Simulado TCE PE - Direito Administrativo - Auditor de Contas Públicas - 2017

Simulado para Auditor de Contas Públicas - TCE PE com 8 Questões de Direito Administrativo. Prova com Exercícios de Ensino Superior da Banca CESPE com Gabarito.

  • 107 Resolveram
  • 70% Acertos
  • 8 Gabaritaram
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  • 1 - Questão 47530.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  •       João, aprovado em concurso público para auditor de controle externo no tribunal de contas de seu estado, foi lotado em sua cidade natal. Ao ter ciência desse fato, o prefeito do município, amigo da família de João, resolveu presenteá-lo com um veículo, a fim de facilitar a sua locomoção até o local de trabalho. João aceitou o presente.
     
    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item que se segue, à luz do disposto na Lei n.º 8.429/1992.
     
    Caso seja condenado por improbidade administrativa, João estará sujeito a pagar multa de, no mínimo, quatro vezes o valor do veículo que recebeu de presente.
  • 2 - Questão 47531.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  •       João, aprovado em concurso público para auditor de controle externo no tribunal de contas de seu estado, foi lotado em sua cidade natal. Ao ter ciência desse fato, o prefeito do município, amigo da família de João, resolveu presenteá-lo com um veículo, a fim de facilitar a sua locomoção até o local de trabalho. João aceitou o presente.
     
    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item que se segue, à luz do disposto na Lei n.º 8.429/1992.
     
    João cometeu ato de improbidade administrativa que importou enriquecimento ilícito.
  • 4 - Questão 47533.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  • A respeito de serviços públicos, processo administrativo, controle externo, licitações e concessões, julgue o item a seguir.
     
    Como as decisões do órgão de controle externo têm natureza prejudicial ao juízo não especializado, a aprovação das contas do agente público por tal órgão impede a aplicação das sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa.
  • 5 - Questão 47534.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  • Com relação a agentes públicos, atos administrativos, poderes da administração pública e responsabilidade civil do Estado, julgue o item subsequente.
     
    Caso se verificasse a promoção indevida de servidor do TCE/PE, o ato administrativo pertinente deveria ser anulado, e o servidor teria de restituir os valores percebidos a mais.
  • 6 - Questão 47535.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  • Com relação a agentes públicos, atos administrativos, poderes da administração pública e responsabilidade civil do Estado, julgue o item subsequente.
     
    Ainda que a lei ofereça ao agente público mais de uma alternativa para o exercício do poder de polícia, a autoridade terá limitações quanto ao meio de ação.
  • 7 - Questão 47536.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  • Julgue o item subsequente, relativo aos princípios fundamentais, aos direitos e deveres individuais e coletivos, aos direitos sociais e à fiscalização contábil, financeira e orçamentária.
     
    Embora não tenham poder para anular ou sustar contratos administrativos, os tribunais de contas têm competência para determinar à autoridade administrativa que promova a anulação do contrato e, se pertinente, da licitação da qual ele houver se originado.
  • 8 - Questão 47537.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor de Contas Públicas - TCE PE - CESPE - 2017
  • Julgue o item subsequente, relativo aos princípios fundamentais, aos direitos e deveres individuais e coletivos, aos direitos sociais e à fiscalização contábil, financeira e orçamentária.
     
    Os tribunais de contas estaduais têm competência constitucional para impor sanções, razão pela qual o Poder Judiciário não pode desempenhar o controle de legalidade dos atos de fiscalização por eles exercidos.

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