Simulado Noções de Fonética - Português - Exercícios com Gabarito

Simulado com 10 questões de Português (Noções de Fonética) Ensino Médio. Teste seus Conhecimentos em Provas Online com Gabarito.

  • 31 Resolveram
  • 44% Acertos
  • 1 Gabaritaram
  • barra ótimo 2 Ótimo
  • barra qtd_bom 11 Bom
  • barra ruim17 Ruim
  • barra péssimo1 Péssimo
  • 2 - Questão 54800.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Assinale, dentre as palavras sublinhadas no texto a seguir, aquela cuja grafia reproduz a pronúncia CORRETA:

    A festa de beneficiência para os menores abandonados, realizada na noite de ontem, foi muito divulgada pelos meios de comunicação. Parece-me, entretanto, uma contradição ajudar as crianças e os mendingos com tanta sofisticação. No evento, até os garçons usavam terno e passeavam entre as pessoas com bandejas de carangueijo gratinado, suculentos salgadinhos com mortadela, iscas de faisão – e tudo isso era devorado prazeirosamente por tanta gente esnobe.
  • 3 - Questão 54801.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Assinale a opção em que o x de todos os vocábulos não tem o som de /ks/. 
  • 4 - Questão 54802.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Considere a seguinte frase escrita por um aluno do ensino fundamental: Não deixi matar os passarinhos. A forma “deixi”, em lugar de “deixe”, ilustra um caso de inadequação 
  • 5 - Questão 54803.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • No Ensino Fundamental, mesmo depois dele, o processo de ensino e aprendizagem dos aspectos ortográficos da língua portuguesa, falada e escrita no Brasil, apesar do AOLP 1990, envolve algumas dificuldades tanto para o docente quanto para o discente, porquanto inexiste uma relação direta entre fonemas e grafemas. Qual das circunstâncias seguintes NÃO influencia nesse processo de articulação entre os sistemas fonológico e ortográfico?
  • 6 - Questão 54804.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Qualquer comunicação realizada com sucesso pressupõe alguns requisitos básicos para os interlocutores: um funcionamento físico adequado do cérebro, dos pulmões, da laringe, do ouvido, dentre outros órgãos, responsáveis pela produção e audição (percepção) dos sons da fala. Além desses, deve haver o reconhecimento da pronúncia de cada um dos interlocutores, pois, mesmo que tivessem os órgãos da fala e da audição em perfeito estado, essa comunicação poderia não ter sucesso se um deles não compreendesse a língua falada pelo outro. Sobre fonética e fonologia, assinale a alternativa CORRETA.

    I - Podemos estudar a fala a partir da sua fisiologia, ou seja, a partir dos órgãos que a produzem, tais como a língua, responsável pela articulação da maior parte dos sons da fala; e a laringe, responsável principalmente pela produção de “voz” que leva à distinção entre sons vozeados (sonoros) e não vozeados (surdos).
    II - A fala tem como principal objetivo o aporte de significado, mas, para isso, deve se constituir em uma atividade sistematicamente organizada.
    III - A fala pode ser descrita sob diferentes aspectos, uns mais próximos do que se convenciona chamar de Fonética, outros mais próximos do que se convenciona chamar de Fonética.
    IV - Tanto a fonética quanto a fonologia investigam como os seres humanos produzem e ouvem os sons da fala.
    V - A Fonética pode ser vista como a organização da fala focalizando línguas específicas. 
  • 7 - Questão 54805.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Fonética é a parte da gramática que estuda os sons da fala ou fonemas. Sabemos que existe a palavra falada e a palavra escrita. Para escrever, usamos letras, que pronunciadas, representam um som. Esse som é o fonema. Os símbolos que representam graficamente os fonemas são chamados de letras. Nem sempre o número de letras das palavras corresponde ao de fonemas.

    Diante disso, observe as palavras a seguir e assinale a alternativa incorreta: 
  • 8 - Questão 54806.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Texto 3
    Banzo
    Raimundo Correia
    Visões que n‟alma o céu do exílio incuba,
    Mortais visões! Fuzila o azul infando...
    Coleia, basilisco de ouro, ondeando
    O Níger... Bramem leões de fulva juba...

    Uivam chacais... Ressoa a fera tuba
    Dos cafres, pelas grotas retumbando,
    E a estralada das árvores, que um bando
    De paquidermes colossais derruba...

    Como o guaraz nas rubras penas dorme,
    Dorme em ninhos de sangue o sol oculto...
    Fuma o saibro africano incandescente...

    Vai co‟a sombra crescendo o vulto enorme
    Do baobá... E cresce n‟alma o vulto
    De uma tristeza, imensa, imensamente...

    (In: RAMOS, Péricles Eugênio da Silva. Panorama da poesia brasileira. Rio, Civilização Brasileira, 1959, v. III, p. 90-1.) 

    No poema, os dois vocábulos cujos encontros vocálicos constituem exemplos do fenômeno fonético conhecido como sinérese são:
  • 9 - Questão 54807.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • TEXTO 1: 
    O LENDÁRIO PAÍS DO RECALL 
    Moacyr Scliar

    “MINHA QUERIDA DONA: quem lhe escreve sou eu, a sua fiel e querida boneca, que você não vê há três meses. Sei que você sente muitas saudades, porque eu também sinto saudades de você. Lembro de você me pegando no colo, me chamando de filhinha, me dando papinha... Você era, e é, minha mãezinha querida, e é por isso que estou lhe mandando esta carta, por meio do cara que assina esta coluna e que, sendo escritor, acredita nas coisas da imaginação. 
    Posso lhe dizer, querida, que vivi uma tremenda aventura, uma aventura que em vários momentos me deixou apavorada. Porque tive de viajar para o distante país do recall. 
    Aposto que você nem sabia da existência desse lugar; eu, pelo menos, não sabia. Para lá fui enviada. Não só eu: bonecas defeituosas, ursinhos idem, eletrodomésticos que não funcionavam e peças de automóvel quebradas. Nós todos ali, na traseira de um gigantesco caminhão que andava, andava sem parar.
    Finalmente chegamos, e ali estávamos, no misterioso e, para mim, assustador país do recall. Um homem nos recebeu e anunciou, muito secamente, que o nosso destino em breve seria traçado: as bonecas (e os ursinhos, e outros brinquedos, e objetos vários) que tivessem conserto seriam consertados e mandados de volta para os donos; quanto tempo isso levaria era imprevisível, mas três meses era o mínimo. Uma boneca que estava do meu lado, a Liloca, perguntou, com os olhos arregalados, o que aconteceria a quem não tivesse conserto. O homem não disse nada, mas seu sorriso sinistro falava por si. 
    Passamos a noite num enorme pavilhão destinado especialmente às bonecas. Éramos centenas ali, algumas com probleminhas pequenos (um braço fora do lugar, por exemplo), outras já num estado lamentável. Estava muito claro que para várias de nós não haveria volta. 
    Naquela noite conversei muito com minha amiga Liloca -sim, querida dona, àquela altura já éramos amigas. O infortúnio tinha nos unido. Outras bonecas juntaram-se a nós e logo formamos um grande grupo. Estávamos preocupadas com o que poderia nos suceder. 
    De repente a Liloca gritou: “Mas, gente, nós não somos obrigados a aceitar isso! Vamos fazer alguma coisa!”. Nós a olhamos, espantadas: fazer alguma coisa? Mas fazer o quê? 
    Liloca tinha uma resposta: vamos tomar o poder. Vamos nos apossar do país do recall. 
    No começo, aquilo nos pareceu absurdo. Mas Liloca sabia do que estava falando. A mãe da dona dela tinha sido uma militante revolucionária e sempre falava nisso, na necessidade de mudar o mundo, de dar o poder aos mais fracos. 
    Ora, dizia Liloca, ninguém mais fraco do que nós, pobres, desamparados e defeituosos brinquedos. Não deveríamos aguardar resignadamente que decidissem o que fazer com a gente. 
    De modo, querida dona, que estamos aqui preparando a revolução. Breve estaremos governando o país do recall. Mas não se preocupe, eu a convidarei para uma visita. Você poderá vir a qualquer hora. E não precisará de recall para isso.” 

    Folha de S. Paulo (SP) 25/2/2008

    Alguns vocábulos sofrem alteração de timbre da vogal tônica ao serem flexionados, como ocorre em olho – olhos. 

    O mesmo fenômeno pode ser verificado na seguinte palavra do texto:
  • 10 - Questão 54808.   Português - Noções de Fonética - Nível Médio
  • Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

    Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
    Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."
    Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.

    Todas as palavras abaixo apresentam 4 letras e 4 fonemas, EXCETO .

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