Principais Correntes do Pensamento Sociológico - Exercícios

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10 questões Pedagogia, Principais Correntes do Pensamento Sociológico, Médio

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Queiroz e Moita (2007) discorrem sobre os fundamentos sociofilosóficos da educação, a importância dos seus estudos na formação docente e explicam que Fundamentos são os princípios básicos, o alicerce para o entendimento das outras disciplinas.

Conforme as autoras, para a prática pedagógica, esses estudos representam
Desde o Século XIX, o pensamento social tem oferecido contribuições à compreensão das relações entre sociedade e Estado e os papeis destes dois coletivos para a garantia da Educação às novas gerações, tal como se pode constatar no texto a seguir:

Admitido que a Educação seja função essencialmente social, não pode o Estado desinteressar-se dela. Ao contrário, tudo o que seja educação, deve estar até certo ponto submetido à sua influência. Isto não quer dizer que o Estado deva, necessariamente, monopolizar o ensino. A questão é muito complexa para que se trate dela assim de passagem. Pode-se acreditar que o progresso escolar seja mais fácil e mais rápido onde certa margem se deixe à iniciativa privada. O indivíduo é sempre mais renovador que o Estado. Mas, do fato de dever o Estado, no interesse público, deixar abrir outras escolas que não as suas, não se segue que deva tornar-se estranho ao que nelas se venha a passar. Pelo contrário, a educação que aí se der deve estar submetida à sua fiscalização. Não é mesmo admissível que a função de educação possa ser preenchida por alguém que não apresente as garantias de que o Estado, e só ele, pode ser juiz. Os limites dentro dos quais deve permanecer essa intervenção não podem ser determinados uma vez por todas; mas o princípio de intervenção não se contesta.

A citação acima foi extraída da obra de
Cresce a relação entre a educação escolar e a desigualdade escolar no cotidiano das grandes cidades brasileiras. Esse fato vem sendo estudado pela Sociologia há algum tempo. Alguns autores, a partir de correntes de pensamento, explicam sobre a relação escola-desigualdade no contexto brasileiro. Se a desigualdade social é um elemento cada vez mais presente, o sistema educacional, fruto de um processo histórico, configura-se no bojo das relações sociais e de produção. Entretanto, embora haja grandes diferenças entre países e épocas, a escolarização progressiva da população:
No livro “Linguagem e Escola: uma perspectiva social”, Magda Soares busca articular e integrar teorias originárias da Sociologia, da Sociologia da Linguagem e da Sociolinguística, ao discutir as relações entre sociedade, escola e linguagem. Ao abordar as relações entre origem social e fracasso escolar, a autora aponta três explicações comumente utilizadas: a ideologia do dom, a ideologia da deficiência cultural e a ideologia das diferenças culturais. Segundo a ideologia das diferenças culturais:
Nos “Cadernos do Cárcere” (2001), Gramsci considera que “a escola é o instrumento para elaborar os intelectuais de diversos níveis”. Para Gramsci, os intelectuais classificam-se como:
Os resultados das pesquisas desenvolvidas por Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron, nos anos de 1970, contribuíram para que melhor compreendêssemos como a escola, em conjunto com outras instituições sociais,
O sociólogo Pedro Demo critica severamente os cursos de formação de Pedagogia. Dentre outras observações, diz que a Pedagogia fala de inovação e de necessidade de transformação, mas não sabe aplicá-la a si mesma.

Para o autor, a pior consequência dessa situação é que, enquanto a Pedagogia fala de transformação mas nunca a faz, o mercado não fala, faz; tornando a educação:
A teoria que se torna “uma atividade epistemológica que não se restringe à identidade e ao conhecimento sexuais, mas que se estende para o conhecimento e a identidade de modo geral.” (SILVA, 1999, p. 107), chama-se:
Segundo Pierre Bourdieu, a ação pedagógica é uma violência simbólica devido a:
Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron fizeram uma leitura social da educação em que atacaram o discurso dominante, segundo o qual a conquista da escola para todos tornaria possível a realização das potencialidades humanas. Acerca da teoria desses autores, é correto afirmar que