Questões de Concursos SES DF

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  • 4 - Questão 11041 - Raciocínio Lógico - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  • Devido  ao  aumento  dos  casos  de  Leishmaniose  na  zona  rural  de  determinado  município  foram  contratados  2  pesquisadores,  a  fim  de  inspecionar  os  cachorros  em  uma  área  de  20 m²  dessa  região,  durante  9  dias.  Se  forem  contratados 3 pesquisadores para realizar a mesma  inspeção numa área de 40 m², em quantos dias o trabalho será  realizado?
  • 5 - Questão 11040 - Português - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  •  De quem são os meninos de rua?

          Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
          Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
          Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

    (COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
  • Quanto às relações de sentido produzidas pelos termos destacados em “Talvez não fosse um Menino De Família, mas  também não era um Menino De Rua.” (2º§), é correto afirmar que indicam, respectivamente
  • 6 - Questão 11039 - Português - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  •  De quem são os meninos de rua?

          Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
          Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
          Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

    (COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
  • Em  “Ouvindo  essas  expressões  tem-se  a  impressão de  que  as  coisas  se  passam muito  naturalmente,  [...]”  (3º§),  considerando o contexto, pode-se depreender, a partir da expressão destacada, que
  • 7 - Questão 11038 - Português - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  •  De quem são os meninos de rua?

          Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
          Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
          Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

    (COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
  • Atentando  para  os  elementos  de  coesão  textual,  identifique  a  relação  corretamente  indicada  entre  o  termo  destacado e seu referente.
  • 8 - Questão 11037 - Português - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  •  De quem são os meninos de rua?

          Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
          Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
          Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

    (COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
  • O 1º§ do texto evidencia a descoberta do que realmente o menino havia dito ao segurar o braço da autora. É possível  inferir que, diante de tal descoberta, a autora
  • 9 - Questão 11036 - Português - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  •  De quem são os meninos de rua?

          Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
          Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
          Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

    (COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
  • A crônica apresentada trata do registro do cotidiano a partir de um determinado evento de caráter particular. Tendo  em vista o conteúdo do texto, é correto afirmar que a mensagem de interesse para a cronista relaciona-se a uma
  • 10 - Questão 11035 - Direito Sanitário - Nível Fundamental - Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - SES DF - IDECAN - 2014
  • Com diferenças associadas às condições sociais, sanitárias e ambientais, as doenças transmissíveis ainda constituem  um  dos  principais  problemas  de  saúde  pública.  Doenças  antigas  ressurgem  com  outras  características  e  novas  doenças  se disseminam  com uma  velocidade  incalculável. A erradicação  completa de doenças é objeto do  esforço  continuado  de  governos  e  sociedade  durante  décadas  e  da  disponibilidade  de  medidas  amplamente  eficazes. 

    Assinale, a seguir, a única doença erradicada completamente em escala mundial.