Simulado TRT RS - Português - Técnico Judiciário - 2015

Simulado com 8 questões de Português Ensino Médio Banca FCC. Teste seus Conhecimentos em Provas Online com Gabarito.

  • 110 Resolveram
  • 47% Acertos
  • 2 Gabaritaram
  • barra ótimo 6 Ótimo
  • barra qtd_bom 58 Bom
  • barra ruim34 Ruim
  • barra péssimo12 Péssimo
  • 1 - Questão 37917.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  •    A vida é uma tapeçaria que elaboramos, enquanto somos urdidos dentro dela. Aqui e ali podemos escolher alguns fios, um tom, a espessura certa, ou até colaborar no desenho.
       Linhas de bordado podem ser cordas que amarram ou rédeas que se deixam manejar: nem sempre compreendemos a hora certa ou o jeito de as segurarmos. Nem todos somos bons condutores; ou não nos explicaram direito qual o desenho a seguir, nem qual a dose de liberdade que podíamos – com todos os riscos – assumir.

    (LUFT, L. O rio do meio. São Paulo: Mandarim, 1997, 3. ed, p. 105)
     
    O texto aponta para
  • 2 - Questão 37918.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  •    A vida é uma tapeçaria que elaboramos, enquanto somos urdidos dentro dela. Aqui e ali podemos escolher alguns fios, um tom, a espessura certa, ou até colaborar no desenho.
       Linhas de bordado podem ser cordas que amarram ou rédeas que se deixam manejar: nem sempre compreendemos a hora certa ou o jeito de as segurarmos. Nem todos somos bons condutores; ou não nos explicaram direito qual o desenho a seguir, nem qual a dose de liberdade que podíamos – com todos os riscos – assumir.

    (LUFT, L. O rio do meio. São Paulo: Mandarim, 1997, 3. ed, p. 105)

    Entende-se corretamente que, no 2º parágrafo, a autora aborda
  • 3 - Questão 37919.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  •    A vida é uma tapeçaria que elaboramos, enquanto somos urdidos dentro dela. Aqui e ali podemos escolher alguns fios, um tom, a espessura certa, ou até colaborar no desenho.
       Linhas de bordado podem ser cordas que amarram ou rédeas que se deixam manejar: nem sempre compreendemos a hora certa ou o jeito de as segurarmos. Nem todos somos bons condutores; ou não nos explicaram direito qual o desenho a seguir, nem qual a dose de liberdade que podíamos – com todos os riscos – assumir.

    (LUFT, L. O rio do meio. São Paulo: Mandarim, 1997, 3. ed, p. 105)

    ... enquanto somos urdidos dentro dela.

    O verbo urdir na frase acima está transposto para a voz passiva. Dentre as opções abaixo, o verbo que admite essa transposição está em:
  • 4 - Questão 37920.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  • De gramática e de linguagem 

    E havia uma gramática que dizia assim:
    “Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
    Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta."
    Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
    As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
    As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
    Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
    Ovo pode estar choco: é inquietante...)
    As cousas vivem metidas com as suas cousas.
    E não exigem nada.
    Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
    E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
    Para quê? não importa: João vem!
    E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
    Amigo ou adverso ... João só será definitivo
    Quando esticar a canela. Morre, João...
    Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
    Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
    Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
    Sonoro. Lento. Eu sonho
    Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
    Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
    Ainda mais:
    Eu sonho com um poema
    Cujas palavras sumarentas escorram
    Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
    Um poema que te mate de amor
    Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
    Basta provares o seu gosto... 

    (QUINTANA, M. Prosa e verso. Porto Alegre: Globo, 1978, p. 94) 

    Atente para os versos abaixo:

    E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
    Para quê? não importa: João vem!
    E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
    Amigo ou adverso ...


    Considerando-se o poema e, especialmente, os versos acima, é correto afirmar que o poeta
  • 5 - Questão 37921.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  • De gramática e de linguagem 

    E havia uma gramática que dizia assim:
    “Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
    Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta."
    Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
    As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
    As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
    Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
    Ovo pode estar choco: é inquietante...)
    As cousas vivem metidas com as suas cousas.
    E não exigem nada.
    Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
    E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
    Para quê? não importa: João vem!
    E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
    Amigo ou adverso ... João só será definitivo
    Quando esticar a canela. Morre, João...
    Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
    Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
    Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
    Sonoro. Lento. Eu sonho
    Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
    Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
    Ainda mais:
    Eu sonho com um poema
    Cujas palavras sumarentas escorram
    Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
    Um poema que te mate de amor
    Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
    Basta provares o seu gosto... 

    (QUINTANA, M. Prosa e verso. Porto Alegre: Globo, 1978, p. 94) 

    As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
    As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
    Os versos acima devem ser entendidos, considerando-se o teor do poema, como 
  • 6 - Questão 37922.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  • De gramática e de linguagem 

    E havia uma gramática que dizia assim:
    “Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
    Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta."
    Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
    As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
    As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
    Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
    Ovo pode estar choco: é inquietante...)
    As cousas vivem metidas com as suas cousas.
    E não exigem nada.
    Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
    E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
    Para quê? não importa: João vem!
    E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
    Amigo ou adverso ... João só será definitivo
    Quando esticar a canela. Morre, João...
    Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
    Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
    Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
    Sonoro. Lento. Eu sonho
    Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
    Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
    Ainda mais:
    Eu sonho com um poema
    Cujas palavras sumarentas escorram
    Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
    Um poema que te mate de amor
    Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
    Basta provares o seu gosto... 

    (QUINTANA, M. Prosa e verso. Porto Alegre: Globo, 1978, p. 94) 

    (Ovo, nem sempre, Ovo pode estar choco: é inquietante...)

    O segmento isolado por parênteses introduz, no poema,
  • 7 - Questão 37923.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  • De gramática e de linguagem 

    E havia uma gramática que dizia assim:
    “Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
    Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta."
    Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
    As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
    As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
    Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
    Ovo pode estar choco: é inquietante...)
    As cousas vivem metidas com as suas cousas.
    E não exigem nada.
    Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
    E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
    Para quê? não importa: João vem!
    E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
    Amigo ou adverso ... João só será definitivo
    Quando esticar a canela. Morre, João...
    Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
    Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
    Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
    Sonoro. Lento. Eu sonho
    Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
    Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
    Ainda mais:
    Eu sonho com um poema
    Cujas palavras sumarentas escorram
    Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
    Um poema que te mate de amor
    Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
    Basta provares o seu gosto... 

    (QUINTANA, M. Prosa e verso. Porto Alegre: Globo, 1978, p. 94) 

    E havia uma gramática...

    O verbo que possui o mesmo tipo de complemento que o verbo grifado acima está empregado em:
  • 8 - Questão 37924.   Português - Nível Médio - Técnico Judiciário - TRT RS - FCC - 2015
  • O povoamento do Rio Grande do Sul atraiu uma população masculina eminentemente nômade.
     A economia do Rio Grande do Sul baseava-se na pecuária extensiva.
     A ocorrência de inúmeros conflitos e batalhas propiciava a ausência dos homens.
     As mulheres assumiram a direção dos empreendimentos familiares.
     As mulheres transpuseram os limites das tarefas definidas usualmente para seu sexo.
     
    As frases acima se organizam em um único parágrafo, mantendo-se a correção e a clareza, em:

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