Simulado Arquiteto Urbanista - AL MT - Português - 2013

Simulado para Arquiteto Urbanista - AL MT com 10 Questões de Português. Prova com Exercícios de Ensino Superior da Banca FGV com Gabarito.

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Fora de foco 

      Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
      Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
      A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
      É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.

(O Globo, 21/11/2013)
  • 1 - Questão 14942.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • O texto acima foi produzido num momento em que se discutia a  validade ou não da utilização de animais em pesquisas. 

    Nesse caso, os dois primeiros parágrafos do texto têm a seguinte  função
  • 2 - Questão 14943.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima...”. 

    O conectivo que não  substitui adequadamente o sublinhado, por  alterar o sentido da frase, é
  • 3 - Questão 14944.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • “É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células”.
  • 4 - Questão 14945.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • Usá-los ou não é um falso dilema,...”; a forma verbal sublinhada  é fruto da união do infinitivo “usar” + o pronome pessoal “os”. 

    A forma do presente do indicativo desse mesmo verbo que, unido  a esse mesmo pronome pessoal, apresenta erro é
  • 5 - Questão 14946.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • “Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa”.

    A partir desse segmento do texto, é correto inferir que
  • 6 - Questão 14947.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • Pode-se  deduzir  da  leitura  do  texto  que  os  que  combatem  as  experiências  com  animais  em  laboratórios  apoiam-se,  entre  outros, no seguinte argumento:
  • 7 - Questão 14948.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • “A  legítima  busca  do  homem  por  descobertas  que  o  desassombrem  do  fantasma  de  doenças  que  podem  ser  combatidas  com  remédios e, em última  instância, pelo aumento  da  expectativa  de  vida  está  na  base  da  discussão  sobre  o  emprego de animais em experimentos científicos”. 

    Nesse  período,  quanto  à  sua  estruturação  sintática,  é  correto  afirmar que
  • 8 - Questão 14949.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • Entre os argumentos apresentados no texto para que a experimentação animal nos laboratórios continue, não se inclui
  • 9 - Questão 14950.   Português - Nível Superior - Arquiteto Urbanista - AL MT - FGV - 2013
  • O título dado ao texto – fora de foco – refere-se

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