Simulado Prefeitura de Campinas SP - Português - Agente Administrativo - 2012

Publicado: 04/01/2018 | Questões: 12 | Disciplina: Português | Ensino: Médio | Banca: CETRO

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  • 1 - Questão 48044.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência
    Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado
     
    Pessoas com o gene da “vespertilidade” têm predisposição para acordar tarde.
    Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.
    O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.
    Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
     Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio-dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e à noite, quando tem mais energia.
    O pesquisador Luciano Ribeiro Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.
    A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.
    A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre de transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.
    O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior suscetibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestório, além do comportamento sexual.
    O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e, principalmente, um trabalho de reeducação.
    E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’.”, diz o neurologista.
     
    Bruna Bernacchio. Revista Galileu. Adaptado.

    De acordo com o texto, é correto afirmar que 
  • 2 - Questão 48045.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência
    Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado
     
    Pessoas com o gene da “vespertilidade” têm predisposição para acordar tarde.
    Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.
    O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.
    Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
     Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio-dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e à noite, quando tem mais energia.
    O pesquisador Luciano Ribeiro Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.
    A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.
    A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre de transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.
    O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior suscetibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestório, além do comportamento sexual.
    O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e, principalmente, um trabalho de reeducação.
    E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’.”, diz o neurologista.
     
    Bruna Bernacchio. Revista Galileu. Adaptado.
     
    Leia o trecho abaixo para responder à questão

    “Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.”  

    O trecho acima pode ser substituído sem prejuízo semântico pelo(s) seguinte(s) trecho(s):

    I. quando dormirmos à noite, no escuro, produzimos também, um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
    II. se dormirmos enquanto é noite, no escuro, produzimos também um hormônio próprio chamado melatonina, responsável pelo comando do ciclo do sono e fazendo com que este seja mais profundo e de maior qualidade.
    III. ao dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos, também, um hormônio específico chamado melatonina, que é responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que este tenha melhor qualidade e seja mais profundo.

    É correto o que se apresenta em 
  • 3 - Questão 48046.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência
    Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado
     
    Pessoas com o gene da “vespertilidade” têm predisposição para acordar tarde.
    Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.
    O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.
    Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
     Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio-dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e à noite, quando tem mais energia.
    O pesquisador Luciano Ribeiro Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.
    A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.
    A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre de transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.
    O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior suscetibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestório, além do comportamento sexual.
    O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e, principalmente, um trabalho de reeducação.
    E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’.”, diz o neurologista.
     
    Bruna Bernacchio. Revista Galileu. Adaptado.
     
    De acordo com o trecho: “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase.”, assinale a alternativa cujo termo destacado equivale sintaticamente a O lado oposto do vespertino. 
  • 4 - Questão 48047.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • De acordo com o contexto, assinale a alternativa correta em relação à ortografia. 
  • 5 - Questão 48048.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Assinale a alternativa correta em relação à pontuação. 
  • 6 - Questão 48049.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Leia o trecho abaixo para responder à questão
    Mesmo que tivesse pesquisado sobre o assunto, não seria poupado de refazer o trabalho. 
    Assinale a alternativa em que o termo destacado apresenta o mesmo tempo verbal do termo em destaque no trecho acima. 
  • 7 - Questão 48050.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Assinale a alternativa em que a ocorrência da crase está incorreta.
  • 8 - Questão 48051.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • Leia as orações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

    1. Estava com os pés in__ados de tanto andar.
    2. Os primeiros aborí__enes possuíam armamento limitado, muitos feitos de madeira e pedra, que os auxiliavam a conseguir alimento.
    3. Não conseguia mais pensar, estava com en__aqueca.
    4. Não conseguia __ntitular o novo texto. 
  • 9 - Questão 48052.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - Prefeitura de Campinas SP - CETRO - 2012
  • De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação às concordâncias verbal e nominal, assinale a alternativa incorreta. 

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