IFAC - Interpretação de Textos - Auxiliar em Administração - 2014

Responda as 3 questões abaixo (IFAC - Interpretação de Textos - Auxiliar em Administração - 2014). Ao terminar, clique no botão para ver sua nota e o gabarito. Boa prova!

3 questões Português, Interpretação de Textos, Auxiliar em Administração, IFAC, MS CONCURSOS , Fundamental

397 resolveram
80% média
Fácil
213 gabaritaram
213 Ótimo
133 Bom
43 Regular
8 Péssimo
Texto associado.

Quando a comida sai do Lixo  

A culinária do Lixo 
Cerca de três mil pessoas do Distrito Federal alimentam-se do que é jogado fora nos contêineres dos supermercados e nas lixeiras das casas. Quem revira os restos sente vergonha da atividade e se diz cansado de pedir comida.  

1 Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos. Faz silencio local. O único barulho que se ouve é o choro de Luciano Alves, 7 anos. Caçula de seis irmãos, a criança chora porque não aguenta mais esperar pela refeição.
4 As panelas acabaram de sair do fogão e a comida está quente. Na mesa, há carne cozida, feijão e arroz. Salada de repolho, cenoura e couve-flor, além de frutas, como manga, mamão e banana. Como sobremesa será servido iogurte de morango. O cardápio seria saudável, se não fosse um porém: os ingredientes servidos na casa de Zélia não foram comprados na feira nem no supermercado. Saíram todos de três contêineres de lixo, do Guará e do Cruzeiro.
9 No Distrito Federal, pelo menos três mil pessoas comem alimentos do lixo. O levantamento é do engenheiro florestal Benicio de Melo Filho. Ele defendeu uma tese de mestrado na Universidade De Brasília (UnB), no ano passado, sobre o valor econômico e social daquilo que se joga fora. Benicio não direcionou seu trabalho para a questão dos alimentos, mas ressalta que as pessoas que vivem do lixo se alimentam na mesma fonte. “Os catadores levam todo o tipo de comida para casa. Carne, queijo, refrigerante, frutas e legumes. Nada é desperdiçado”, descreve em seu trabalho.
15 Maria Zélia veio do Município de Petrolândia (PE) para o DF no ano passado com toda a família. Buscava emprego. Não conseguiu vaga nem de diarista em casa de família e optou por sair pelas ruas remexendo lixo. “A gente cata papelão para vender. Mas não tem como sobreviver disso. Para meus filhos não passarem fome, comecei a pegar alimentos do lixo”, conta. De cabeça baixa, Zélia assume que sente vergonha de revirar o lixo em busca de comida. “Na minha terra, pobre não faz isso. Já pensou se meus parentes lá de Pernambuco ficam sabendo que eu vim para Brasília comer lixo? ”[...]                                               

        (CAMPBELL, Ullisses. CorreioWeb, Correio Braziliense, 24 de fevereiro de 2002/http://www.correioweb.com.br)

Após a leitura do texto, com base no que foi exposto pelo autor, assinale a alternativa correta.
Texto associado.

Quando a comida sai do Lixo  

A culinária do Lixo 
Cerca de três mil pessoas do Distrito Federal alimentam-se do que é jogado fora nos contêineres dos supermercados e nas lixeiras das casas. Quem revira os restos sente vergonha da atividade e se diz cansado de pedir comida.  

