Simulado IFAL - Português - Assistente de Alunos - 2011

Simulado para Assistente de Alunos - IFAL com 11 Questões de Português. Prova com Exercícios de Ensino Médio da Banca COPEVE-UFAL com Gabarito.

  • 276 Resolveram
  • 33% Acertos
  • 1 Gabaritaram
  • barra ótimo 6 Ótimo
  • barra qtd_bom 37 Bom
  • barra ruim143 Regular
  • barra péssimo90 Ruim

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  • 1 - Questão 34886.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • No enunciado: “Os cozinheiros já haviam preparado o banquete, de modo que não utilizaram os outros pratos.”, tem-se
  • 2 - Questão 34887.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • As concordâncias verbal e nominal estão inteiramente adequadas às normas da escrita padrão na frase: 
  • 3 - Questão 34888.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • Marque a opção cujo enunciado está adequado às regras de pontuação. 
  • 4 - Questão 34889.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • Vários pesquisadores ligados ___ universidades federais brasileiras tentam explicar a crescente adesão dos jovens ____ drogas, ____ partir de teorias sociais e psicológicas.

    As lacunas estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por
  • 5 - Questão 34890.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • Nas frases: a) O ministro nomeou um dos assessores secretário de estado e b) Os turistas estão com pena de ir embora, os termos grifados são, respectivamente, 
  • 6 - Questão 34891.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • Em qual opção o pronome oblíquo não viola a norma-padrão da língua portuguesa? 
  • 7 - Questão 34892.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • No texto: “Com formato de guarda-chuva aberto, a Chrysaora hypocella pertence à classe dos cifozoários, animais celentrados, da classe Scyphozoa, aeróspedos, caracterizados por terem medusas grandes, em forma de campânula, marginadas por tentáculos.”, a função de linguagem predominante é 
  • 8 - Questão 34893.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  • Qual opção não viola a regência verbal? 
  • 9 - Questão 34894.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  •       A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
          Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.
          Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

                  (MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).

    Cecília Meireles diz: “Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa”. Essa lembrança  
  • 10 - Questão 34895.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  •       A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
          Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.
          Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

                  (MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).

    Nas correlações de significados entre o ponto de vista dos adultos e das crianças, pode-se concluir que o cometa  
  • 11 - Questão 34896.   Português - Nível Médio - Assistente de Alunos - IFAL - COPEVE-UFAL - 2011
  •       A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
          Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.
          Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

                  (MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).

    A construção imaginária da tragédia anunciada que poderia ser provocada a partir da passagem do cometa adquire essa perspectiva 

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