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Simulado: Multiprofissional Cuidados Paliativos - SES DF - Psicologia da Saúde - Questões

Simulado com Questões da Prova - Multiprofissional Cuidados Paliativos - SES DF - Psicologia da Saúde. Ao Terminar de Resolver, Clique em Corrigir para ver o Gabarito.

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Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Representa atribuição do psicólogo comprometer-se com os direitos dos pacientes, desde que esse não interfira na organização e no planejamento hospitalar previamente instituídos.

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

É papel do psicólogo conhecer e intervir em preditores de distress mórbido, depressão, ansiedade, somatização e luto antecipatório complicado nos familiares de doentes oncológicos terminais.

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

O psicólogo, no contexto de cuidados paliativos, deve buscar compreender a dinâmica familiar e o respectivo modo de organização para o tratamento, para então elaborar um plano de apoio tanto para a internação como para o contexto de cuidados domiciliares.

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

É função do psicólogo trabalhar com o paciente em cuidados paliativos os processos de morrer nos aspectos conceituais e vivenciais.

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

O psicólogo deve trabalhar a dor emocional dos pacientes e dos familiares, constituindo-se falha ética abordar questões espirituais, quando apresentadas pelo paciente.

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Não cabe ao psicólogo lidar com estressores que implicam a necessidade de um ajustamento psicossocial dos pacientes e dos familiares em cuidados paliativos, sendo essa uma tarefa exclusiva do Serviço Social.

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

É papel do psicólogo buscar combater os sintomas estressores e angustiantes que atinjam os pacientes em cuidados paliativos e, assim, fornecer os meios para que haja manutenção da dignidade da pessoa em qualquer condição, mesmo que se manifestem preocupações com a morte.

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

O hospital geral, na condição de campo de atuação do psicólogo, compõe um cenário de diferentes demandas que se estendem do início ao fim da vida. Inserido em uma equipe multidisciplinar, o psicólogo hospitalar tem, como elementos indissociáveis de suas intervenções, a interação com profissionais de outras áreas, exceto o hospital como instituição.

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Tendo em vista a responsabilidade dos familiares do paciente em cuidados paliativos, é importante que os profissionais sigam o posicionamento da família quanto à decisão de comunicar ou não o diagnóstico ao paciente.

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

A intensidade das atuações em cuidados paliativos é inversamente proporcional à reversibilidade do quadro clínico.

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

É função da psicologia conter familiares que manifestem insatisfações com a prestação de cuidados paliativos, uma vez que tais tipos de manifestações se constituem preditores do desenvolvimento de morbidade psicológica.

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Os cuidados paliativos não são práticas exclusivas dos quadros de doenças crônicas, degenerativas e do envelhecimento.

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

O atendimento do psicólogo em cuidados paliativos precisa ser objetivo e, por isso, evita-se levantar os antecedentes psiquiátricos do paciente e (ou) dos respectivos familiares.

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Cabe ao psicólogo comunicar o diagnóstico ao paciente em cuidados paliativos.

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Cabe ao psicólogo a assistência na internação, e não na atenção domiciliar (home care), uma vez que a família optou por preservar a intimidade e oferecer conforto ao paciente.

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Na avaliação psicológica do paciente, é importante que o psicólogo abstenha-se de manter contato direto e próximo com a equipe da unidade.

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Para o paciente terminal, uma questão refere-se ao domínio da dor, pois a dor física pode levar o ser humano a desejar a morte. Alguns pacientes terminais sofrem antes de morrer, mas outros, que são cuidados adequadamente, morrem lúcidos e em paz junto aos próprios familiares. O que o paciente pode estar realmente desejando é um tratamento mais pessoal ou, meramente, mais solidariedade humana.

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

É relevante ter clareza de que, ao se optar por implementar uma abordagem de cuidados centrada na família - particularmente em contextos de fim de vida -, se aumenta o risco de desenvolvimento de respostas desajustadas pré e pós-morte do doente.

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Considerando a interdependência do doente e da respectiva família na adaptação à iminência da morte, ao se garantir o bem-estar dos familiares, aumenta-se a probabilidade de se assegurar também o bem-estar do doente e, por conseguinte, a dignidade no processo de morte, objetivo fundamental dos cuidados em fim de vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

De acordo com a OMS o doente terminal e a respectiva família precisam constituir uma só unidade de cuidados, em que se deve garantir que as necessidades dos familiares, como suporte emocional, sejam satisfeitas pelos profissionais de saúde.

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