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Questões de Concurso - TRT 20a REGIÃO - Exercícios com Gabarito

Questões de Concurso - TRT 20a REGIÃO com Gabarito. Exercícios com Perguntas e Respostas Resolvidas e Comentadas. Acesso Online Grátis!


A frase redigida com clareza e correção é:

Considere as assertivas a seguir:
I. Quando intervenções de saúde pública são introduzidas sem um planejamento que permita a universalização dos benefícios, acabam exercendo o efeito de ampliar as desigualdades em saúde.

II. É importante considerar a adoção de estratégias focais, direcionando o benefício preferencialmente para as áreas com maiores necessidades, contribuindo para a redução das desigualdades na distribuição de doenças como a cárie dentária.

III. É considerado equânime o fato de grupos com melhor condição socioeconômica absorverem antes e com maior intensidade as vantagens de políticas públicas benéficas.

IV. Desigualdades injustas, desnecessárias e evitáveis em saúde são reconhecidas como equidades em saúde.
Está correto o que se afirma APENAS em

São vermes que, por sua desenvoltura em trafegar pelas redes de computadores, constituem-se em vetores perfeitos de vírus e outras ameaças, carregando-as consigo nas suas viagens:

Texto associado.

O Brasil é hoje um dos líderes mundiais do comércio
agrícola, ocupando a primeira posição nos embarques de açúcar
e de carne bovina e a segunda, nas vendas de soja e de
carnes de aves. Já era o maior exportador mundial de café, mas
até há uns 20 anos a maior parte de sua produção agropecuária
era menos competitiva que a das principais potências produtoras.
Esse quadro mudou, graças a um persistente esforço de
modernização do setor. Um levantamento da Organização Mundial
do Comércio (OMC) conta uma parte dessa história, mostrando
o aumento da presença brasileira nas exportações globais
ente 1999 e 2007. Uma história mais completa incluiria
também um detalhe ignorado pelos brasileiros mais jovens: o
suprimento do mercado interno tornou-se muito melhor quando
o país se transformou numa potência exportadora e as crises de
abastecimento deixaram de ocorrer. Essa coincidência não
ocorreu por acaso.
A prosperidade mundial e o ingresso de centenas de
milhões depessoas no mercado de consumo, em grandes
economias emergentes, favoreceram a expansão do comércio
de produtos agropecuários nas duas últimas décadas. Mas,
apesar das condições favoráveis criadas pela demanda em rápida
expansão, houve uma dura concorrência entre os grandes
produtores. A competição foi distorcida pelos subsídios e pelos
mecanismos de proteção adotados no mundo rico e, em menor
proporção, em algumas economias emergentes.
A transformação do Brasil num dos líderes mundiais de
exportação agropecuária foi possibilitada por uma combinação
de ações políticas e empresariais. Um dos fatores mais importantes
foi o trabalho das instituições de pesquisa, amplamente
reforçado a partir da criação da Embrapa, nos anos 70. A ocupação
do cerrado por agricultores provenientes de outras áreas
- principalmente do Sul - intensificou-se nessa mesma época.
Nos anos 80, rotulados por economistas como "década perdida",
a agropecuária exibiu dinamismo e modernizou-se,graças
ao investimento em novas tecnologias e à adoção de melhores
práticas de produção. O avanço tecnológico foi particularmente
notável, nessa época, na criação de gado de corte e
na produção de aves. Isso explica, em boa parte, o sucesso
comercial dos dois setores nos anos seguintes. Com o abandono
do controle de preços, a transformação da agropecuária
acelerou-se nos anos 90 e o Brasil pôde firmar sua posição
como grande exportador.
A magnitude da transformação fica evidente quando se
observam os ganhos de produtividade. As colheitas cresceram
muito mais do que a área ocupada pelas lavouras. Aumentou a
produção de carne bovina, indicando uma pecuária muito mais
eficiente. No setor de aves, o volume produzido expandiu-se
consideravelmente. Isso permitiu não só um grande avanço no
mercado externo, mas também um enorme aumento do consumo
por habitante no mercado interno. Proteínas animais
tornaram-se muito baratas, refletindo-se nas condições de vida
demilhões de brasileiros.

(O Estado de S. Paulo, Notas & Informações, A3, 29 de
novembro de 2009, com adaptações)

... a maior parte de sua produção agropecuária era menos competitiva que a das principais potências produtoras. (1º parágrafo)

O pronome grifado substitui corretamente, respeitando-se o contexto, a expressão:

Ele atua na camada de rede, analisando e filtrando datagramas IP de acordo com informações específicas contidas em seus cabeçalhos, tais como, endereços IP de origem e destino e porta TCP ou UDP. Trata-se do firewall do tipo

Na audiência de instrução e julgamento, o juiz indeferiu requerimento de acareação de testemunhas formulado pelo advogado do autor. Nesse caso,

Sobre os direitos e deveres individuais e coletivos, conforme disposto na Constituição Federal, é INCORRETO afirmar que

Texto associado.

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem–se ao texto

seguinte.

Falamos o idioma de Cabral?

Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o

monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com

o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque

português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam

vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram

no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito

"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na

verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos

empoeirados para os portugueses.

Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje

e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas

é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número

imenso de negros que não falavam português. "Já no século

XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa

Virgínia Matos, lingüista da Universidade Federal da Bahia.

"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",

afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas

torna–se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os

negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.

Também no século XVI, começaram a surgir diferenças

regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas

costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os

escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes

indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as

imigrações, que geraram diferentes sotaques.

Mas o grande momento de constituição de uma língua

"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em

Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",

diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.

A riqueza atraiu gente de toda parte – portugueses,

bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de

cana e nordestinos. Ali, a língua começou a uniformizar–se e a

exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas

comerciais que a exploração do ouro criou.

(Super Interessante. Almanaque de férias 2003 . São

Paulo, Abril, 2003, pp. 50–51)

Está correta a flexão de todas as formas verbais na frase:

Considere as seguintes assertivas a respeito das atividades insalubres ou perigosas:

I. O adicional de insalubridade pago com habitualidade integra o aviso prévio indenizado.

II. O trabalho em condições de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.

III. Tem direito ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, sujeita-se a condições de risco. É devido, também, quando o contato dá-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido.

IV. A reclassificação ou a descaracterização da insalubridade, por ato da autoridade competente, repercute na satisfação do respectivo adicional, sem ofensa a direito adquirido ou ao princípio da irredutibilidade salarial.

Está correto o que se afirma APENAS em

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 10 referem–se ao texto

seguinte.

Caso de injustiça

Quando adolescente, o poeta Carlos Drummond de

Andrade foi expulso do colégio onde estudava. A razão alegada:

"insubordinação mental". O fato: o jovem ganhara uma nota

muito alta numa redação de Português, mas o professor, ao lhe

devolver o texto avaliado, disse–lhe que ele talvez não a

merecesse. O rapaz insistiu, então, para que lhe fosse atribuída

uma nota conforme seu merecimento. O caso foi levado ao

diretor da escola, que optou pela medida extrema. Confessa o

poeta que esse incidente da juventude levou–o a desacreditar

por completo, e em definitivo, da justiça dos homens.

Está evidente que a tal da "insubordinação mental" do

rapaz não foi um desrespeito, mas uma reação legítima à

restrição estapafúrdia do professor quanto ao mérito que este

mesmo, livremente, já consignara. O mestre agiu com a

pequenez dos falsos benevolentes, que gostam de transformar

em favor pessoal o reconhecimento do mérito alheio.

Protestando contra isso, movido por justa indignação, o jovem

discípulo deu ao mestre uma clara lição de ética: reclamou pelo

que era o mais justo. Em vez de envergonhar–se, o professor

respondeu com a truculência dos autoritários, que é o reduto da

falta de razão. E acabou expondo o seu aluno à experiência

corrosiva da injustiça, que gera ceticismo e ressentimento.

A "insubordinação mental", nesse caso, bem poderia ter

sido entendida como uma legítima manifestação de amorpróprio,

que não pode e não deve subordinar–se à

agressividade dos caprichos alheios. Além disso, aquela

expressão deixa subentendido o mérito que haveria numa

"subordinação mental", ou seja, na completa rendição de uma

consciência a outra. O que se pode esperar de quem se rege

pela cartilha da completa subserviência moral e intelectual? Não

foi contra esta que o jovem se rebelou? Por que aceitaria ele

deixar–se premiar por uma nota alta a que não fizesse jus?

Muitas vezes um fato que parece ser menor ganha uma

enorme proporção. Todos já sentimos, nos detalhes de situações supostamente irrelevantes, o peso de uma grande injustiça.

A questão do que é ou do que não é justo, longe de ser

tão–somente um problema dos filósofos ou dos juristas, traduzse

nas experiências mais rotineiras. O caso do jovem poeta

ilustra bem esse gosto amargo que fica em nossa boca, cada

vez que somos punidos por invocar o princípio ético da justiça.

(Saulo de Albuquerque)

Transpondo–se para outra voz verbal a frase ......, a forma verbal resultante será .......
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima apresentada, respectivamente: