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Simulado: Agente Administrativo - Português - MPE RS 2010

Questões da Prova - Agente Administrativo - Português - MPE RS 2010 . Ao Terminar de Resolver o Simulado, Clique em Corrigir para ver o Gabarito.

1.646 resolveram
59% acertos
Médio
206 gabaritaram
618 ótimo
455 bom
518 regular
55 péssimo
Texto associado.
Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
disseminação científica.

Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
internet está provocando danos em partes do cérebro que
constituem a base do que entendemos como inteligência, além
de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
e piedade.

O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
aprendizado superficial."

A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

(Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
com adaptações)
O assunto do texto está corretamente resumido em:
Texto associado.
Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
disseminação científica.

Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
internet está provocando danos em partes do cérebro que
constituem a base do que entendemos como inteligência, além
de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
e piedade.

O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
aprendizado superficial."

A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

(Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
com adaptações)
Em relação à estrutura textual, está correta a afirmativa:
Texto associado.
Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
disseminação científica.

Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
internet está provocando danos em partes do cérebro que
constituem a base do que entendemos como inteligência, além
de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
e piedade.

O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
aprendizado superficial."

A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

(Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
com adaptações)
O segmento inteiramente denotativo é:
Texto associado.
Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
disseminação científica.

Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
internet está provocando danos em partes do cérebro que
constituem a base do que entendemos como inteligência, além
de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
e piedade.

O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
aprendizado superficial."

A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

(Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
com adaptações)
Essa dispersão da atenção vem à custa da capacidade de
concentração e de reflexão.
(final do texto)

O segmento grifado estabelece na frase relação de ......, e
pode ser substituído, sem alteração do sentido original,
por .......

As lacunas acima estarão corretamente preenchidas por:
Texto associado.
Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
disseminação científica.

Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
internet está provocando danos em partes do cérebro que
constituem a base do que entendemos como inteligência, além
de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
e piedade.

O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
aprendizado superficial."

A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

(Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
com adaptações)
Carr menciona a dificuldade que muitos de nós, depois de
anos de exposição à internet, agora experimentam diante
de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência ...
(3o parágrafo)

Considere as afirmativas seguintes:

I. A concordância verbal estaria inteiramente respeitada,
com o verbo experimentar flexionado na 1a
pessoa do plural, experimentamos.

II. A presença do sinal de crase é facultativa, pois
internet é palavra originária do inglês, adaptada ao
nosso idioma.

III. O segmento introduzido pelos dois pontos explica a
dificuldade
decorrente da acentuada exposição à
internet.

Está correto o que se afirma em:

Deixe seu comentário (25)

Foto de perfil vazia
Por Vitor Oliveira Kulman em 07/02/2016 21:44:04
Demorei um monte para responder as questões e errei 3, fui mto mal, fazer oque... Vou deixar comentada as questões
Foto de perfil Luiz Alberto
Por Luiz Alberto em 31/08/2015 16:55:28
fiz rápido... porem errei uma, presta mais atenção na próxima.
Foto de perfil Mauricio Mazza
Por Mauricio Mazza em 17/02/2015 11:39:43
Tirei o dedo! Gabaritei pela primeira vez, com minha neném de 3 anos chorando no colo!

kkkk... É comof azer apoios de frente com um peso nas costas.

Caveira! kkkk...
Foto de perfil Rubsmércio Correia Francelino da Silva
Por Rubsmércio Correia Francelino da Silva em 03/04/2013 14:00:59
como faz pontos no ranking?????
Foto de perfil Eder Elias
Por Eder Elias em 02/04/2013 18:19:27
Errei 1... já estou cansado.
Foto de perfil Jileno
Por Jileno em 20/02/2013 19:22:05
Gostei do texto e das questões. Fui bem.
Foto de perfil Cristiano Silveira
Por Cristiano Silveira em 19/11/2012 23:11:04
Acertei quatro - não foi dessa vez!
Foto de perfil Elaine França de Camargo
Por Elaine França de Camargo em 19/11/2012 22:12:13
Demorei muito para responder e fiquei em dúvida em várias... mas gabaritei! o/
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Por edvania mendes de souza em 15/04/2012 20:35:02
acertei 4 vou estudar mais.
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Por suelen salles em 14/04/2012 19:25:19
nossa me surpreendi quando corrigi e vi que tinha gabaritado...
:) só tive um pouco de duvida na ultima questão
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Por Tangerina Silva em 21/03/2012 18:48:20
"muitos de nós, depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
impaciência e de sonolência" Adorei a metalinguagem.
Foto de perfil vazia
Por josiane mendes geraldo em 21/03/2012 14:45:24
muit falta da minha atençao
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Por ernani em 26/01/2012 13:41:15
mto bom gabaritei, rumo ao inss 2012!!!
Foto de perfil vazia
Por argemiro pinto em 25/01/2012 02:06:04
Estou iniciando....!!!
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Por JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS em 21/01/2012 10:16:30
Bem elaborada! Porém, com atenção e conhecimentos prévios de Língua portuguesa, é possível responder.
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Por lina martins em 14/12/2011 20:28:32
achei bem elaborado, e não há pegadinhas.
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Por thiago severo nunes em 07/12/2011 19:45:12
Gostei, e concordo com Carr.
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Por ANA CRISTINA REINALDO em 22/09/2011 15:31:46
tem razão,o Google tá me deixando mais lenta....rsrsrs
Foto de perfil Nadja cunha
Por Nadja cunha em 22/09/2011 00:51:35
acertei 3...mais assim que é interessante,o grau de dificuldade.
Foto de perfil vazia
Por Mariana Pereira da Costa em 19/09/2011 22:27:55
Quase quebrei a cabeça!!!!
Foto de perfil vazia
Por sandra costa em 05/08/2011 22:52:39
Acho que Nicholas Carr tem uma certa razão...
Foto de perfil Ivani Miranda Rosa
Por Ivani Miranda Rosa em 27/07/2011 11:41:07
Gostei,achei boas as questões.
Foto de perfil vazia
Por RUTE COELHO DA SILVA em 26/07/2011 16:54:36
Muito bem elaborado, Parabéns!!
Foto de perfil vazia
Por Ramon Lira dos Anjos em 20/07/2011 15:20:38
Demorei muito tempo para resolver, mas gabaritei! :D
Foto de perfil samuel augusto souza freitas
Por samuel augusto souza freitas em 20/07/2011 15:06:12
Gabaritei, mas achei difícil bem elaborado!

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