AL SP - Português - Agente Legislativo de Serviços Técnicos e Administrativos - 2010

Responda as 4 questões abaixo (AL SP - Português - Agente Legislativo de Serviços Técnicos e Administrativos - 2010). Ao terminar, clique no botão para ver sua nota e o gabarito. Boa sorte!

4 questões Português, FCC, Médio

Estatísticas:
276 resolveram
60% média
Regular
40 gabaritaram
40 Ótimo
182 Bom
38 Regular
16 Péssimo
O reflorestamento tem o papel de conservar a biodiversidade da Mata Atlântica e retomar as funções ecológicas que a tornam tão importante. Mas é possível fazer com que uma floresta secundária avance para a condição de floresta nativa? Segundo a diretora de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, as florestas secundárias geralmente não conseguem atingir as mesmas condições ecológicas que as primárias, mas têm o seu valor. "Uma floresta estabelecida, ainda que secundária, absorve água e forma um reservatório natural, impede o assoreamento dos rios e gera emprego e renda para quem atua na restauração." A manutenção de funções ecológicas na floresta secundária depende de seu desenvolvimento. "Se ela atingir determinado tamanho, diversidade e microclima adequado, poderá ter funções semelhantes às da mata nativa", diz ela. Também a capacidade de absorver carbono é uma das diferenças entre as duas florestas. A mata secundária sequestra muito mais carbono, mas isso não a torna melhor do que a primária, ela explica. O grau de biodiversidade é um dos principais fatores que diferenciam florestas primárias e secundárias. Esse grau depende de vários aspectos, especialmente a idade e a existência de mata nativa nas proximidades. As florestas secundárias são definitivamente mais vulneráveis do que a primária, principalmente em relação ao fogo. Na Amazônia, a idade média de uma floresta secundária é de seis ou sete anos, já que muitas delas são queimadas mais de uma vez. A diretora avalia ainda que a perda de espécies na mata secundária está relacionada ao ambiente mais aberto. Intervenções como corte de cipó e plantio de espécies que funcionem como uma barreira podem contribuir para a restauração e a conservação das florestas.

(Ana Bizzotto. O Estado de S. Paulo, Especial Sustentabilidade, H6, 30 de janeiro de 2009, com adaptações)
Está implícito no texto, como resposta à questão colocada no 1° parágrafo, que
O reflorestamento tem o papel de conservar a biodiversidade da Mata Atlântica e retomar as funções ecológicas que a tornam tão importante. Mas é possível fazer com que uma floresta secundária avance para a condição de floresta nativa? Segundo a diretora de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, as florestas secundárias geralmente não conseguem atingir as mesmas condições ecológicas que as primárias, mas têm o seu valor. "Uma floresta estabelecida, ainda que secundária, absorve água e forma um reservatório natural, impede o assoreamento dos rios e gera emprego e renda para quem atua na restauração." A manutenção de funções ecológicas na floresta secundária depende de seu desenvolvimento. "Se ela atingir determinado tamanho, diversidade e microclima adequado, poderá ter funções semelhantes às da mata nativa", diz ela. Também a capacidade de absorver carbono é uma das diferenças entre as duas florestas. A mata secundária sequestra muito mais carbono, mas isso não a torna melhor do que a primária, ela explica. O grau de biodiversidade é um dos principais fatores que diferenciam florestas primárias e secundárias. Esse grau depende de vários aspectos, especialmente a idade e a existência de mata nativa nas proximidades. As florestas secundárias são definitivamente mais vulneráveis do que a primária, principalmente em relação ao fogo. Na Amazônia, a idade média de uma floresta secundária é de seis ou sete anos, já que muitas delas são queimadas mais de uma vez. A diretora avalia ainda que a perda de espécies na mata secundária está relacionada ao ambiente mais aberto. Intervenções como corte de cipó e plantio de espécies que funcionem como uma barreira podem contribuir para a restauração e a conservação das florestas.

