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Questões de Concursos - SPTrans - Exercícios com Gabarito

Questões de Concursos Públicos - SPTrans - com Gabarito. Exercícios com Perguntas e Respostas, Resolvidas e Comentadas. Acesse Grátis!


No âmbito do Município de São Paulo, a concorrência a ser processada pelo órgão que tenha interesse na contratação de fornecimento ou prestação de serviço, cujas quantidade e periodicidade tenham que ser definidas em função de conveniência futura da Administração Municipal, é sistema denominado pela Lei n.º 13.278/02 de

Texto associado.
Um em cada quatro brasileiros bebe muito

   Pelo menos 25% dos brasileiros consomem bebida exageradamente,
segundo informa estudo, ainda inédito, patrocinado pela
Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). É a primeira pesquisa
sobre consumo de álcool realizada por domicílio.
   Esse dado ajuda a esclarecer por que ocorrem tantos acidentes,
doenças e mortes associadas ao consumo de álcool. Fica, então,
a pergunta: até que ponto existe relação entre o abuso da bebida
e a publicidade? A resposta a essa questão está em mais duas
pesquisas também inéditas.
   Selecionado pela Universidade Federal de São Paulo, um grupo
de 282 adolescentes foi submetido à observação de diferentes
propagandas de cerveja. Os pesquisadores, comandados pela psiquiatra
Ilana Pinsky, estavam interessados em saber como aquelas
mensagens eram percebidas. Nenhum dos entrevistados sabia o
verdadeiro propósito da experiência. De posse das respostas, a
psiquiatra Ilana Pinsky analisou quantas proibições contidas na
auto-regulamentação, feita, portanto, pelos próprios publicitários,
para os comerciais de cerveja seriam desrespeitadas. “Quase
todas”, afirma ela, ao analisar não apenas o que os adolescentes
pensavam, mas também o que sentiam, traduzindo a linguagem
subliminar dos anúncios.
   Uma das regras da auto-regulamentação é evitar o erotismo.
Nem precisaria uma sessão pilotada por especialistas em saúde
mental para desconfiar de que a atriz Juliana Paes, apresentada
nos comerciais de cerveja como “a boa”, não aparece como uma
sóbria professora ensinando seus alunos em uma sala de aula. “A
auto-regulamentação não funciona”, opina Ilana. A propaganda,
porém, funciona e muito bem. Em outra pesquisa, ela detectou
que, em determinada parcela dos entrevistados, as imagens estimularam
o consumo abusivo. “Quem já bebia sentiu-se estimulado
a beber mais”.
   Tais resultados dão uma pista da complexidade da luta para
reduzir os riscos associados ao álcool, e a genialidade publicitária
é um dos ingredientes que contribuem para que essa seja uma das
mais difíceis batalhas da saúde pública. A razão dessa dificuldade
não são apenas as bilionárias verbas envolvidas na indústria da
bebida (das quais nós, dos meios de comunicação, aliás, somos
beneficiários), mas também o patrocínio dessas empresas a campanhas
eleitorais.
   O álcool é beneficiado por um misto de desinformação com
aceitação cultural. Um belo exemplo de desinformação foi exibido
pelo publicitário Roberto Justus, que, em entrevista à Folha, disse
que as cervejas não oferecem perigo, mostrando desconhecer
os mais elementares estudos sobre o alcoolismo. Duas latas de
cerveja equivalem a uma dose de vodca. Um pai fica apavorado
quando o filho fuma um cigarro de maconha, mas é compreensivo
diante de um porre.
   Juntem-se os bilhões da indústria, a ignorância e a tolerância
cultural: entendemos, assim, como, apenas em acidentes, morrem
cem pessoas por dia. Isso sem contar os feridos.

(Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, 27.05.2007. Adaptado)
Para o autor, um obstáculo à redução do consumo de álcool, no Brasil, é a

Imagem 014.jpg

Esse pacote de indução do crescimento está focado

Texto associado.
Um em cada quatro brasileiros bebe muito

   Pelo menos 25% dos brasileiros consomem bebida exageradamente,
segundo informa estudo, ainda inédito, patrocinado pela
Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). É a primeira pesquisa
sobre consumo de álcool realizada por domicílio.
   Esse dado ajuda a esclarecer por que ocorrem tantos acidentes,
doenças e mortes associadas ao consumo de álcool. Fica, então,
a pergunta: até que ponto existe relação entre o abuso da bebida
e a publicidade? A resposta a essa questão está em mais duas
pesquisas também inéditas.
   Selecionado pela Universidade Federal de São Paulo, um grupo
de 282 adolescentes foi submetido à observação de diferentes
propagandas de cerveja. Os pesquisadores, comandados pela psiquiatra
Ilana Pinsky, estavam interessados em saber como aquelas
mensagens eram percebidas. Nenhum dos entrevistados sabia o
verdadeiro propósito da experiência. De posse das respostas, a
psiquiatra Ilana Pinsky analisou quantas proibições contidas na
auto-regulamentação, feita, portanto, pelos próprios publicitários,
para os comerciais de cerveja seriam desrespeitadas. “Quase
todas”, afirma ela, ao analisar não apenas o que os adolescentes
pensavam, mas também o que sentiam, traduzindo a linguagem
subliminar dos anúncios.
   Uma das regras da auto-regulamentação é evitar o erotismo.
Nem precisaria uma sessão pilotada por especialistas em saúde
mental para desconfiar de que a atriz Juliana Paes, apresentada
nos comerciais de cerveja como “a boa”, não aparece como uma
sóbria professora ensinando seus alunos em uma sala de aula. “A
auto-regulamentação não funciona”, opina Ilana. A propaganda,
porém, funciona e muito bem. Em outra pesquisa, ela detectou
que, em determinada parcela dos entrevistados, as imagens estimularam
o consumo abusivo. “Quem já bebia sentiu-se estimulado
a beber mais”.
   Tais resultados dão uma pista da complexidade da luta para
reduzir os riscos associados ao álcool, e a genialidade publicitária
é um dos ingredientes que contribuem para que essa seja uma das
mais difíceis batalhas da saúde pública. A razão dessa dificuldade
não são apenas as bilionárias verbas envolvidas na indústria da
bebida (das quais nós, dos meios de comunicação, aliás, somos
beneficiários), mas também o patrocínio dessas empresas a campanhas
eleitorais.
   O álcool é beneficiado por um misto de desinformação com
aceitação cultural. Um belo exemplo de desinformação foi exibido
pelo publicitário Roberto Justus, que, em entrevista à Folha, disse
que as cervejas não oferecem perigo, mostrando desconhecer
os mais elementares estudos sobre o alcoolismo. Duas latas de
cerveja equivalem a uma dose de vodca. Um pai fica apavorado
quando o filho fuma um cigarro de maconha, mas é compreensivo
diante de um porre.
   Juntem-se os bilhões da indústria, a ignorância e a tolerância
cultural: entendemos, assim, como, apenas em acidentes, morrem
cem pessoas por dia. Isso sem contar os feridos.

(Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, 27.05.2007. Adaptado)
De acordo com o texto, o consumo abusivo de álcool entre os brasileiros está relacionado
Texto associado.
Um em cada quatro brasileiros bebe muito

   Pelo menos 25% dos brasileiros consomem bebida exageradamente,
segundo informa estudo, ainda inédito, patrocinado pela
Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). É a primeira pesquisa
sobre consumo de álcool realizada por domicílio.
   Esse dado ajuda a esclarecer por que ocorrem tantos acidentes,
doenças e mortes associadas ao consumo de álcool. Fica, então,
a pergunta: até que ponto existe relação entre o abuso da bebida
e a publicidade? A resposta a essa questão está em mais duas
pesquisas também inéditas.
   Selecionado pela Universidade Federal de São Paulo, um grupo
de 282 adolescentes foi submetido à observação de diferentes
propagandas de cerveja. Os pesquisadores, comandados pela psiquiatra
Ilana Pinsky, estavam interessados em saber como aquelas
mensagens eram percebidas. Nenhum dos entrevistados sabia o
verdadeiro propósito da experiência. De posse das respostas, a
psiquiatra Ilana Pinsky analisou quantas proibições contidas na
auto-regulamentação, feita, portanto, pelos próprios publicitários,
para os comerciais de cerveja seriam desrespeitadas. “Quase
todas”, afirma ela, ao analisar não apenas o que os adolescentes
pensavam, mas também o que sentiam, traduzindo a linguagem
subliminar dos anúncios.
   Uma das regras da auto-regulamentação é evitar o erotismo.
Nem precisaria uma sessão pilotada por especialistas em saúde
mental para desconfiar de que a atriz Juliana Paes, apresentada
nos comerciais de cerveja como “a boa”, não aparece como uma
sóbria professora ensinando seus alunos em uma sala de aula. “A
auto-regulamentação não funciona”, opina Ilana. A propaganda,
porém, funciona e muito bem. Em outra pesquisa, ela detectou
que, em determinada parcela dos entrevistados, as imagens estimularam
o consumo abusivo. “Quem já bebia sentiu-se estimulado
a beber mais”.
   Tais resultados dão uma pista da complexidade da luta para
reduzir os riscos associados ao álcool, e a genialidade publicitária
é um dos ingredientes que contribuem para que essa seja uma das
mais difíceis batalhas da saúde pública. A razão dessa dificuldade
não são apenas as bilionárias verbas envolvidas na indústria da
bebida (das quais nós, dos meios de comunicação, aliás, somos
beneficiários), mas também o patrocínio dessas empresas a campanhas
eleitorais.
   O álcool é beneficiado por um misto de desinformação com
aceitação cultural. Um belo exemplo de desinformação foi exibido
pelo publicitário Roberto Justus, que, em entrevista à Folha, disse
que as cervejas não oferecem perigo, mostrando desconhecer
os mais elementares estudos sobre o alcoolismo. Duas latas de
cerveja equivalem a uma dose de vodca. Um pai fica apavorado
quando o filho fuma um cigarro de maconha, mas é compreensivo
diante de um porre.
   Juntem-se os bilhões da indústria, a ignorância e a tolerância
cultural: entendemos, assim, como, apenas em acidentes, morrem
cem pessoas por dia. Isso sem contar os feridos.

(Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, 27.05.2007. Adaptado)
No trecho – Esse dado ajuda a esclarecer por que ocorrem tantos  acidentes, doenças e mortes associadas ao consumo de álcool.
– a expressão ajuda a pode ser corretamente substituída por

Observe o código a seguir.

Imagem 029.jpg

Verifica-se no código que a classe Programa tem um problema de

Um abrigo de ônibus será implantado em situação de total exposição ao sol e em ambiente urbano agressivo, devido à poluição do ar. Cada abrigo de ônibus é pintado por uma cor que identifica a área em que se localiza. A sinalização e comunicação visual serão montadas em suportes de alumínio que deverão ser fixados à estrutura de aço do abrigo.

Considere as especificações a seguir:

I. estrutura em aço estrutural de baixa liga adicionado de cobre;

II. pintura em esmalte epóxi aplicada sobre primer epóxi;

III. fixação dos suportes de alumínio por meio de parafusos passantes, diretamente sobre a estrutura de aço, de modo a maximizar a superfície de contato entre o suporte e a estrutura.

É(são) adequada(s) a(s) especificação(ões)

De acordo com as disposições do Código Tributário Nacio- nal, incluem-se dentre as normas complementares

Texto associado.

imagem-retificada-texto-002.jpg

Assinale a alternativa que contém a entidade que possui um atributo derivado e outro multivalorado.

Texto associado.
Um em cada quatro brasileiros bebe muito

   Pelo menos 25% dos brasileiros consomem bebida exageradamente,
segundo informa estudo, ainda inédito, patrocinado pela
Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). É a primeira pesquisa
sobre consumo de álcool realizada por domicílio.
   Esse dado ajuda a esclarecer por que ocorrem tantos acidentes,
doenças e mortes associadas ao consumo de álcool. Fica, então,
a pergunta: até que ponto existe relação entre o abuso da bebida
e a publicidade? A resposta a essa questão está em mais duas
pesquisas também inéditas.
   Selecionado pela Universidade Federal de São Paulo, um grupo
de 282 adolescentes foi submetido à observação de diferentes
propagandas de cerveja. Os pesquisadores, comandados pela psiquiatra
Ilana Pinsky, estavam interessados em saber como aquelas
mensagens eram percebidas. Nenhum dos entrevistados sabia o
verdadeiro propósito da experiência. De posse das respostas, a
psiquiatra Ilana Pinsky analisou quantas proibições contidas na
auto-regulamentação, feita, portanto, pelos próprios publicitários,
para os comerciais de cerveja seriam desrespeitadas. “Quase
todas”, afirma ela, ao analisar não apenas o que os adolescentes
pensavam, mas também o que sentiam, traduzindo a linguagem
subliminar dos anúncios.
   Uma das regras da auto-regulamentação é evitar o erotismo.
Nem precisaria uma sessão pilotada por especialistas em saúde
mental para desconfiar de que a atriz Juliana Paes, apresentada
nos comerciais de cerveja como “a boa”, não aparece como uma
sóbria professora ensinando seus alunos em uma sala de aula. “A
auto-regulamentação não funciona”, opina Ilana. A propaganda,
porém, funciona e muito bem. Em outra pesquisa, ela detectou
que, em determinada parcela dos entrevistados, as imagens estimularam
o consumo abusivo. “Quem já bebia sentiu-se estimulado
a beber mais”.
   Tais resultados dão uma pista da complexidade da luta para
reduzir os riscos associados ao álcool, e a genialidade publicitária
é um dos ingredientes que contribuem para que essa seja uma das
mais difíceis batalhas da saúde pública. A razão dessa dificuldade
não são apenas as bilionárias verbas envolvidas na indústria da
bebida (das quais nós, dos meios de comunicação, aliás, somos
beneficiários), mas também o patrocínio dessas empresas a campanhas
eleitorais.
   O álcool é beneficiado por um misto de desinformação com
aceitação cultural. Um belo exemplo de desinformação foi exibido
pelo publicitário Roberto Justus, que, em entrevista à Folha, disse
que as cervejas não oferecem perigo, mostrando desconhecer
os mais elementares estudos sobre o alcoolismo. Duas latas de
cerveja equivalem a uma dose de vodca. Um pai fica apavorado
quando o filho fuma um cigarro de maconha, mas é compreensivo
diante de um porre.
   Juntem-se os bilhões da indústria, a ignorância e a tolerância
cultural: entendemos, assim, como, apenas em acidentes, morrem
cem pessoas por dia. Isso sem contar os feridos.

(Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, 27.05.2007. Adaptado)
Assinale a frase correta quanto à concordância nominal.