Questões de Concursos TJ DF

Resolva Questões de Concursos TJ DF Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 816 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  • 1      Os seres humanos, nas culturas orais primárias, não afetadas por qualquer tipo de escrita, aprendem muito,
            possuem e praticam uma grande sabedoria, porém não “estudam”. Eles aprendem pela prática - caçando com
            caçadores experientes, por exemplo -, pelo tirocínio, que constitui um tipo de aprendizado; aprendem ouvindo,
    4      repetindo o que ouvem, dominando profundamente provérbios e modos de combiná-los e recombiná-los,
            assimilando outros materiais formulares, participando de um tipo de retrospecção coletiva - não pelo estudo no
            sentido estrito.
    7      Quando o estudo, no sentido estrito de análise sequencial ampla, se torna possível com a interiorização
            da escrita, uma das primeiras coisas que os letrados frequentemente estudam é a própria linguagem e seus usos. A
            fala é inseparável da nossa consciência e  tem fascinado os seres humanos, além de trazer à tona reflexões
    10    importantes sobre ela própria, desde os mais antigos estágios da consciência, muito tempo antes do surgimento da
            escrita.

    Walter Ong. Oralidade e cultura escrita. Papirus, 1998, p. 17 (com adaptações). A partir da organização do texto acima, julgue os seguintes itens.
  • Na linha 9, mesmo que o verbo que antecede a locução adverbial "à tona" não exigisse objeto regido pela preposição a, como exige esse emprego do verbo "trazer", o sinal indicativo de crase seria obrigatório nesse contexto.
  • 2 - Questão 815 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  • 1      Os seres humanos, nas culturas orais primárias, não afetadas por qualquer tipo de escrita, aprendem muito,
            possuem e praticam uma grande sabedoria, porém não “estudam”. Eles aprendem pela prática - caçando com
            caçadores experientes, por exemplo -, pelo tirocínio, que constitui um tipo de aprendizado; aprendem ouvindo,
    4      repetindo o que ouvem, dominando profundamente provérbios e modos de combiná-los e recombiná-los,
            assimilando outros materiais formulares, participando de um tipo de retrospecção coletiva - não pelo estudo no
            sentido estrito.
    7      Quando o estudo, no sentido estrito de análise sequencial ampla, se torna possível com a interiorização
            da escrita, uma das primeiras coisas que os letrados frequentemente estudam é a própria linguagem e seus usos. A
            fala é inseparável da nossa consciência e  tem fascinado os seres humanos, além de trazer à tona reflexões
    10    importantes sobre ela própria, desde os mais antigos estágios da consciência, muito tempo antes do surgimento da
            escrita.

    Walter Ong. Oralidade e cultura escrita. Papirus, 1998, p. 17 (com adaptações). A partir da organização do texto acima, julgue os seguintes itens.
  • Na linha 5, o emprego de "pelo", regendo "estudo", indica que está subentendida, antes dessa contração, a forma verbal aprendem, como utilizado na linha 2.
  • 3 - Questão 814 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  • 1      Os seres humanos, nas culturas orais primárias, não afetadas por qualquer tipo de escrita, aprendem muito,
            possuem e praticam uma grande sabedoria, porém não “estudam”. Eles aprendem pela prática - caçando com
            caçadores experientes, por exemplo -, pelo tirocínio, que constitui um tipo de aprendizado; aprendem ouvindo,
    4      repetindo o que ouvem, dominando profundamente provérbios e modos de combiná-los e recombiná-los,
            assimilando outros materiais formulares, participando de um tipo de retrospecção coletiva - não pelo estudo no
            sentido estrito.
    7      Quando o estudo, no sentido estrito de análise sequencial ampla, se torna possível com a interiorização
            da escrita, uma das primeiras coisas que os letrados frequentemente estudam é a própria linguagem e seus usos. A
            fala é inseparável da nossa consciência e  tem fascinado os seres humanos, além de trazer à tona reflexões
    10    importantes sobre ela própria, desde os mais antigos estágios da consciência, muito tempo antes do surgimento da
            escrita.

    Walter Ong. Oralidade e cultura escrita. Papirus, 1998, p. 17 (com adaptações). A partir da organização do texto acima, julgue os seguintes itens.
  • As regras de pontuação da língua portuguesa são respeitadas tanto substituindo-se os travessões, nas linhas 2 e 3, por parênteses, como substituindo-se o primeiro deles por vírgula e eliminando-se o segundo.
  • 4 - Questão 813 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  •      Agora olhavam as lojas, as toldas, a mesa do leilão. E conferenciavam pasmados. Tinham percebido que
    havia muitas pessoas no mundo. Ocupavam-se em descobrir uma enorme quantidade de objetos. Comunicaram
    baixinho um ao outro as surpresas que os enchiam. Impossível imaginar tantas maravilhas juntas. O menino mais
    novo teve uma dúvida e apresentou-a timidamente ao irmão. Seria que aquilo tinha sido feito por gente? O menino
    mais velho hesitou, espiou as lojas, as toldas iluminadas, as moças bem vestidas. Encolheu os ombros. Talvez aquilo
    tivesse sido feito por gente. Nova dificuldade chegou-lhe ao espírito, soprou-a no ouvido do irmão. Provavelmente
    aquelas coisas tinham nomes. O menino mais novo interrogou-o com os olhos. Sim, com certeza as preciosidades
    que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes. Puseram-se a discutir a questão
    intrincada. Como podiam os homens guardar tantas palavras? Era impossível, ninguém conservaria tão grande soma
    de conhecimentos. Livres dos nomes, as coisas ficavam distantes, misteriosas. Não tinham sido feitas por gente.
    E os indivíduos que mexiam nelas cometiam imprudência. Vistas de longe, eram bonitas. Admirados e medrosos,
    falavam baixo para não desencadear as forças estranhas que elas porventura encerrassem.

    Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Martins, 1972, p.125.

    No texto apresentado acima, dois personagens do romance Vidas Secas, o menino mais velho e o menino mais novo, deixam a fazenda em que seu pai trabalhava como vaqueiro, para irem à festa de Natal em uma pequena cidade.

    Com base nessas informações e no fragmento do texto de Graciliano Ramos, julgue os itens subsequentes.
  • Considerando-se a linguagem usada pelo escritor para narrar a experiência dos meninos na cidade, é correto afirmar que a questão abordada no texto pode ser considerada "intrincada" (L.9) não apenas para os personagens, mas também para o autor e o leitor.
  • 5 - Questão 812 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  •      Agora olhavam as lojas, as toldas, a mesa do leilão. E conferenciavam pasmados. Tinham percebido que
    havia muitas pessoas no mundo. Ocupavam-se em descobrir uma enorme quantidade de objetos. Comunicaram
    baixinho um ao outro as surpresas que os enchiam. Impossível imaginar tantas maravilhas juntas. O menino mais
    novo teve uma dúvida e apresentou-a timidamente ao irmão. Seria que aquilo tinha sido feito por gente? O menino
    mais velho hesitou, espiou as lojas, as toldas iluminadas, as moças bem vestidas. Encolheu os ombros. Talvez aquilo
    tivesse sido feito por gente. Nova dificuldade chegou-lhe ao espírito, soprou-a no ouvido do irmão. Provavelmente
    aquelas coisas tinham nomes. O menino mais novo interrogou-o com os olhos. Sim, com certeza as preciosidades
    que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes. Puseram-se a discutir a questão
    intrincada. Como podiam os homens guardar tantas palavras? Era impossível, ninguém conservaria tão grande soma
    de conhecimentos. Livres dos nomes, as coisas ficavam distantes, misteriosas. Não tinham sido feitas por gente.
    E os indivíduos que mexiam nelas cometiam imprudência. Vistas de longe, eram bonitas. Admirados e medrosos,
    falavam baixo para não desencadear as forças estranhas que elas porventura encerrassem.

    Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Martins, 1972, p.125.

    No texto apresentado acima, dois personagens do romance Vidas Secas, o menino mais velho e o menino mais novo, deixam a fazenda em que seu pai trabalhava como vaqueiro, para irem à festa de Natal em uma pequena cidade.

    Com base nessas informações e no fragmento do texto de Graciliano Ramos, julgue os itens subsequentes.
  • No trecho "as preciosidades que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes" (L.7-8), os objetos religiosos e as mercadorias estão reunidos sob a designação comum de "nomes", o que está de acordo com a associação feita pelos meninos entre as coisas espirituais e as coisas "feitas por gente" (L.10).
  • 6 - Questão 811 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  •      Agora olhavam as lojas, as toldas, a mesa do leilão. E conferenciavam pasmados. Tinham percebido que
    havia muitas pessoas no mundo. Ocupavam-se em descobrir uma enorme quantidade de objetos. Comunicaram
    baixinho um ao outro as surpresas que os enchiam. Impossível imaginar tantas maravilhas juntas. O menino mais
    novo teve uma dúvida e apresentou-a timidamente ao irmão. Seria que aquilo tinha sido feito por gente? O menino
    mais velho hesitou, espiou as lojas, as toldas iluminadas, as moças bem vestidas. Encolheu os ombros. Talvez aquilo
    tivesse sido feito por gente. Nova dificuldade chegou-lhe ao espírito, soprou-a no ouvido do irmão. Provavelmente
    aquelas coisas tinham nomes. O menino mais novo interrogou-o com os olhos. Sim, com certeza as preciosidades
    que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes. Puseram-se a discutir a questão
    intrincada. Como podiam os homens guardar tantas palavras? Era impossível, ninguém conservaria tão grande soma
    de conhecimentos. Livres dos nomes, as coisas ficavam distantes, misteriosas. Não tinham sido feitas por gente.
    E os indivíduos que mexiam nelas cometiam imprudência. Vistas de longe, eram bonitas. Admirados e medrosos,
    falavam baixo para não desencadear as forças estranhas que elas porventura encerrassem.

    Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Martins, 1972, p.125.

    No texto apresentado acima, dois personagens do romance Vidas Secas, o menino mais velho e o menino mais novo, deixam a fazenda em que seu pai trabalhava como vaqueiro, para irem à festa de Natal em uma pequena cidade.

    Com base nessas informações e no fragmento do texto de Graciliano Ramos, julgue os itens subsequentes.
  • O emprego da linguagem figurada, como em "soprou-a no ouvido do irmão" (L.6), e a ausência do discurso direto confirmam o que está evidente no trecho "O menino mais novo interrogou-o com os olhos" (L.7), isto é, que em ambos os momentos a comunicação entre os dois personagens prescinde da linguagem verbal.
  • 7 - Questão 810 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  •      Agora olhavam as lojas, as toldas, a mesa do leilão. E conferenciavam pasmados. Tinham percebido que
    havia muitas pessoas no mundo. Ocupavam-se em descobrir uma enorme quantidade de objetos. Comunicaram
    baixinho um ao outro as surpresas que os enchiam. Impossível imaginar tantas maravilhas juntas. O menino mais
    novo teve uma dúvida e apresentou-a timidamente ao irmão. Seria que aquilo tinha sido feito por gente? O menino
    mais velho hesitou, espiou as lojas, as toldas iluminadas, as moças bem vestidas. Encolheu os ombros. Talvez aquilo
    tivesse sido feito por gente. Nova dificuldade chegou-lhe ao espírito, soprou-a no ouvido do irmão. Provavelmente
    aquelas coisas tinham nomes. O menino mais novo interrogou-o com os olhos. Sim, com certeza as preciosidades
    que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes. Puseram-se a discutir a questão
    intrincada. Como podiam os homens guardar tantas palavras? Era impossível, ninguém conservaria tão grande soma
    de conhecimentos. Livres dos nomes, as coisas ficavam distantes, misteriosas. Não tinham sido feitas por gente.
    E os indivíduos que mexiam nelas cometiam imprudência. Vistas de longe, eram bonitas. Admirados e medrosos,
    falavam baixo para não desencadear as forças estranhas que elas porventura encerrassem.

    Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Martins, 1972, p.125.

    No texto apresentado acima, dois personagens do romance Vidas Secas, o menino mais velho e o menino mais novo, deixam a fazenda em que seu pai trabalhava como vaqueiro, para irem à festa de Natal em uma pequena cidade.

    Com base nessas informações e no fragmento do texto de Graciliano Ramos, julgue os itens subsequentes.
  • No trecho "Talvez aquilo tivesse sido feito por gente" (L.5-6), o verbo concorda com "gente", sujeito da oração na voz passiva.
  • 8 - Questão 809 - Português - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  •      Agora olhavam as lojas, as toldas, a mesa do leilão. E conferenciavam pasmados. Tinham percebido que
    havia muitas pessoas no mundo. Ocupavam-se em descobrir uma enorme quantidade de objetos. Comunicaram
    baixinho um ao outro as surpresas que os enchiam. Impossível imaginar tantas maravilhas juntas. O menino mais
    novo teve uma dúvida e apresentou-a timidamente ao irmão. Seria que aquilo tinha sido feito por gente? O menino
    mais velho hesitou, espiou as lojas, as toldas iluminadas, as moças bem vestidas. Encolheu os ombros. Talvez aquilo
    tivesse sido feito por gente. Nova dificuldade chegou-lhe ao espírito, soprou-a no ouvido do irmão. Provavelmente
    aquelas coisas tinham nomes. O menino mais novo interrogou-o com os olhos. Sim, com certeza as preciosidades
    que se exibiam nos altares da igreja e nas prateleiras das lojas tinham nomes. Puseram-se a discutir a questão
    intrincada. Como podiam os homens guardar tantas palavras? Era impossível, ninguém conservaria tão grande soma
    de conhecimentos. Livres dos nomes, as coisas ficavam distantes, misteriosas. Não tinham sido feitas por gente.
    E os indivíduos que mexiam nelas cometiam imprudência. Vistas de longe, eram bonitas. Admirados e medrosos,
    falavam baixo para não desencadear as forças estranhas que elas porventura encerrassem.

    Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Martins, 1972, p.125.

    No texto apresentado acima, dois personagens do romance Vidas Secas, o menino mais velho e o menino mais novo, deixam a fazenda em que seu pai trabalhava como vaqueiro, para irem à festa de Natal em uma pequena cidade.

    Com base nessas informações e no fragmento do texto de Graciliano Ramos, julgue os itens subsequentes.
  • No texto acima, pela linguagem literária, o autor aborda uma questão universal - a construção do conhecimento do mundo pelo homem por meio da nomeação dos objetos -, a partir da narrativa de uma experiência particular dos personagens - a primeira visita de dois meninos a uma pequena cidade.
  • 9 - Questão 808 - Direito Constitucional - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  • Julgue os itens a seguir, referentes aos direitos individuais, previstos constitucionalmente.
  • A retirada de um dos sócios de determinada empresa, quando motivada pela vontade dos demais, deve ser precedida de ampla defesa, pois os direitos fundamentais não são aplicáveis apenas no âmbito das relações entre o indivíduo e o Estado, mas também nas relações privadas. Essa qualidade é denominada eficácia horizontal dos direitos fundamentais.
  • 10 - Questão 807 - Direito Constitucional - Nível Médio - Analista Judiciário - TJ DF - CESPE
  • Julgue os itens a seguir, referentes aos direitos individuais, previstos constitucionalmente.
  • Se uma empresa francesa, estabelecida no Brasil, conferir vantagens aos seus empregados franceses, diferentes e mais benéficas que as vantagens concedidas aos empregados brasileiros. Nessa situação, configurar-se-á ofensa ao princípio da igualdade, pois a diferenciação, no caso, baseia-se no atributo da nacionalidade.

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