsídios a quem se dispusesse a se embrenhar na
    floresta. A ação atraiu para o lugar pequenos agricultores
    e pecuaristas do Sul e do Sudeste. Desde então, a
    agropecuária floresceu onde antes só havia a atividade
    extrativista.
       Atualmente, 36% do gado bovino e 5% das
    plantações de soja do país encontram-se na região
    amazônica. Investir ali é um ótimo negócio. As terras
    custam até um décimo do valor no Sudeste. A fartura de
    chuvas faz com que o pasto viceje o ano todo e, em
    conseqüência disso, os bois atingem a maturidade para
    abate um ano mais cedo.
       Nas últimas duas décadas, a expansão do
    agronegócio fez com que as lavouras e pastos avançassem
    cada vez mais pela floresta, contribuindo para o
    desmatamento. As imagens de satélite revelam que quase
    40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte
    anos. Surge aí a questão: quanto é aceitável desmatar para
    dar lugar ao agronegócio? Ninguém sabe, porque nenhum
    governo produziu um plano de longo prazo para a
    ocupação da Amazônia.
       Mas uma coisa é certa: os fazendeiros
    estabelecidos na região não são criminosos porque
    derrubam parte da floresta para tocar seu negócio. Eles
    contribuem para o desenvolvimento da Amazônia, criam
    empregos e somam pontos ao PIB do país. O que precisa
    ser combatido é o desmatamento selvagem, feito à sombra
    dos órgãos ambientais, muitas vezes por grileiros de terras
    públicas que não hesitam em sacar da pistola contra quem
    se opõe a seus interesses.

    Revista Veja, ed. 2053, ano 41, no12, 26 mar. 2008, p103-104.
  • O processo de formação da palavra ‘agronegócio’, que aparece no segundo parágrafo do texto, é semelhante ao das palavras
  • 4 - Questão 4464.   Direito Penal - Lei 7210 LEP - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • Segundo o 6° artigo do Código Penal “considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir o resultado”. Para o lugar do crime, o Código Penal adota:
  • 5 - Questão 4463.   Direito Penal - Lei 7210 LEP - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • Segundo o 4° artigo do Código Penal, “considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado”. Para o tempo do crime, o Código Penal adota a teoria:
  • 6 - Questão 4482.   Português - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • TEXTO I
    Saga da Amazônia
    (Fragmento)
    Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
    mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
    no fundo d água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
    e os rios puxando as águas
    Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
    os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
    sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
    era: fauna, flora, frutos e flores
    Toda mata tem caipora para a mata vigiar
    veio caipora de fora para a mata definhar
    e trouxe dragão-de-ferro, pra comer muita madeira
    e trouxe em estilo gigante, pra acabar com a capoeira
    Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
    pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
    se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar
    eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá.
    [...]
    (Vital Farias CD: Cantoria I – Kuarup, gravado em Salvador, 1984.)


    TEXTO II
    Amazônia: a verdade sobre a saúde da floresta
    (Fragmento)

       No fim da década de 60, sob a justificativa de que
    era preciso ocupar a Amazônia para evitar sua
    internacionalização, os governos militares distribuíram
    terras e subsídios a quem se dispusesse a se embrenhar na
    floresta. A ação atraiu para o lugar pequenos agricultores
    e pecuaristas do Sul e do Sudeste. Desde então, a
    agropecuária floresceu onde antes só havia a atividade
    extrativista.
       Atualmente, 36% do gado bovino e 5% das
    plantações de soja do país encontram-se na região
    amazônica. Investir ali é um ótimo negócio. As terras
    custam até um décimo do valor no Sudeste. A fartura de
    chuvas faz com que o pasto viceje o ano todo e, em
    conseqüência disso, os bois atingem a maturidade para
    abate um ano mais cedo.
       Nas últimas duas décadas, a expansão do
    agronegócio fez com que as lavouras e pastos avançassem
    cada vez mais pela floresta, contribuindo para o
    desmatamento. As imagens de satélite revelam que quase
    40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte
    anos. Surge aí a questão: quanto é aceitável desmatar para
    dar lugar ao agronegócio? Ninguém sabe, porque nenhum
    governo produziu um plano de longo prazo para a
    ocupação da Amazônia.
       Mas uma coisa é certa: os fazendeiros
    estabelecidos na região não são criminosos porque
    derrubam parte da floresta para tocar seu negócio. Eles
    contribuem para o desenvolvimento da Amazônia, criam
    empregos e somam pontos ao PIB do país. O que precisa
    ser combatido é o desmatamento selvagem, feito à sombra
    dos órgãos ambientais, muitas vezes por grileiros de terras
    públicas que não hesitam em sacar da pistola contra quem
    se opõe a seus interesses.

    Revista Veja, ed. 2053, ano 41, no12, 26 mar. 2008, p103-104.
  • Na frase “As imagens de satélite revelam que quase 40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte anos”, a oração sublinhada pode ser classificada como oração
  • 7 - Questão 4479.   Português - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • TEXTO I
    Saga da Amazônia
    (Fragmento)
    Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
    mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
    no fundo d água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
    e os rios puxando as águas
    Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
    os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
    sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
    era: fauna, flora, frutos e flores
    Toda mata tem caipora para a mata vigiar
    veio caipora de fora para a mata definhar
    e trouxe dragão-de-ferro, pra comer muita madeira
    e trouxe em estilo gigante, pra acabar com a capoeira
    Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
    pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
    se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar
    eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá.
    [...]
    (Vital Farias CD: Cantoria I – Kuarup, gravado em Salvador, 1984.)


    TEXTO II
    Amazônia: a verdade sobre a saúde da floresta
    (Fragmento)

       No fim da década de 60, sob a justificativa de que
    era preciso ocupar a Amazônia para evitar sua
    internacionalização, os governos militares distribuíram
    terras e subsídios a quem se dispusesse a se embrenhar na
    floresta. A ação atraiu para o lugar pequenos agricultores
    e pecuaristas do Sul e do Sudeste. Desde então, a
    agropecuária floresceu onde antes só havia a atividade
    extrativista.
       Atualmente, 36% do gado bovino e 5% das
    plantações de soja do país encontram-se na região
    amazônica. Investir ali é um ótimo negócio. As terras
    custam até um décimo do valor no Sudeste. A fartura de
    chuvas faz com que o pasto viceje o ano todo e, em
    conseqüência disso, os bois atingem a maturidade para
    abate um ano mais cedo.
       Nas últimas duas décadas, a expansão do
    agronegócio fez com que as lavouras e pastos avançassem
    cada vez mais pela floresta, contribuindo para o
    desmatamento. As imagens de satélite revelam que quase
    40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte
    anos. Surge aí a questão: quanto é aceitável desmatar para
    dar lugar ao agronegócio? Ninguém sabe, porque nenhum
    governo produziu um plano de longo prazo para a
    ocupação da Amazônia.
       Mas uma coisa é certa: os fazendeiros
    estabelecidos na região não são criminosos porque
    derrubam parte da floresta para tocar seu negócio. Eles
    contribuem para o desenvolvimento da Amazônia, criam
    empregos e somam pontos ao PIB do país. O que precisa
    ser combatido é o desmatamento selvagem, feito à sombra
    dos órgãos ambientais, muitas vezes por grileiros de terras
    públicas que não hesitam em sacar da pistola contra quem
    se opõe a seus interesses.

    Revista Veja, ed. 2053, ano 41, no12, 26 mar. 2008, p103-104.
  • Da leitura dos dois textos, depreende-se que
  • 8 - Questão 4472.   Direito Penal - Lei 7210 LEP - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • Nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido, deste modo, a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes penas:
  • 9 - Questão 4470.   Direito Penal - Lei 7210 LEP - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • Sobre as prisões temporária, preventiva ou em flagrante, assinale o item correto:
  • 10 - Questão 4474.   Direito Penal - Lei 7210 LEP - Nível Médio - Agente Penitenciário - Sejus RO - FUNRIO - 2008
  • Com relação ao trabalho do preso é correto afirmar: