Analista de Desenvolvimento - Interpretação de Textos - BDMG

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8 questões Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior

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1Questão 107954. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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Marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso diante de cada afirmativa sobre o texto IV.

( ) O texto é carregado de elementos que desnudam o grau de estupefação de seu enunciador, como se vê pelo uso de impressionada.

( ) O autor se revela estrategicamente em intensa carga significativa, por exemplo por meio da repetição do vocábulo tragédias.

( ) O uso da metonímia presente em meus olhos promove a coesão com a frase anterior, onde está presente o verbo ver.

( ) A palavra apenas, no primeiro parágrafo, promove sentido diferente daquele presente no último somente e unicamente, respectivamente.

Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:

2Questão 108153. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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Observe o trecho em destaque e assinale a nativa CORRETA.

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3Questão 108822. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

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O Grupo Petrópolis tem um compromisso com o meio
ambiente e por isso pratica programas visando à
conservação de toda a água utilizada em seus processos
produtivos. Além disso, conta com o Projeto AMA, uma
iniciativa que através do plantio de 1,1 milhão de mudas de
árvores nativas protege grandes áreas de mata atlântica e
do cerrado, preserva 36 bilhões de litros de água por ano
e atua na remoção de mais de 85 mil toneladas de CO2
da atmosfera. Afinal, para nós, dia de preservar a água é
todo dia.

Sobre os numerais presentes no trecho, que vem abaixo da frase destaque (ver o trecho em letra ampliada logo abaixo da peça publicitária), é possível afirmar que têm a função de:

4Questão 109236. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

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Sobre as relações entre os textos I e II, NÃO é possíve afirmar:

5Questão 109310. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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Assinale a alternativa que NãO apresenta informação correta no que se refere à coesão textual que se verifica no trecho em destaque, parte do texto de Diogo Bercito.

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6Questão 109792. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

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Observe a charge abaixo, de Angeli.

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Um dos comentários presentes no texto V (página 5) referentes à charge de Montanaro pode ser também aplicado à charge acima, de Angeli. O profssional que faz esse comentário é:

7Questão 110347. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

2014_08_22_53f7bab70a4c0.https://www.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

2014_08_22_53f7bab71fa30.https://www.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

NãO se pode inferir do título Contra a maré

8Questão 111066. Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC, Ensino Superior, 2011

Texto associado.

TEXTO V

Contra a maré

Cartunistas avaliam charge de João Montanaro,
na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami.


João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da
charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então,
viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em
meio ao mar que avançava.
Não dava para fazer um desenho sobre política!, diz.

Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da
xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções
que ele enviou à Folha para aprovação e publicação.
Fiquei surpreso com as críticas, diz. Acho que não
entenderam a charge.

Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz
estar seguro da escolha. Fiz o certo, minha intenção não
era fazer uma piada.

O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada,
defende Montanaro.
É um desenho superimparcial. É inocente como o
ilustrador, que é um jovenzinho, diz. De maugosto foi a
tragédia em si. E completa: O humor funciona por conta
dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos
críticos.

Para o artista Allan Sieber, que também publica na
Ilustrada, Montanaro fez o trabalho dele e a escolha da
ilustração valeu a pena.

O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro A Guerra
dos Gibis (Companhia das Letras), afrma que quem
perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores
que se manifestaram contra.

Vivemos na era da chatice e do politicamente correto.
É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas
coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.

Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro
foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal
Berita Harian, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo
de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O
jornal se retratou.
Apesar de o desenho deMontanaro não ter me
incomodado, consigo entender por que alguns leitores
se sentiram desconfortáveis, diz Sidney Gusman, editor-
chefe do site Universo HQ. Fico imaginando como eu
reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.

Outra razão apontada para a má recepção é o
desconhecimento do desenho original.
Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas
não iriam se chocar, diz Mario Sergio Barbosa, pai de
Montanaro. Mas eu não conhecia a referência dele.

Há também a possibilidade de o leitor não estar
acostumado ao gênero da charge.
As pessoas ligam a palavra charge a coisas alegres,
mas a ideia é ser um convite ao pensamento, diz o
quadrinista Mauricio de Sousa.

O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade
Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda.
Quem está acostumado entende melhor desenhos
como o de Montanaro. Outros veem as charges como
necessariamente uma piada e, por isso, seincomodam.

Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores
da página A2 entre 1986 e 1995, diz: Os cartunistas
constroem uma imagem de irreverentes, de livres
criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo
comunicador tem de antecipar a reação do público e
medir o que vai causar. Nem tudo é permitido.

Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do
Brasil, é nesses momentos de tragédia que temos de
fazer críticas.

DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.

Observando os quatro textos em análise, se pode afirmar que: