Residência Médica - Gastroenterologia - Infectologista - HUB

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9 questões Medicina, Gastroenterologia, Médico Infectologista, HUB, CESPE, Superior

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Acerca das diversas causas que podem levar à colelitíase ou à icterícia obstrutiva, julgue os itens subsequentes.

A ressecção do íleo terminal e a perda ponderal rápida são alguns dos fatores de risco para o desenvolvimento de cálculos biliares.
Acerca das diversas causas que podem levar à colelitíase ou à icterícia obstrutiva, julgue os itens subsequentes.

A colangite esclerosante primária tem forte associação com a retocolite ulcerativa, mas isso não aumenta o risco de esses pacientes desenvolverem colangiocarcinoma, quando comparados à população em geral, ou seja, os que não tenham essa doença.
Acerca das diversas causas que podem levar à colelitíase ou à icterícia obstrutiva, julgue os itens subsequentes.

A icterícia é o sinal ou sintoma mais comum da colecistite calculosa aguda.
Um homem de 75 anos de idade foi atendido em serviço de emergência com relato de enterorragia há cerca de 3 horas. No momento do atendimento, apresentava frequência de pulso de 120 batimentos por minutos e pressão arterial de 100 mmHg × 60 mmHg.

Tendo como referência esse quadro clínico, julgue os próximos itens.

O exame com radionuclídeos, usando-se eritrócitos marcados com tecnécio 99 m, é um método que apresenta elevada sensibilidade, porém é pouco preciso para a localização do ponto de sangramento.
Um homem de 75 anos de idade foi atendido em serviço de emergência com relato de enterorragia há cerca de 3 horas. No momento do atendimento, apresentava frequência de pulso de 120 batimentos por minutos e pressão arterial de 100 mmHg × 60 mmHg.

Tendo como referência esse quadro clínico, julgue os próximos itens.

A maioria dos pacientes que apresenta o quadro clínico relatado necessita de tratamento operatório de urgência.
Um homem com 62 anos de idade procurou assistência médica com relato de que, há vários meses, vem sentindo desconforto epigástrico, com irradiação para o dorso, que piorava em torno de 30 minutos após a alimentação. Informou, também, diarreia e importante perda de peso nos últimos seis meses. No exame clínico, apresentava-se emagrecido, com índice de massa corporal de 15 kg/m2, com leve dor à palpação profunda da região epigástrica, sem outras anormalidades. Os exames laboratoriais mostraram: glicemia de jejum = 200 mg/dL (valores de referência de 74 mg/dL a 106 mg/dL); hemograma sem alterações, bilirrubina total = 0,8 mg/dL (valores de referência de 0,3 mg/dL a 1,2 mg/dL), TGO = 28 U/L (valores de referência de 10 U/L a 30 U/L) e TGP = 38 U/L (valores de referência de 10 U/L a 40 U/L), amilase sérica = 130 U/L (valores de referência de 27 U/L a 131 U/L), lipase sérica = 180 U/L (valores de referência de 31 U/L a 186 U/L). Os exames de imagem confirmaram o diagnóstico de pancreatite crônica.

Com relação a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.

Os níveis séricos de amilase e os de lipase observados no caso clínico descrito são indicativos de bom prognóstico de longo prazo.
Um homem com 62 anos de idade procurou assistência médica com relato de que, há vários meses, vem sentindo desconforto epigástrico, com irradiação para o dorso, que piorava em torno de 30 minutos após a alimentação. Informou, também, diarreia e importante perda de peso nos últimos seis meses. No exame clínico, apresentava-se emagrecido, com índice de massa corporal de 15 kg/m2, com leve dor à palpação profunda da região epigástrica, sem outras anormalidades. Os exames laboratoriais mostraram: glicemia de jejum = 200 mg/dL (valores de referência de 74 mg/dL a 106 mg/dL); hemograma sem alterações, bilirrubina total = 0,8 mg/dL (valores de referência de 0,3 mg/dL a 1,2 mg/dL), TGO = 28 U/L (valores de referência de 10 U/L a 30 U/L) e TGP = 38 U/L (valores de referência de 10 U/L a 40 U/L), amilase sérica = 130 U/L (valores de referência de 27 U/L a 131 U/L), lipase sérica = 180 U/L (valores de referência de 31 U/L a 186 U/L). Os exames de imagem confirmaram o diagnóstico de pancreatite crônica.

Com relação a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.

No caso clínico em tela, a constatação de calcificação pancreática difusa — decorrente de pancreatolitíase — por meio de radiografia simples do abdome possibilita confirmar o diagnóstico de pancreatite crônica.
Um homem com 62 anos de idade procurou assistência médica com relato de que, há vários meses, vem sentindo desconforto epigástrico, com irradiação para o dorso, que piorava em torno de 30 minutos após a alimentação. Informou, também, diarreia e importante perda de peso nos últimos seis meses. No exame clínico, apresentava-se emagrecido, com índice de massa corporal de 15 kg/m2, com leve dor à palpação profunda da região epigástrica, sem outras anormalidades. Os exames laboratoriais mostraram: glicemia de jejum = 200 mg/dL (valores de referência de 74 mg/dL a 106 mg/dL); hemograma sem alterações, bilirrubina total = 0,8 mg/dL (valores de referência de 0,3 mg/dL a 1,2 mg/dL), TGO = 28 U/L (valores de referência de 10 U/L a 30 U/L) e TGP = 38 U/L (valores de referência de 10 U/L a 40 U/L), amilase sérica = 130 U/L (valores de referência de 27 U/L a 131 U/L), lipase sérica = 180 U/L (valores de referência de 31 U/L a 186 U/L). Os exames de imagem confirmaram o diagnóstico de pancreatite crônica.

Com relação a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.

A principal causa associada a esse diagnóstico clínico é a litíase biliar.
Julgue o item a seguir, referente a diarreia.

No Brasil, as causas mais prevalentes de diarreia crônica são enteroparasitoses, desnutrição proteico-energética primária, alergia à proteína do leite de vaca, doença celíaca e síndrome do intestino irritável.