1 Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos. Faz silencio local. O único barulho que se ouve é o choro de Luciano Alves, 7 anos. Caçula de seis irmãos, a criança chora porque não aguenta mais esperar pela refeição.
4 As panelas acabaram de sair do fogão e a comida está quente. Na mesa, há carne cozida, feijão e arroz. Salada de repolho, cenoura e couve-flor, além de frutas, como manga, mamão e banana. Como sobremesa será servido iogurte de morango. O cardápio seria saudável, se não fosse um porém: os ingredientes servidos na casa de Zélia não foram comprados na feira nem no supermercado. Saíram todos de três contêineres de lixo, do Guará e do Cruzeiro.
9 No Distrito Federal, pelo menos três mil pessoas comem alimentos do lixo. O levantamento é do engenheiro florestal Benicio de Melo Filho. Ele defendeu uma tese de mestrado na Universidade De Brasília (UnB), no ano passado, sobre o valor econômico e social daquilo que se joga fora. Benicio não direcionou seu trabalho para a questão dos alimentos, mas ressalta que as pessoas que vivem do lixo se alimentam na mesma fonte. “Os catadores levam todo o tipo de comida para casa. Carne, queijo, refrigerante, frutas e legumes. Nada é desperdiçado”, descreve em seu trabalho.
15 Maria Zélia veio do Município de Petrolândia (PE) para o DF no ano passado com toda a família. Buscava emprego. Não conseguiu vaga nem de diarista em casa de família e optou por sair pelas ruas remexendo lixo. “A gente cata papelão para vender. Mas não tem como sobreviver disso. Para meus filhos não passarem fome, comecei a pegar alimentos do lixo”, conta. De cabeça baixa, Zélia assume que sente vergonha de revirar o lixo em busca de comida. “Na minha terra, pobre não faz isso. Já pensou se meus parentes lá de Pernambuco ficam sabendo que eu vim para Brasília comer lixo? ”[...]                                               

        (CAMPBELL, Ullisses. CorreioWeb, Correio Braziliense, 24 de fevereiro de 2002/http://www.correioweb.com.br)

Observe a ocorrência de couve-flor (2º parágrafo, 5ª linha), considerando que são dois substantivos, sua flexão para o plural será couves-flores. Sendo assim, assinale qual dos termos abaixo forma plural pela mesma regra gramatical. 
Texto associado.

Quando a comida sai do Lixo  

A culinária do Lixo 
Cerca de três mil pessoas do Distrito Federal alimentam-se do que é jogado fora nos contêineres dos supermercados e nas lixeiras das casas. Quem revira os restos sente vergonha da atividade e se diz cansado de pedir comida.  

1 Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos. Faz silencio local. O único barulho que se ouve é o choro de Luciano Alves, 7 anos. Caçula de seis irmãos, a criança chora porque não aguenta mais esperar pela refeição.
4 As panelas acabaram de sair do fogão e a comida está quente. Na mesa, há carne cozida, feijão e arroz. Salada de repolho, cenoura e couve-flor, além de frutas, como manga, mamão e banana. Como sobremesa será servido iogurte de morango. O cardápio seria saudável, se não fosse um porém: os ingredientes servidos na casa de Zélia não foram comprados na feira nem no supermercado. Saíram todos de três contêineres de lixo, do Guará e do Cruzeiro.
9 No Distrito Federal, pelo menos três mil pessoas comem alimentos do lixo. O levantamento é do engenheiro florestal Benicio de Melo Filho. Ele defendeu uma tese de mestrado na Universidade De Brasília (UnB), no ano passado, sobre o valor econômico e social daquilo que se joga fora. Benicio não direcionou seu trabalho para a questão dos alimentos, mas ressalta que as pessoas que vivem do lixo se alimentam na mesma fonte. “Os catadores levam todo o tipo de comida para casa. Carne, queijo, refrigerante, frutas e legumes. Nada é desperdiçado”, descreve em seu trabalho.
15 Maria Zélia veio do Município de Petrolândia (PE) para o DF no ano passado com toda a família. Buscava emprego. Não conseguiu vaga nem de diarista em casa de família e optou por sair pelas ruas remexendo lixo. “A gente cata papelão para vender. Mas não tem como sobreviver disso. Para meus filhos não passarem fome, comecei a pegar alimentos do lixo”, conta. De cabeça baixa, Zélia assume que sente vergonha de revirar o lixo em busca de comida. “Na minha terra, pobre não faz isso. Já pensou se meus parentes lá de Pernambuco ficam sabendo que eu vim para Brasília comer lixo? ”[...]                                               

        (CAMPBELL, Ullisses. CorreioWeb, Correio Braziliense, 24 de fevereiro de 2002/http://www.correioweb.com.br)

No trecho retirado do texto: “Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos.”, a palavra agora é um: