Questões de Concursos TJ SP

Resolva Questões de Concursos TJ SP Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q4328.   Português - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
  • Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
  • 2 - Q8681.   Direito Civil - Nível Superior - Titular de Serviços de Notas e de Registros - TJ SP - VUNESP - 2014
  • Em relação à evicção, assinale a alternativa correta.
  • 3 - Q8682.   Direito Civil - Nível Superior - Titular de Serviços de Notas e de Registros - TJ SP - VUNESP - 2014
  • Sobre o contrato de compra e venda, assinale a alternativa correta.
  • 4 - Q4327.   Português - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
  • Considere os enunciados.

    I. O embaixador Clifford Sobel, fez declarações sobre o presidente boliviano.

    II. Aquela declaração, foi dada ao jornal, por Catherine Caughey.

    III. Muammar Gaddafi, presidente da Líbia, possui arsenal nuclear sob seu controle.

    O emprego da vírgula está correto apenas em
  • 5 - Q4326.   Português - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
  • O termo voluptuosa (4.º parágrafo), pode ser substituído, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, por
  • 7 - Q4504.   Direito Processual Penal - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2007
  • “X” foi denunciado pelos crimes de lesão corporal e furto. Todavia, há cinco dias atrás foi condenado tão somente pelo delito de lesão corporal, tendo sido absolvido pelo crime de furto, uma vez que foi reconhecida na sentença a inexistência do fato. Assim sendo, é correto afirmar que
  • 8 - Q8677.   Direito Civil - Nível Superior - Titular de Serviços de Notas e de Registros - TJ SP - VUNESP - 2014
  • Assinale a alternativa correta
  • 9 - Q8683.   Direito Constitucional - Nível Superior - Titular de Serviços de Notas e de Registros - TJ SP - VUNESP - 2014
  • Com relação às formas de controle de constitucionalidade, é correto afirmar que:
  • 10 - Q4487.   Direito Penal - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2007
  • O crime de exploração de prestígio

    I. tem como condutas previstas no “caput” do art. 357 do Código Penal os verbos solicitar ou receber;
    II. somente pode ser praticado por funcionário público;
    III. consiste, em uma de suas modalidades, na solicitação de dinheiro ou qualquer outra utilidade a pretexto de influir em determinado elenco de pessoas indicado pela lei.

    Está correto o contido apenas em