Questões de Concursos Metrô SP

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  • 1 - Questão 3122.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
  • ... quando as pinturas sobre vidro, juntamente com os
    afrescos e as miniaturas, constituíam as principais técnicas
    de pintura utilizadas pelo homem.
    (1o parágrafo)

    O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se
    encontra o grifado acima está na frase:
  • 2 - Questão 3119.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
  • No último parágrafo do texto há referência explícita
  • 3 - Questão 3124.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  •    Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
  • É correto perceber no texto a
  • 4 - Questão 7259.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  • Considere a sinopse de um filme brasileiro lançado em 2012: Três irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando, Cláudio, e Leonardo Villas-Bôas partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura, registrando tudo num diário batizado de “Marcha para o Oeste”. Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.

    (Adaptado: http://www.interfilmes.com/filme_25799.html)

    O texto é a sinopse do filme
  • 5 - Questão 3135.   Matemática - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Especialistas dizem que, em um carro bicombustível (álcool e gasolina), o uso de álcool só é vantajoso se o quociente do preço por litro de álcool pelo do de gasolina for, no máximo, igual a 70%. Se o preço do litro da gasolina é R$ 2,60, então NÃO é vantajoso usar álcool quando o preço por litro de álcool
  • 6 - Questão 3121.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
  • Produtos materiais de cultura, parte de nosso patrimônio
    histórico e objetos de fruição de beleza ...
    (final do texto)

    A expressão grifada acima
  • 7 - Questão 3134.   Matemática - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Um retângulo foi totalmente dividido por retas paralelas aos seus lados. Com a divisão, foram obtidos 4 500 quadrados congruentes cada um com lado de 12 cm. Se o lado maior do retângulo mede 9 m, então a do menor, em metros, é
  • 8 - Questão 7271.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  •    A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
  • Ele diz que isso dependerá da redução do desperdício e também da modernização da agricultura nos países mais atrasados. (2o parágrafo)

    O emprego do pronome grifado acima evita a repetição, no texto, do segmento:
  • 9 - Questão 7267.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  •    A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
  • A ideia central do texto está exposta em:
  • 10 - Questão 7260.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  • No dia 16 de julho [2012], o Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo dos Estados Unidos responsável por controlar medicamentos e alimentos em território americano, aprovou a comercialização do Truvada. Com isso, a droga passa a ser a primeira dirigida a pessoas consideradas em condições de vulnerabilidade à doença. É importante lembrar que o Truvada não age como uma vacina que atua no sistema imunológico, mas sim, no impedimento da reprodução da doença no corpo.

    (GLOBO CIÊNCIA. Rio de Janeiro: Rede Globo, ago. 2012)

    A doença a que o texto se refere é