(Ana Bizzotto. O Estado de S. Paulo, Especial Sustentabilidade, H6, 30 de janeiro de 2009, com adaptações)
De acordo com o texto, a afirmativa correta é:
O reflorestamento tem o papel de conservar a biodiversidade da Mata Atlântica e retomar as funções ecológicas que a tornam tão importante. Mas é possível fazer com que uma floresta secundária avance para a condição de floresta nativa? Segundo a diretora de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, as florestas secundárias geralmente não conseguem atingir as mesmas condições ecológicas que as primárias, mas têm o seu valor. "Uma floresta estabelecida, ainda que secundária, absorve água e forma um reservatório natural, impede o assoreamento dos rios e gera emprego e renda para quem atua na restauração." A manutenção de funções ecológicas na floresta secundária depende de seu desenvolvimento. "Se ela atingir determinado tamanho, diversidade e microclima adequado, poderá ter funções semelhantes às da mata nativa", diz ela. Também a capacidade de absorver carbono é uma das diferenças entre as duas florestas. A mata secundária sequestra muito mais carbono, mas isso não a torna melhor do que a primária, ela explica. O grau de biodiversidade é um dos principais fatores que diferenciam florestas primárias e secundárias. Esse grau depende de vários aspectos, especialmente a idade e a existência de mata nativa nas proximidades. As florestas secundárias são definitivamente mais vulneráveis do que a primária, principalmente em relação ao fogo. Na Amazônia, a idade média de uma floresta secundária é de seis ou sete anos, já que muitas delas são queimadas mais de uma vez. A diretora avalia ainda que a perda de espécies na mata secundária está relacionada ao ambiente mais aberto. Intervenções como corte de cipó e plantio de espécies que funcionem como uma barreira podem contribuir para a restauração e a conservação das florestas.

(Ana Bizzotto. O Estado de S. Paulo, Especial Sustentabilidade, H6, 30 de janeiro de 2009, com adaptações)
A mata secundária sequestra muito mais carbono, mas isso não a torna melhor do que a primária... ( 3° parágrafo)

A afirmativa acima está corretamente reproduzida, com outras palavras, em:
O reflorestamento tem o papel de conservar a biodiversidade da Mata Atlântica e retomar as funções ecológicas que a tornam tão importante. Mas é possível fazer com que uma floresta secundária avance para a condição de floresta nativa? Segundo a diretora de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, as florestas secundárias geralmente não conseguem atingir as mesmas condições ecológicas que as primárias, mas têm o seu valor. "Uma floresta estabelecida, ainda que secundária, absorve água e forma um reservatório natural, impede o assoreamento dos rios e gera emprego e renda para quem atua na restauração." A manutenção de funções ecológicas na floresta secundária depende de seu desenvolvimento. "Se ela atingir determinado tamanho, diversidade e microclima adequado, poderá ter funções semelhantes às da mata nativa", diz ela. Também a capacidade de absorver carbono é uma das diferenças entre as duas florestas. A mata secundária sequestra muito mais carbono, mas isso não a torna melhor do que a primária, ela explica. O grau de biodiversidade é um dos principais fatores que diferenciam florestas primárias e secundárias. Esse grau depende de vários aspectos, especialmente a idade e a existência de mata nativa nas proximidades. As florestas secundárias são definitivamente mais vulneráveis do que a primária, principalmente em relação ao fogo. Na Amazônia, a idade média de uma floresta secundária é de seis ou sete anos, já que muitas delas são queimadas mais de uma vez. A diretora avalia ainda que a perda de espécies na mata secundária está relacionada ao ambiente mais aberto. Intervenções como corte de cipó e plantio de espécies que funcionem como uma barreira podem contribuir para a restauração e a conservação das florestas.

(Ana Bizzotto. O Estado de S. Paulo, Especial Sustentabilidade, H6, 30 de janeiro de 2009, com adaptações)
A concordância verbal e nominal está inteiramente correta em: