Simulado PM SP - Português - Soldado da Polícia Militar - 2018

Simulado para Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP com 14 Questões de Português. Prova com Exercícios de Ensino Médio da Banca VUNESP com Gabarito.

  • 2.075 Resolveram
  • 73% Acertos
  • 122 Gabaritaram
  • barra ótimo 777 Ótimo
  • barra qtd_bom 1.102 Bom
  • barra ruim171 Ruim
  • barra péssimo25 Péssimo

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  • 1 - Questão 52506.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  • Estudos divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que, só no ano de 2010, 50 milhões de pessoas no mundo sobreviveram a acidentes de trânsito com algum traumatismo ou ferida. Se nada for feito, a estimativa é de que teremos 1,9 milhão de mortes no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030.
    (www.sbotrj.com.br. Adaptado)

    O texto estabelece uma relação entre
  • 2 - Questão 52507.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  • Estudos divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que, só no ano de 2010, 50 milhões de pessoas no mundo sobreviveram a acidentes de trânsito com algum traumatismo ou ferida. Se nada for feito, a estimativa é de que teremos 1,9 milhão de mortes no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030.
    (www.sbotrj.com.br. Adaptado)

    A expressão “Se nada for feito” pode ser substituída, sem alteração de sentido e conforme a norma-padrão da língua, por
  • 3 - Questão 52508.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  • Assinale a alternativa em que a concordância das palavras está de acordo com a norma-padrão.
  • 4 - Questão 52509.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •      Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou as redes sociais do celular

    A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”
    Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir" nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.
    Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.
    (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

    Justin Rosenstein apagou as redes sociais do celular porque elas 
  • 5 - Questão 52510.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  • Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou as redes sociais do celular

    A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”
    Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir" nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.
    Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.
    (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

    Justin Rosenstein apagou as redes sociais do celular porque elas

    A expressão destacada em “A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos” (1° parágrafo) pode ser substituída, com o sentido preservado, por
  • 6 - Questão 52511.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •            Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou as redes sociais do celular

    A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”
    Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir" nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.
    Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.
    (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

    A palavra “Interrogado”, destacada ao início do último parágrafo, pode ser substituída, no que se refere à norma-padrão, por
  • 7 - Questão 52512.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •            Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou as redes sociais do celular

    A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”
    Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir" nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.
    Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.
    (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

    Uma frase condizente com as informações do último parágrafo é:
  • 8 - Questão 52513.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •            Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou as redes sociais do celular

    A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”
    Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir" nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.
    Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.

    (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

    Duas expressões do texto que têm sentidos opostos são: 
  • 9 - Questão 52514.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  • Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.
  • 10 - Questão 52515.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •               Geovani Martins: como a favela me fez escritor

    Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.
    Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.
    A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

    (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

    Geovani Martins conta que seu livro é resultado de
  • 11 - Questão 52516.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •               Geovani Martins: como a favela me fez escritor

    Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.
    Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.
    A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

    (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

    Para o autor, consumir
  • 12 - Questão 52517.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •               Geovani Martins: como a favela me fez escritor

    Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.
    Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.
    A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

    (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

    Uma das características das favelas para a qual o autor chama a atenção é a 
  • 13 - Questão 52518.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •               Geovani Martins: como a favela me fez escritor

    Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.
    Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.
    A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

    (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

    Uma expressão empregada com sentido figurado está destacada em negrito na alternativa:
  • 14 - Questão 52519.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar SP - VUNESP - 2018
  •               Geovani Martins: como a favela me fez escritor

    Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.
    Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.
    A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

    (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

    Uma passagem do texto que permanece correta após o acréscimo das vírgulas é:

Comentários sobre "Simulado PM SP - Português - Soldado da Polícia Militar - 2018"

    Juliana Carvalho da Silva
    Por japa25 em 15/05/2019 às 15:37:16

    Crase não entra na minha cabeça de jeito nenhum
    12 de 14

    isabela fernandes
    Por isabinho31 em 01/05/2019 às 19:49:19

    Adoreiii !!! 86%
    Você acertou 12 de 14 questões, foi ótimo.

    victor camargo amaral
    Por victoramaral em 29/04/2019 às 16:06:34

    Muitos Bom !! Errei a da crase ;( . VOU DAR UMA ESTUDADA MELHOR

    Jéssica Oliveira
    Por je421 em 22/01/2019 às 17:14:44

    Perfeito, amei !
    De 15 questões, 14 foram acertadas.

    Yasmin de Almeida Dias Geraldo
    Por nynsay em 26/12/2018 às 11:40:21

    Muito bom amei

    Everton Oliveira
    Por jenkis em 25/12/2018 às 12:07:40

    Excelente.Quero mais exercícios !!

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