Questões de Concursos UFG

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  • 1 - Questão 46983 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Como postula Cornelius Holtorf (2007), existem três modelos gerais que caracterizam a atuação dos arqueólogos dentro do campo da Arqueologia Pública:
  • 2 - Questão 47021 - Português - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • A literatura e o leitor

    De início, cabe uma pergunta: quem é esse leitor? Se, num primeiro momento, pode nos parecer difícil defini-lo, num segundo momento, como professores com um olhar um pouco crítico e sensível, podemos perfeitamente dizer quem são eles. Na verdade, o que a sociedade, de um modo geral, e a academia, de modo especial, nos cobram é a formação de um indivíduo que lê textos escritos, referentemente livros.
    Chegamos assim a uma equação simples: para termos como resultado leitura, devemos somar livro + leitor. Mas afinal que livro é esse? Que objeto de adoração é esse, tão distante do leitor comum? O livro, indicado invariavelmente como objeto de cultura por excelência, considerado como a leitura verdadeira, não centraliza o universo cultural da população brasileira. Essa, em geral, admira e respeita quem lê e até se considera em desvantagem por não ser leitora.
    A leitura está associada a textos, especialmente livros, objetos de pouco convívio doméstico, pessoal, mas sempre valorizados. Os didáticos são vistos como livros da escola e não dos leitores. Aqui surge a primeira divisão de águas: certas leituras são para a escola, não para si próprios. No entanto, esse mesmo leitor, se consultado, poderá surpreender-se ao perceber que gostou de uma leitura indicada pela professora. Apesar disso, a leitura não chega a tornar-se hábito. Estaremos, então, formando um leitor escolar, que, distante do espaço escolar, esquece o prazer da leitura?
    Para muitos, a leitura de livros de literatura é muito difícil, monótona, demorada, enquanto os jornais e as revistas são de leitura rápida e, por isso, agradável. É comum que os adolescentes – ou pré-adolescentes – refiram-se à sensação de perda de tempo relacionada com o fato de ficarem lendo enquanto as coisas acontecem. Para eles, ler livros não é nenhum acontecimento.
    É no mínimo curioso que a ênfase na carência de leitura feita por educadores e intelectuais também ocorra entre os ditos não leitores. Parece que ninguém – nem a escola nem a sociedade – percebe a ligação existente entre o que é vivenciado/lido dentro e fora da escola, e o que ela e eles mesmos consideram como leitura. Especialmente tratando-se da interação tão intensa e difundida da linguagem verbal com a visual.
    O visual e a oralidade, predominante nas práticas não institucionalizadas, são tidos e identificados como não leituras. Menosprezados por seus próprios leitores e ignorados pelos letrados, no entanto, são as leituras mais frequentemente realizadas pela maioria da população. Por outro lado, a literatura infantil resgatou com extrema sabedoria essa conjunção, tornando a ilustração peça fundamental para a leitura, integrando texto e imagem. [...] O texto incorpora a ilustração que, por sua vez, faz o status de linguagem, de texto, de narrativa. E é graças à incorporação de elementos visuais e de linguagem que a literatura infantil tem conquistado o seu leitor, habituado que está a ler o mundo que o cerca.

    MARCHI, Diana Maria. A literatura e o leitor. In: NEVES, Iara Conceição Bitencourt et al. (Orgs). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. p. 159-160. (Adaptado).

    No enunciado “Na verdade, o que a sociedade, de um modo geral, e a academia de modo especial, nos cobram é a formação de um indivíduo que lê textos escritos, referentemente livros”, evidencia-se que a formação de leitores é:
  • 3 - Questão 46984 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Para Quetzil E. Castañeda (2008), podem ser considerados três modos distintos de articulação entre a Etnografia e a Arqueologia, a saber:
  • 4 - Questão 47010 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • No que diz respeito ao papel do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com referência ao patrimônio arqueológico, Alejandra Saladino (2014) aponta que:
  • 5 - Questão 47011 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Diego Lemos Ribeiro (2014) analisa alguns museus de Arqueologia no Brasil e afirma:
  • 6 - Questão 46992 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Muitos autores ressaltam que, no Brasil, a Arqueologia não consta das prioridades nem do governo, nem das comunidades em geral. Essa falta de interesse estaria ligada
  • 7 - Questão 46995 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Irmhild Wust, em sua dissertação de mestrado, intitulada “Aspectos da ocupação pré-colonial em uma área do Mato Grosso de Goiás – tentativa de análise espacial” (WUST, 1983), procurou construir
  • 8 - Questão 47013 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Uma tentativa de síntese sobre a ocupação pré-colonial no Centro-Oeste brasileiro foi realizada em 1999-2000 por Jorge Eremites de Oliveira e Sibeli Aparecida Viana. Nessa síntese, os autores afirmam que:
  • 9 - Questão 46985 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • Um dos passos mais importantes para a compreensão da antiguidade da humanidade foi a descoberta, pelos geólogos, do princípio da estratigrafia: que os níveis ou estratos se dispõem um acima do outro, como consequência de processos que continuam atuando até o presente. Desse modo,
  • 10 - Questão 47005 - Arqueologia - Nível Superior - Arqueólogo - UFG - CS-UFG - 2017
  • As críticas ao processualismo deram-se