Questões de Concursos SPPREV

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  • 1 - Questão 4178 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  • Técnico em Gestão Previdenciária - Português - SPPREV 2011
  • O encontro de países, ...... ser realizado no Brasil no próximo ano, traz ...... tona a necessidade da conscientização
    pública de exploração sustentável dos recursos naturais, para beneficiar ...... todos os habitantes do planeta.

    As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
  • 2 - Questão 4177 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  • Técnico em Gestão Previdenciária - Português - SPPREV 2011
  • ... crises recentes e atuais, que em parte são desencadeadas pela maneira como administramos os recursos
    naturais finitos, ou melhor, como deixamos de administrálos.
    (1o parágrafo)

    Ao transpor a frase acima para a voz ativa, a forma verbal resultante será:
  • 3 - Questão 4176 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  • Técnico em Gestão Previdenciária - Português - SPPREV 2011
  • A expressão paisagem de desafios persistentes e emergentes, no 1o parágrafo, leva à constatação
  • 4 - Questão 4175 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  • Técnico em Gestão Previdenciária - Português - SPPREV 2011
  • No último parágrafo, o autor
  • 5 - Questão 4174 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  • Técnico em Gestão Previdenciária - Português - SPPREV 2011
  • De acordo com o texto,
  • 6 - Questão 4173 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  • Técnico em Gestão Previdenciária - Português - SPPREV 2011
  • Considere as afirmativas seguintes:

    I. Pressupõe-se, a partir da leitura do texto, a necessidade de controle da ação humana sobre o meio
    ambiente por meio de uma economia baseada no uso sustentável dos recursos naturais.
    II. As condições desfavoráveis do meio ambiente, como as mudanças climáticas já comprovadas pela
    ciência, comprometem os possíveis bons resultados de uma economia verde em locais que já se
    mostram extremamente degradados.
    III. À parte os eventuais riscos assumidos pelos países, ao adotarem uma economia verde, devem ser
    levadas em conta as esperadas melhorias dela decorrentes, como maior igualdade social e respeito
    ao meio ambiente.

    Está correto o que consta em
  • 7 - Questão 4172 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  •     Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em
    1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
    água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
    animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
    de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
    Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
    defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
    pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
    de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
    80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
    necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
    mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
    da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
    população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
    mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
    torná-las próprias para o consumo.

         Um levantamento recém-divulgado pela Agência
    Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
    abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
    brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
    até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
    década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
    obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
    novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
    antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
    casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
    necessários para resolver o problema do saneamento básico,
    com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
    de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
    captação da água para consumo humano.

         Esses investimentos são necessários considerando-se a
    parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
    contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
    cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
    água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
    que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
    mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
    parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
    nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
    nações que oferecem saneamento básico universal à
    população.

    (Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
    de 2011, p. 38)
  • Acredita-se que grande parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou nem mesmo ter ficado
    doente, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.

    O segmento acima está reproduzido com outras palavras, de modo claro, correto e mantendo em linhas gerais o
    sentido original, em:
  • 8 - Questão 4171 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  •     Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em
    1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
    água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
    animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
    de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
    Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
    defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
    pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
    de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
    80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
    necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
    mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
    da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
    população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
    mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
    torná-las próprias para o consumo.

         Um levantamento recém-divulgado pela Agência
    Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
    abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
    brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
    até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
    década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
    obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
    novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
    antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
    casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
    necessários para resolver o problema do saneamento básico,
    com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
    de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
    captação da água para consumo humano.

         Esses investimentos são necessários considerando-se a
    parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
    contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
    cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
    água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
    que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
    mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
    parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
    nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
    nações que oferecem saneamento básico universal à
    população.

    (Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
    de 2011, p. 38)
  • ... pequenas fontes de água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e animais. (início do texto)

    O segmento que coloca em contraste o que consta da afirmativa acima é:
  • 9 - Questão 4170 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  •     Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em
    1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
    água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
    animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
    de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
    Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
    defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
    pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
    de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
    80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
    necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
    mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
    da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
    população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
    mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
    torná-las próprias para o consumo.

         Um levantamento recém-divulgado pela Agência
    Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
    abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
    brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
    até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
    década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
    obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
    novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
    antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
    casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
    necessários para resolver o problema do saneamento básico,
    com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
    de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
    captação da água para consumo humano.

         Esses investimentos são necessários considerando-se a
    parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
    contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
    cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
    água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
    que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
    mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
    parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
    nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
    nações que oferecem saneamento básico universal à
    população.

    (Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
    de 2011, p. 38)
  • O segmento DESTACADO está sendo substituído por um pronome correspondente, com as necessárias adaptações,
    de modo INCORRETO, em:
  • 10 - Questão 4169 - Português - Nível Médio - Técnico em Gestão Previdenciária - SPPREV - VUNESP - 2011
  •     Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em
    1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
    água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
    animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
    de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
    Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
    defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
    pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
    de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
    80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
    necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
    mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
    da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
    população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
    mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
    torná-las próprias para o consumo.

         Um levantamento recém-divulgado pela Agência
    Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
    abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
    brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
    até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
    década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
    obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
    novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
    antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
    casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
    necessários para resolver o problema do saneamento básico,
    com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
    de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
    captação da água para consumo humano.

         Esses investimentos são necessários considerando-se a
    parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
    contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
    cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
    água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
    que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
    mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
    parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
    nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
    nações que oferecem saneamento básico universal à
    população.

    (Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
    de 2011, p. 38)
  •  ... metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa ...
    (1o parágrafo)

    O verbo que apresenta o mesmo tipo de complemento exigido pelo grifado acima está na frase: